“Não basta um Presidente da República dar beijinhos no dói-dói”

Hélder Amaral / Facebook

Hélder Amaral, deputado do CDS-PP

Hélder Amaral, deputado do CDS-PP

Marcelo Rebelo de Sousa apelou à união nacional, em torno da tragédia de Pedrógão Grande, em Leiria, onde morreram 62 pessoas num incêndio que ainda não foi extinto. Mas há quem alerte que “não basta um Presidente da República dar beijinhos no dói-dói” de um problema que se arrasta há anos.

As críticas contundentes são do deputado do CDS Hélder Amaral que usou o seu perfil do Facebook para criticar a postura de união na tragédia defendida pelo Presidente da República depois da morte de 62 pessoas num incêndio em Pedrógão Grande, em Leiria.

Marcelo Rebelo de Sousa pediu para que guardemos, neste momento de dor e de luto, as “interrogações” e “sentimentos” de “crescida injustiça” para nos concentrarmos no combate aos incêndios e na ajuda às vítimas.

Mas para Hélder Amaral “não basta um Presidente da República dar beijinhos no dói-dói e dizer que não há nada a fazer”, escreveu no Facebook.

O deputado do CDS refere que “a culpa” não pode morrer “solteira” e critica a “Autoridade Nacional de Protecção Civil”, frisando que “conhece com razoável antecedência as condições do tempo” e que, mesmo assim, não conseguiu evitar a tragédia, nomeadamente falhando na “prevenção”.

“O vento, a temperatura e a humidade são similares aos registados em Agosto do ano passado, ou no Caramulo, no fatídico Verão de 2013”, lembra Hélder Amaral, destacando que “não há falta de meios, nem há condições nunca vistas”. Faltam é “mapas de risco actualizados” e “levar muito a sério estes riscos”, refere.

Uma tragédia anunciada

Aquilo que parece evidente para a maioria dos especialistas desta área é que a tragédia em Pedrógão Grande há muito que se anunciava, conforme deixa antever o especialista Xavier Viegas em declarações à Lusa.

Este profissional destaca a falta de limpeza das florestas e das zonas em torno das casas e as características específicas do terreno, num “estado de secura muito grande”, como as principais causas para a extensão da tragédia.

Xavier Viegas nota o terreno “muito complicado”, com ravinas e desfiladeiros, que provoca “comportamentos do fogo que facilmente surpreendem as pessoas”.

Um estudo feito pelas Universidades do Minho e de Coimbra, intitulado “Grandes Incêndios Florestais em Portugal”, reforça que muitas áreas rurais se tornaram “propensas à ocorrência de incêndios de grande intensidade, devido aos elevados níveis de biomassa, acumulados ao longo dos anos e prontos para alimentar fogos catastróficos durante o Verão”.

Para o especialista em planificação florestal Pedro Cortes, o essencial é “aprender a gerir o território” numa realidade em que temos um clima que é “um inimigo sem nome”, refere à Renascença.

Pedro Cortes nota que há vários problemas estruturais identificados há anos que é preciso resolver, nomeadamente a desactivação do sistema agro-florestal e o abandono territorial.

“Total laxismo” dos políticos

Para a associação ambientalista Quercus, a tragédia é fruto do “total laxismo” das autoridades em relação à política florestal.

“O Governo promete uma reforma florestal e a revogação da chamada lei do eucalipto e continua na mesma, isso é triste”, afirmou à Lusa João Branco, presidente da Quercus.

João Branco refere que a reforma florestal que foi aprovada neste ano, “até teve um efeito perverso”, com a promessa de o Governo acabar com a lei da liberalização do eucalipto, o que provocou “uma corrida” a esta espécie.

Segundo o dirigente ambientalista, só no passado Inverno foram vendidas mais de três milhões destas plantas, que são altamente inflamáveis e combustíveis, e cujas folhas e cascas podem ser projectadas em condições de incêndio e iniciar novas ignições a centenas de metros.

