Sondagem dá vitória a Marcelo na 1.ª volta (com Ana Gomes no 2.º lugar). Presidente preocupado com abstenção

Pedro Pina / RTP / Lusa

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vence as eleições à primeira volta com 63%, segundo uma sondagem da Universidade Católica para a RTP e para o jornal Público, que coloca a ex-eurodeputada socialista Ana Gomes na segunda posição.

A sondagem dá a Ana Gomes 14% das intenções de voto, mais quatro pontos percentuais do que André Ventura, candidato e líder do partido de extrema-direita Chega (10%).

João Ferreira, o candidato apoiado pelo PCP, surge com 5%, dois pontos percentuais à frente da candidata do Bloco de Esquerda, Marisa Matias, que recolhe 3%.

Nesta sondagem da Católica, Marisa Matias está empatada com o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal, Tiago Mayan Gonçalves, que também recolhe 3% das preferências dos inquiridos.

Vitorino Silva, o líder do partido RIR, mais conhecido por Tino de Rans, está na última posição com 2%.

O estudo da Católica para a RTP e o Público indica ainda que 62% dos inquiridos dão por garantido que irão votar no próximo domingo.

Marcelo preocupado com abstenção

O Presidente da República e recandidato ao cargo, Marcelo Rebelo de Sousa, apontou esta quarta-feira uma segunda volta como provável, “quase inevitável”, no caso de a abstenção nas eleições presidenciais de domingo atingir os 70%.

Marcelo Rebelo de Sousa, que falava durante um encontro com alunos na Escola Secundária Pedro Nunes, em Lisboa, justificou no final aos jornalistas a decisão de continuar com ações de campanha, apesar da gravidade da evolução da covid-19 em Portugal, com o argumento de que “a democracia não se deve suspender”.

Durante esta iniciativa, o chefe de Estado e candidato presidencial voltou a assumir “a responsabilidade máxima por aquilo que corre bem ou mal” na gestão política do combate à covid-19 em Portugal, realçando que além de declarar o estado de emergência também assina os decretos de execução do Governo.

António Cotrim / Lusa

“Era mais cómodo dizer: a culpa é de Governo, naquilo que são pormenores, porque eu defini o quadro geral e o Governo executa – mas acho que não era honesto. Eu prefiro ser julgado daqui a quatro dias, qualquer que seja o sentido do julgamento, por aquilo que fiz, não fiz, o Governo fez, não fez, o parlamento autorizou ou não, porque se não neste país nunca ninguém é responsável por nada. Aqui, sou eu, pronto, sou eu, ponto final, parágrafo“, afirmou.

Perante cerca de 50 alunos sentados em cadeiras dispostas no auditório da escola, um antigo ginásio, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que, com a sua experiência de “analista político durante 50 anos”, já analisou todos os dados disponíveis e não tem “estados de alma” em relação aos resultados das eleições.

“Basta que a abstenção atinja 70% para tornar quase inevitável uma segunda volta, porque a abstenção pune em função da intenção de voto dos vários candidatos, atinge mais os que têm mais intenção de voto“, apontou.

No liceu onde estudou entre 1959 e 1966, o professor catedrático de direito jubilado, que se recandidata a Presidente da República apoiado por PSD e CDS-PP, considerou que “quem vai a uma eleição ganha ou perde e não fica mais infeliz por perder ou mais feliz por ganhar, é assim, faz parte da lógica das coisas”.

No final desta iniciativa, em que esteve perto de duas horas e meia à conversa com os alunos, a comunicação social perguntou-lhe se não deveria interromper a campanha e ficar no Palácio de Belém como Presidente da República.

“Mas eu sou sempre Presidente, ao mesmo tempo que sou candidato, e uma coisa que é fundamental é não dar aos portugueses, que devem votar no domingo, um sinal contraditório do apelo à votação“, respondeu.

Uma coisa é ir ponderando a resposta à pandemia, outra coisa é suspender a democracia. A democracia não se deve suspender“, acrescentou.

Em seguida, Marcelo Rebelo de Sousa fez um apelo à participação nas eleições de domingo, defendendo que “o dia da votação deve decorrer com os portugueses a perceberem que é muito importante votarem, que é muito importante votarem respeitando as regras sanitárias“.

O candidato presidencial mencionou que “inúmeras democracias assim o fizeram” durante a atual pandemia de covid-19.

