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Professores e funcionários do ensino privado também serão incluídos nos grupos prioritários

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António Cotrim / Lusa

No dia em que se ficou a saber que os professores e funcionários das escolas vão ter direito a vacinação prioritária, o coordenador nacional da task force esclareceu que a decisão da DGS incluiu inclui as escolas privadas.

Durante a entrega de unidades móveis de vacinação ao Ministério da Saúde por parte da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, Gouveia e Melo garantiu que “não há nenhum abrandamento [no processo de vacinação]”.

Nos próximos dez dias vão chegar mais de meio milhão de vacinas, disse, e o país irá continuar a adaptar a “velocidade” do processo “em função das vacinas que cheguem”. Até agora, e de acordo com os dados fornecidos pela DGS, Portugal administrou mais de um milhão de doses em dois meses.

Em relação às recentes alterações da DGS no que toca aos grupos prioritários – professores e pessoal não docente passam a estar incluídos -, Gouveia e Melo garantiu que os trabalhadores do ensino privado também vão ser incluídos nesse plano das autoridades de saúde.

O secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes, que também esteve presente no evento, não se alongou sobre o tema: remeteu mais detalhes para o plano de desconfinamento que o Governo vai anunciar esta quinta-feira, garantindo que a questão dos testes para evitar surtos “será tratada”.

Ainda assim, confirmou que a inclusão de docentes e não docentes está relacionada com o facto de o ensino ter sido o último sector a confinar, e por isso é prioritário que tenha prioridade no desconfinamento. Essa abertura, apontou o Secretário de Estado, deve ocorrer “de uma forma tranquila e segura e que gere mais confiança” na população.

Em comunicado, a DGS revelou esta quarta-feira que os professores e os funcionários das escolas vão ser incluídos no grupo prioritário a ser vacinado durante a primeira fase.

Informou ainda que atualizou as recomendações de utilização da vacina da Astrazeneca que passa agora a poder ser administrada a maiores de 65 anos.

  Ana Isabel Moura, ZAP //

6 Comments

  1. Boa! Não tarda nada todos os setores de atividades vão pedir para ser prioritários! Mas… Não consigo perceber o porque da necessidade de abrir as escolas! Não foi há muito tempo que disseram que eram os jovens os principais responsáveis pela propagação do vírus. E agora? O que mudou? Vamos abrir escolas para espalhar bem o vírus? E… Porque os professores e funcionários irão passar á frente de outras pessoas com patologias que não foram incluidas na primeira fase e, ao contrário do que dizem os “experts”, (da treta!) muitos deles são de risco, dando o exemplo dos doentes oncológicos (tanto os recuperados como os em tratamento)? É injusto! E tudo porque alguém disse que é necessário abrir as escolas! É necessário espalhar bem o vírus! Já não basta os portugueses, na sua maioria, não estarem a respeitar o confinamento. Quando as escolas abrirem vai ser o descalabro! Boa!

      • Senhor “Eu!”, parece que os seus argumentos desapareceram…
        Ora, apresenta lá o (s) motivo (s) pelo (s) qual (ais) considera que a mensagem do primeiro utilizador constitui um disparate.
        Sejamos sinceros… é realmente injusto termos de abrir tudo quando é certo e sabido que a situação não está controlada. O que se passa é que a DGS anda a martelar os números para dar corda ao que a escória política decidiu – tudo para a rua, que é melhor assim! 😉
        Fique bem, amigo.

        • Martelada anda essa capacidade de raciocinar!…
          Se se confina é porque vai falir tudo e vamos todos morre à fome; se se abre gradualmente, é porque está tudo marleado, a situação não está controlada e o vem aí o diabo!…
          Enfim… vá-se lá entender estas mentes pequeninas…

        • Eheheheheee… exacto; a culpa é apenas e só do governo!…
          Ainda bem que a matilha dos indignados se porta irrepreensivelmente… menos os negacionistas, claro – para esses o vírus nem sequer existe e é tudo um plano orquestrado por “eles” para reduzir a população mundial!…
          Vem aí a quarta vaga, depois a quinta, a sexta e por aí fora… se fosse a ti, nunca mais saía de casa!…

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