O presidente da Quercus destacou que o grande incêndio de Pedrógão Grande aconteceu justamente em grandes manchas de eucaliptal desordenado, numa região conhecida ironicamente como pinhal interior, e de fraca gestão, em que os proprietários só lá voltam basicamente para cortar.

É um total laxismo da administração central e de diversos órgãos”, entre os quais os municípios, frisou.

Outra associação ambientalista, a Zero, também lamentou a tragédia de Pedrógão Grande, alertando que “num período de alterações climáticas, que tende a propiciar estas ondas de calor, estes fenómenos vão ser mais frequentes“, conforme nota Paulo Lucas.

A Zero defende que, em termos de mecanismos de política florestal, é preciso ir mais longe na gestão comum da propriedade e na capacidade de resposta de pequenas aldeias, isoladas em manchas florestais, através da instalação de bocas de incêndio, “porque os bombeiros não conseguem estar em todo o lado”.

“Emparcelamento” da floresta

Já o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) defende a necessidade do “emparcelamento” da floresta portuguesa, e admite que o incêndio em Pedrógão Grande, apesar da origem natural apontada, teve “mão humana”.

“Nós, para prepararmos uma floresta, com um mosaico florestal, com espécies autóctones, com linhas corta-fogo, temos de emparcelar”, afirma Jaime Marta Soares, em declarações à agência Lusa.

“Não pode haver planeamento e ordenamento sem emparcelamento” que “mexe com os interesses de muita gente”, destaca o presidente da LBP.

“Não se trata de pôr em causa a propriedade privada, que essa é sagrada na Constituição Portuguesa”, mas de “fazer ver às pessoas que o colectivo tem de se sobrepor ao individual, doa a quem doer”, considera ainda.

Marta Soares acredita também que, embora as autoridades atribuam a causa do incêndio a uma trovoada seca, teve também “origem em mão humana”. “Só depois de ele já estar a deflagrar é que nós tivemos essa situação da trovoada, não foi inicialmente”, refere.

Para este responsável é indispensável fazer uma “profunda reflexão” sobre o estado da floresta portuguesa.

Marinha, Exército e Força Aérea no combate

No terreno, mais de dois mil operacionais, apoiados por 620 veículos, combatiam pelas 22h15 de domingo oito grandes incêndios que lavravam nos distritos de Castelo Branco, Coimbra, Évora, Leiria e Santarém, segundo dados da Protecção Civil.

A Marinha (Fuzileiros), o Exército e a Força Aérea Portuguesa, com um avião P3-C Orion, também estão a ajudar a combater o incêndio em Pedrógão Grande.

No âmbito do Mecanismo de Protecção Civil europeu, a Itália enviou dois aviões anfíbios Bombardier 415 e Espanha disponibilizou dois aviões ‘Canadair´ para ajudar as autoridades portuguesas. Também França já ofereceu o apoio de três aviões.

ZAP // Lusa

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55 COMENTÁRIOS

  1. Combatam os incêndios com os submarinos que Portugal comprou e atestem os depósitos dos mesmos com o dinheiro que o Paulo Portas roubou.

  2. Se estes senhores engravatados fizessem alguma coisa pelo País e pelos Guerreiros da Paz (BOMBEIROS) isso sim era de louvar, mas só falam e falam mal uns dos outros e porquê, porque não tem lá ninguém da família deles a passar por aquilo que os Bombeiros passam para ganharem uma porca miséria de euros. Deviam era de trocar de vencimentos para ver se resolviam ou não as verdadeiras questões.

    • Isso, calem-se todos, Não é (nem nunca será) o momento para falar destas coisas. Calem-se e dêem abracinhos uns aos outros e pancaninhas na nuca e buá da chorosos que nem paneleiragem, que isso é que é preciso. E deixem tudo na mesma, porque não é (nem nunca será) o momento para falar destas coisas (citação parcial de. A.Costa).

    • Olhe, estiveram a pôr o país na ordem ou acha mesmo que foram estes que o fizeram em meia dúzia de meses? É que na economia não é carregar no interruptor e a luz acende-se de imediato. Leva algum tempo. E o governo de agora colhe o que outros semearam. Infelizmente os outros só tinham para colher vigarices e um país sem dinheiro para pagar os salários, pensões e assumir os seus compromissos.