“Acho que isso é uma maneira de mostrar um empenho na afirmação da democracia, não a suspendendo, não a paralisando, não a parando, não a adiando. Portanto, uma coisa é resposta serena e ponderada aos desafios da pandemia, outra coisa é afirmarmos a importância de vivermos em democracia, haja ou não pandemia”, reforçou.

Voto é um ato de “resistência contra o vírus”

O presidente da Assembleia da República considera que o voto nas presidenciais de domingo é uma forma de “resistência contra o vírus” e afirma que seria “inadmissível” uma eventual “suspensão” deste ato eleitoral por causa da covid-19.

Estas posições são transmitidas por Ferro Rodrigues numa mensagem de vídeo que dirige aos eleitores portugueses, fazendo-lhes um veemente apelo no sentido de que votem nas eleições presidenciais.

“Votar é uma obrigação indeclinável que as circunstâncias atuais não tornam impeditiva, como pudemos verificar no passado domingo, com a alta participação de quem exerceu antecipadamente o seu voto. Votar é uma das formas de defender a República e a democracia. Votar é também uma forma de resistência”, sustenta.

Uma resistência, segundo o presidente da Assembleia da República, “contra o vírus e o medo, e contra os que deles se querem aproveitar”.

Falando “em nome da assembleia representativa de todos os cidadãos portugueses, dotada de competências políticas, legislativas e de fiscalização”, Ferro Rodrigues vinca logo no início da sua mensagem que o Presidente da República “representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas”, sendo, “por inerência, comandante supremo das Forças Armadas”.

Tiago Petinga / Lusa

O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues

Ferro Rodrigues refere em seguida que, em democracia, os cidadãos são convocados, a intervalos regulares, para escolher os respetivos representantes através do voto, daí derivando a sua legitimidade.

Votar é um direito, mas é também um dever cívico, assente numa cidadania ativa e responsável, e cuja manifestação nos une enquanto comunidade nacional, independentemente de em quem escolhemos votar”, observa, antes de abordar a questão da atual situação epidemiológica complexa de Portugal.

“Presentemente enfrentamos uma pandemia, que se tem revelado devastadora a vários níveis, e encontramo-nos submetidos a um estado de emergência que nos impõe um dever cívico de recolhimento”, aponta.

O presidente da Assembleia da República refere que, na atual conjuntura de crise sanitária, “algumas vozes sugeriram que o ato eleitoral fosse, por isso, adiado, o que não é possível nos termos constitucionais”.

“Nem esta circunstância pode ser alterada, visto estarmos confrontados, desde logo, com a proibição constitucional de praticar atos de revisão constitucional na vigência de um estado de emergência. E adiar para quando?”, questiona igualmente.

De acordo com o antigo secretário-geral do PS, “face à evolução da pandemia, esse adiamento teria de ser para uma data indefinida, certamente longínqua, o que não é compreensível, nem mesmo admissível em democracia”.

Por outro lado, de acordo com Ferro Rodrigues, se não foi admitida nunca a suspensão do funcionamento pleno da Assembleia da República como órgão de soberania, “muito menos” se poderia admitir a suspensão de quaisquer atos eleitorais.

“Enquanto presidente da Assembleia da República, e em nome desta, apelo a que, no próximo domingo, as portuguesas e os portugueses exerçam o seu direito de voto, respeitando as regras sanitárias em vigor”, acrescenta.

ZAP ZAP // Lusa

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41 COMENTÁRIOS

  1. Tá bonito, tá. Só 60% dos que responderam é que vão votar?? Que valor tem a sondagem?? Porque será que eles disseram que votavam em A, ou B se não têm intenção em votar?
    Também é muito fraco o argumento do Sr. Presidente quando diz que uma abstenção de 70% torna inevitável uma segunda volta. Ele diz que é pelo facto da abstenção ser desfavorável aos mais votados. Não é isso o que dizem as sondagens! Ou os matemáticos não percebem nada do assunto ou então a sua preocupação é outra.

    • A abstenção prejudica os que estão à frente nas sondagens porque há a tendência, entre os seus eleitores, de considerar que a coisa está ganha e por isso não precisam de ir votar. Enquanto que aqueles que não têm o resultado garantido contam mais com a obstinação dos seus votantes.