      • “estiveram a pôr o país na ordem”? Só pode estar a gozar! Uma das coisas que “puseram na ordem” foi a redução de verbas para os bombeiros…
        “E o governo de agora colhe o que outros semearam.” Pois… Há muita merd… para reverter. E algumas já não serão possíveis… Infelizmente.
        Pois é: “É com cada um…”

        • O senhor é daqueles que pensa que na economia carrega-se no interruptor e a luz acende-se de imediato. Isso só por si revela o seu total desconhecimento dos mecanismos de ajustamento macroeconómicos. A ciência económica sabe bem que alguns se manifestam após um considerável hiato de tempo, dependendo da intensidade da medida/incentivo, do ponto de partida. de alternativas,… Como exemplo: por muito que uma economia cresça, se a maioria dos agentes económicos estiver consideravelmente abaixo da utilização plena dos seus recursos humanos, o impacto nos níveis de desemprego não será no imediato. Primeiro esgotarão todos os recursos internos e apenas posteriormente contratarão novos recursos. Assim, se o ponto de partida for próximo da plena utilização de recursos, o impacto no emprego será mais rápido.
          Gostaria de ser como o senhor e ser mais feliz, ainda que menos informado.

          Quanto aos bombeiros o senhor não sabe da missa a metade. E pelos vistos nem imagina…
          Infelizmente para todos aqueles que acreditam em ajudar o próximo, mesmo para isso pondo em risco a própria vida e que merecem todo o apoio do estado e da comunidade.

          • Bem… Se eu não sei da missa pela metade, então o senhor ainda menos…
            “O senhor é daqueles que pensa que na economia carrega-se no interruptor e a luz acende-se de imediato.” Então devia seguir esse ponto de vista!… Esperava que este Governo faça as coisas… Ou será que o que demora (mas resulta) e´só o que faz o PSD/CDS? Espere…

            • O senhor infelizmente nem da mesa de café passa com a sua argumentação e doutos conhecimentos. A ignorância traz felicidade. Deixe ficar-se como está.

              Diz o presado senhor “Esperava que este Governo faça as coisas… Ou será que o que demora (mas resulta) e´só o que faz o PSD/CDS? Espere…” eu esperar, espero, mas olhe que ainda hoje o Banco de Portugal comunicou novas projeções com abrandamento do crescimento económico em 2019. Só me dá razão.

            • Deixe estar… estávamos bem melhor antes… É como diz: “A ignorância traz felicidade”. Muito obrigado por prová-lo.
              É mesmo “com cada um…”

  3. Estiveram no governo e fizeram a ponta de um corno, e agora ainda vêm criticar quem quer pelo menos fazer alguma coisa?

    • Caro Zé do laço: “e fizeram a ponta de um corno” Eles fizeram é muito! Ou deverei dizer muita (merd…)?

  4. O que fizeram durante os anos que estiveram no governo? Deveriam de ser mais comedidos numa altura destas.

    Dêem valor a quem anda no terreno a salvar vidas.

  5. É lamentável ler comentários desta natureza! Parem de falar de política e de partidos políticos! Parem de fazer críticas, nada construtivas. Dar opiniões e palpites de fora, sem nada fazer ou saber é sempre muito fácil. Esta tragédia é obra da “natureza”, dos fenómenos naturais, que a mim, muito assustam. Tentar arranjar culpados não é a solução. Ninguém comanda a natureza, só mesmo Deus. E pelo Amor de Deus, agora é hora de unir esforços, de entreajuda, de amor e solidariedade; é hora de apoiar homens e mulheres das várias forças de segurança, das forças armadas, civis e tantos desconhecidos que têm lutado dia e noite, sempre com um objetivo: salvar o outro, salvar vidas! Desejo, a todos que direta e indiretamente estão a viver este pesadelo, que este momento seja ultrapassado e que consigam reorganizar cada uma das vossas vidas, com alguma serenidade e com alguma qualidade de vida. É preciso acreditar, é preciso ter Fé!

    • Pois é, Cara isabel Silva. Deveria ser assim como diz. Mas… É por ser assim que se “anda” que ainda estamos a lidar com estas situações. Tem razão quando diz “Ninguém comanda a natureza, só mesmo Deus.” (excepto a questão de Deus em quem não acredito). Não comandamos, mas influenciamos de tal forma, que nem imagina (aquecimento global?). Mas é possível fazer algo para amenizar estas tragédias, ou até mesmo reduzi-las! É na prevenção e no ordenamento/manutenção dos espaços verdes. E isso passa necessáriamente pela política. Mas… Infelizmente, também também passa pela indústria da celulose.
      Concordo consigo quando diz ajudar e apoiar. Mas apoiar e ajudar também passa por uma investigação imediata e séria; apurar os responsáveis e; de tudo fazer, para que algo desta “natureza” nunca volte a acontecer. Não tenho fé mas acredito que; se realmente estivessem interessados em resolver este problema, (e já não falo nos outros) seria por aqui o principio do fim destas desgraças. É precsio apoiar e ajudar mas; ao mesmo tempo investigar e analisar. Já não é possível ajudar aqueles que morreram, mas é possível prevenir que outros não.

    • Um deputado que fez parte de um Governo que reduziu aos meios dos bombeiros (sem contar com as outras “reduções”)!

  6. Hélder Amaral: “não basta um Presidente da República dar beijinhos no dói-dói e dizer que não há nada a fazer”.
    Comentário mais desrespeitador do Presidente da República era impossível. Ainda por cima numa ocasião de luto nacional, por mais que fundamentadas razões.
    Este Hélder Amaral devia ser expulso da AR como já deviam ter sido outros deputados, que desrespeitam não só quem lá os pôs, como os seus colegas da AR e outras entidades que merecem respeito institucional.
    Estou a lembrar-me de um deputado do PSD que mandou outro para o c…, em plena AR. E lá continuou.
    É este tipo de deputados que temos. Depois admirem-se da abstenção elevada.
    Votar para colocar boçais na AR é complicado!

  7. Pois, porque é que será que quando os comentários derrapam para uma luta partidária cega, fico sempre com a sensação que o espectáculo se está a fazer basicamente com um protagonista (comentador) principal, que a julgar pelas aparências é sempre o mesmo…será ele um artista profissional???

    • Humberto Gomes, que intervenção infeliz a tua. Por acaso também és da mesma “categoria” (reles) dos DNC’s; daluz barbosas, vitor moutinhos e tantos outros que NUNCA NA VIDA NADA FIZERAM A NÃO SER CHULAR QUEM FAZ E TRAÇAR A PERNA ÁQUELES QUE ANDAM E QUE FAZEM ANDAR ? porventura já paraste para pensar só nisto : QUEM, DURANTE 43 ANOS DE DEMOCRACIA, ESTEVE MAIS TEMPO NO GOVERNO DA NAÇÃO ?
      Já paraste para pensar tu e todos os que acima “botaram” faladura, em todos os anos em que o vosso querido ps esteve no governo,SÓ TIVEMOS LADRÕES A SECAR O PAÍS ? SÓ HOUVERAM TODOS LADRÕES A SACAR DOS NOSSOS BOLSOS ? só é cego aquele que se recusa a ver. Submarinos ? Paulo Portas ? algum de vocês ou dos que já lá estiveram têm estofo para se colocarem ao lado dele e, ao menos, fazer tanto como ele fez pelo País ? só fala quem tem que se lhe diga…mas esta cambada de socialistas mentecaptos deveriam ter sido atirados aos tubarões, como o “vosso pai” sóares mária queria ! olhai para vós mesmos ! interiorizai o que tem sido os governos socialistas. Só ladrões, só podridão, só falcatruas, só esquemas, só desviar, só chulice. Vêde bem aquilo que vós sois ! e que continuais a querer ser : TRAFULHAS.

      • Joaquim Pedro Malhão, tiveste uma epifania foi? O teu texto foi um hino à regurgitação. Muitos parabéns meu herói.