  2. … A preocupação do Sr. Presidente é a seguinte: Se os eleitores forem, suponhamos, 10 milhões (isto porque não se sabe ao certo quantos são, já vi dados onde os eleitores são mais do que a população. Ora todos sabem que os menores de idade não votam), com base neste número podemos facilmente perceber que 70% são 7 milhões. Significa que só vão votar 3 milhões. Se votarem no Sr. Marcelo, 60% significa que votaram nele 1,8 milhões. Ora 1,8 milhões são 18% dos eleitores. Qual é a legitimidade de um Presidente eleito por 18% de eleitores??? Ele pode dizer que é o Presidente de Todos os portugueses?? Mais valia termos um Presidente Corta Fitas. Ao menos já sabíamos para que servia o Presidente!!

    • Caro Tony Silva,
      compreendo a sua posição.

      De facto, tendo em conta a pandemia, é muito complicado votar. E, realmente, um presidente eleito com menos de cinquenta por cento de votos não pode (hum… não deve) ser fixado. Mas o que quer que se faça? Marcelo, infelizmente, irá ganhar. 🙁

    • … e qual é a legitimidade de quem não vai votar voluntariamente merecer o que quer que seja? Corta-fitas ou não? Se não estão de acordo com nenhum, votam em branco.
      Que raio de argumento idiota, “como só metade quis votar, não vale”.
      Abstenção é puro desinteresse, por mais que surjam justificativas de fazer chorar as pedras.
      Para” passear o cão” já podem sair de casa e não há doenças.
      Apenas quem vota tem legitimidade de decisão em democracia livre, os outros aceitam, legitimamente, a decisão dos primeiros.

    • Em Portugal não existe voto obrigatório. Só contam os que entram nas urnas. E bem!
      Estarmos a contar qual a percentagem da população que vota não interessa para nada, essa abordagem só seria válida, se o voto fosse obrigatório.
      Agora… em relação aos que não votam… deveriam ser proibidos de falar ou criticar os orgãos eleitos, já que não tiveram participação na sua eleição.
      Temos todos de ter o dever civico de votar, de escolher o melhor para nós. Podemos não ganhar, mas mostrámos que estamos interessados em quem nos governa e não deixamos para os outros, a nossa escolha.
      Eu já fiz a minha. Domingo VOTO ANA GOMES.

      • Na remota hipotese dessa “senhora” ser eleita, tenho sempre a esperança de, com Biden, poder pedir asilo politico nos EUA. É que já não suporto mais este esquerdismo bacoco de quem vive com o pensamento no sec XIX (marxismo) e com o coração nos anos 30 e 40 do sec XX (democracia popular estalinista)

    • Então em que ficamos? Conclui que há 7 milhões de eleitores e diz que 1,8 milhões correspondem a 18%?
      Deixe de perder tempo a comentar notícias e vá aprender a fazer contas.

        • O amigo anda de facto muito baralhado. Não comente o que desconhece ou, se o fizer, procure informar-se primeiro. Nas últimas eleições legislativas estavam recenseados mais de 10 milhões e 800 mil eleitores!!!

        • Não é uma questão de não saber ler. É mesmo uma questão do Tony não compreender a realidade que o rodeia e, no entanto, tentar comentá-la. Depois dá no seu comentário, patético e surreal. Então passagens como: “isto porque não se sabe ao certo quantos são, já vi dados onde os eleitores são mais do que a população” são mesmo pérolas que por um lado revelam que o Tony não sabe quantos são os Portugueses e que por outro lado também não sabe quem compõe o grupo de eleitores. Parece que lhe está a escapar algo, que por acaso nas últimos eleições subiu 10 vezes!!! O Tony ainda lá há de chegar… um dia.

          • Sejas Asdrúbal, sejas Distraído seja lá quem fores já te disse para ir aprender a ler! Mas para além disso ainda também não aprendeste a fazer percentagens! O que te vai acontecer quando te falaram em em intervalos de confiança, margem de erro e em testes de hipóteses… Oi, vais mesmo ficar com essa cabeça feita num oito! Desiste!

            • Ai como tu andas. Estás bonito, estás. Agora vens aqui falar de intervalos de confiança, margens de erro, testes de hipótese… Obviamente que não fazes puto ideia do que falas. Caso contrário começarias pela amostra, que antecede tudo isso. E isso meu caro, só meia dúzia de pessoas em Portugal é que conseguem criar; pelo menos uma que seja bem representativa do país ou do universo em causa.
              Olha… os eleitores nas últimas legislativas em Portugal foram mais de 10 milhões e 800 mil !!! Obviamente que não fazias a mínima ideia.
              Consideraste a população Portuguesa 10 milhões – primeiro erro.
              Consideraste que 30% seriam jovens e não votariam – segundo erro.
              O terceiro erro, hás de lá chegar mas tens de puxar pela cabeça… que parece faltar. Mas força nisso que pode ser que ainda lá chegues.
              PS: Entretanto, quando quiseres, posso dar-te umas explicações de Estatística Descritiva, Estatística Inferencial, Econometria, SPSS,…

  3. … é claro que não votar voluntariamente exclui doentes, acidentados ou qualquer outro tipo de limitações que impeçam a deslocação voluntária. Que se tentou mitigar de forma deficiente (e quase caricata) com o voto antecipado, e que será sempre algo a melhorar, mas a abstenção já vem de muito antes e sabemos bem as razões.