      • Concordo com o Humberto Gomes. O “texto foi um hino à regurgitação” Os meus parabéns também! Mas… Lave a boca (com lixívia!) quando fala de Mário Soares (é assim que se escreve, seu “mentecapto”! Se não fosse ele, você não estaria aqui a botar “faladura”. Meta a parvoíce para dentro que se está a ver!

  8. Este tipo de palavreado para uma assembleia da república, no meu ponto de vista, é indecente, é imoral e desrespeitoso! Porque não utilizam o parlamento português para dizer algo construtivo, já que não fazem nada de jeito?! Políticos destes, dispenso, seja de que partido for…

  9. Pois, ocorre-me ainda dizer que grande parte dos portugueses não está assim tão carente de auto estima para termos um presidente tão paternalista e tão amigo do povo (ainda estou para descobrir onde fica a fronteira na nossa sociedade em que para um lado fica o povo, que tudo merece, e para o outro ficam os privilegiados, que tudo têm…). Nos já conhecemos o nosso valor e já sabemos o que merecemos, agora importante é passar à fase seguinte e obtermos realmente aquilo a que temos direito.
    Depois, vendo aquelas mega operações de fiscalização ou a capacidade instalada de aplicar e tratar multas de trânsito, e comparar depois com a actuação das forças de segurança em cenários deste tipo, ocorre-me questionar se as forças de segurança estão de facto focadas naquilo que é mais importante para as populações… e fico cheio de dúvidas…

  10. Não foi no parlamento, mas visto que é um representante do parlamento, bem podia ser mais comedido nas palavras…comentário fútil e provocador….os políticos só servem para isto??!?Enfim

  11. Estes Portugas gostam desta conversa fiada, desta conversa da Treta. Andamos nestas tretas há 43 anos. Quantos governos e presidentes já passaram? O que fizeram em relação a este problema? NADA!!!! O problema é este: limpeza das florestas e sua ordenação, e criminosos bem punidos!!

  12. cds, psd é tudo a mesma m… estiveram nos governos durante a maior parte do tempo desde o 25 de abril; que fizeram? na maior parte das vezes ou nada ou contribuírem para o saque a que o pais tem estado sujeito à quarenta anos. se estes energúmenos tivessem um pingo de vergonha estavam calados pois quando abrem a boca se não entra mosca sai m…

    • Sim. O senhor deve poder andar de cabeça bem erguida. Deduzo que o seu partido tenha feito muito pelos correligionários, perdão, pelo país. Emigre para a Venezuela que lá será feliz.

      • o que valer é vozes de b…; falar do que não se sabe e de quem não se sabe; só pode dar em comentários -usando um eufemismo- infelizes. Pena que aqueles imbecis que queriam ser promovidos sem ir para a guerra tenham dado a liberdade a tal corja de gado asinino; para por esta ralé na ordem só um António não chegava!

    • Infelizmente tenho de discordar de si. O PS também não se “portou bem” ao longo destes anos… Infelizmente…

  13. O mais essencial está a faltar, limpezas com destroçadores florestais nas bermas das estradas e junto às habitações, bem como abater todas as árvores com inclinação para o mesmo, respeitar as distâncias que constam na lei.

  14. Com tantas albufeiras á mão e, não se avista nenhuma boca de incendio nas zonas criticas.
    Tive de pagar 500euros pelo passeio, os proprietarios deveriam ser obrigados a plantar ate 5mt das estradas arvores com menos poder de combustão (sobreiros, nogueiras etc.)

  15. Perante esta tragédia , o governo poderia colocar as pessoas que recebem RSI e outros a fazer a limpeza das florestas , tratamento das mesmas e outros trabalhos necessários ao país.
    Logicamente que pessoas idosas com reformas de 250€ não terão 50€ ou mais dispensáveis para pagar a alguém que limpe os seus terrenos.
    Muitos passariam fome ou então não comprariam medicamentos essenciais.

    • “o governo poderia colocar as pessoas que recebem RSI e outros a fazer a limpeza das florestas”. Acho-lhe uma piada… para si, todos os que recebem RSI são uma cambada de preguiçosos, não é (e os “outros” sejam lá quem eles forem)? Mas… Porque não vai para lá também? Prestava um grande serviço e dava o exemplo!
      Se tivesse dito para se usar os militares (TODOS!) para fazer isso que sugeriu, (porque eles não servem mesmo para mais nada) aí estaria de acordo consigo!

  16. “o governo poderia colocar as pessoas que recebem RSI e outros a fazer a limpeza das florestas”. Acho-lhe uma piada… para si, todos os que recebem RSI são uma cambada de preguiçosos, não é (e os “outros” sejam lá quem eles forem)? Mas… Porque não vai para lá também? Prestava um grande serviço e dava o exemplo!
    Se tivesse dito para se usar os militares (TODOS!) para fazer isso que sugeriu, (porque eles não servem mesmo para mais nada) aí estaria de acordo consigo!

      • Confirmo! Os militares não servem para nada! Ou… Bem… Servem; mas não é para a sua função. Servem para apagar incêndios e pouco mais. Mas para isso há as coprporações de bombeiros, por isso…
        Não, não! Não estou confundido! Sei bem o que estou a dizer Eu! E digo com todas as letras, para que não tenha qualquer dúvida. NÓS NÃO PRECISAMOS DE FORÇAS ARMADAS!!! Percebeu? Só servem para gastar dinheiro de todos nós. Vão lá para fora, gastam-nos fortunas, e não fazem nada mais o que outros poderiam fazer). Só vamos lá atrapalhar. Invistam em segurança pública, na saúde e na educação (e nas corporações de bombeiros). As Forças Armadas têm um objectivo. Protejer-nos de ameaças exteriores e interiores. Então acha que se algum país nos quisesse invadir (talvez por distração…) as “nossas” Forças seriam capazes de o impedir? E; se tivessemos problemas internos… as forças de segurança não estariam cá para impedir e gerir? Não… Não estou a fazer qualquer confusão. mas há gente que acha (mesmo) que elas (FAP) são realmente necessárias. Crentes…

        • A única coisa que conseguiu confirmar foi a sua ignorância (e não só)!!
          Mas, já dizia o provérbio: “o ignorante é pouco tolerante”!!

          • Bem… Se ser ignorante é ser-se contra a existência das Forças Armadas, então sim, sou ignorante! Antes ignorante que amante da guerra e da morte! E sim! Não sou nem um pouco tolerante com tudo aquilo que representa a dor e sofrimento em prol de alguns poderosos que dominam o Mundo. Não é? Ainda bem que não sou como você.

            Nota: O comentário até era para a Sra Susana Gomes e não para si, mas vejo que ficou ofendido por um “brilharete” que não lhe era destinado. Será que também é masoquista? Não se preocupe. Deixe-me ficar na minha ignorância e fique no seu iluminado conhecimento. Fique bem.

            • “Amante da guerra e da morte”?!
              Bem… não vale a pena perder mais tempo com pessoas que insistem em falar de temas dos quais sabem ZERO!!…
              Deixo-lhe uma conhecida (e sábia) citação romana:
              “Si vis pacem, para bellum”
              “Se queres a paz, prepara-te para a guerra”.
              Agora, vá pensar nisso e talvez comece a compreender porque países como Portugal, Dinamarca, Noruega, Suíça, etc, etc, tem Forças Armadas!

            • Talvez seja melhor explicar. É que “Se queres a paz, prepara-te para a guerra” é, sem dúvida, a maior parvoíce que já ouvi. Quem acredita que, para fazer paz, é preciso fazer guerra… então “não vale a pena perder mais tempo com pessoas que insistem em falar de temas dos quais sabem ZERO!!…”
              Explique-me por favor, que sou um pacifista muita burro…

  17. Mais um parasita armado em engraçado…
    Viva a demagogia e falta de respeito pela memória e pela inteligência das pessoas… típico do CDS!…
    Deve estar esquecido que a sua “líder” foi ministra da agricultura, mas NADA fez!…

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