  4. Se houvesse monarquia, como aliás em alguns dos países mais ricos e cívicos da europa, não estávamos aqui a gastar tempo e dinheiro com estas porcarias do voto em A ou B e a assistir a debates que enjoam pela sua pobreza de argumentos e ideias .
    Os portugueses tem demonstrado em todas as eleições um profundo descrédito na sua classe politica , com elevadíssimos graus de abstenção e esta é mais uma
    Um Rei é o símbolo de um país e não representa qualquer partido , mas sim todos, mas mesmo todos, os seus cidadãos
    A monarquia foi destituída por uma revolução , não por um referendo ou voto popular . Porque não permitem que o povo escolha ?

    • Sim, e se houvesse faraó em vez de rei nem precisávamos das religiões.
      Permitir que o povo escolha? O dom Duarte que se candidate que o povo logo diz o que acha dele.

    • O Asdrúbal deve ser descendente de algum dos autores ou mentores do regicídio de 1908…(?),talvez. Ainda dizem que é um país de brandos costumes!!

  5. Fiquem em casa, mas vão votar!! Se ficamos em casa como vamos votar?!?
    Isso já não é problema deles!
    Eles querem que se fique em casa, mas abrem excepção para votar!
    Ou seja, quem gostar de “cirandar” pode sair de manhã e dizer – se interpelado! – que vai votar !
    E pode “ir votando”, pelo menos até às 19h!
    O que permite que passeie o dia todo, salvo se deparar duas vezes com o mesmo polícia!
    O nível de estupidez dos nossos políticos está três furos abaixo de cão! Sim, sei que estou a ser “generoso”!

    • O problema não é do nível de estupidez dos nossos políticos.
      É mesmo do nível de estupidez do nosso de uma parte da população. Imbecis como o zé das iscas medram como cogumelos.

    • O problema do seu raciocínio é que se um gajo é apanhado à beira-mar ou perto de um curso de água a dizer que vai votar o bófia vai topar logo a jogada.

      POLÍCIA – Ó amigo então está aqui para votar?!!… Na praia?!…Sentado no paredão?!!… Quando a urna está em casa do caralh$ mais velho?!
      O GAJO QUE ESTÁ A DAR O GOLPE – Ó chefe.. vim refletir antes de exercer o meu direito… e dever cívico 😉

  6. É triste que a maioria dos comentadores aqui do sítio sejam sub-analfabetos… Então se ganhar André Ventura?? Sim, digam lá… Pois, estão a pensar que ainda é possível que ganhe a Sr.a Ana Gomes?? Pois talvez, se forem votar apenas os militantes do estalinismo…

  7. Para o “adepto” que defende o seu “clube”, mesmo contra todas as expectativas contrárias vai todo o meu respeito e admiração! Parabéns à Universidade Católica que tão bem tem defendido o seu ex-professor e dilecto candidato. Mesmo “mercenários de Deus” como os Templários ou o Estado Islâmico não teriam mais fervor!
    Temos também de dar os parabéns ao governo que com 23 milhões de publicidade paga, adiantada aos orgãos de comunicação social (Fornecedores do Costume), muito contribui para esta sondagem.
    Relativamente a estes assuntos Portugal é sempre igual!

  8. Podiam aproveitar uma altura destas (pandemia), em que nos encontramos com tantas restrições, para finalmente aderir ao voto eletrónico / voto online, mediante a leitura física e introdução dos códigos PIN dos CC.

    • Isso não vai haver nos próximos 10 anos. Quando se fala em voto à distância não é o voto online, mas sim o voto por correspondência. O voto online levanta uma série de questões ao nível da segurança.

  9. A respeito de sondagens deixem -me contar uma anedota que ouvi há muitos anos:
    Certa empresa necessita contratar um gestor entrega o caso a uma empresa especializada. Seleccionados 3 concorrentes estes são chamados a uma entrevista. O primeiro candidato entra, é um contabilista. A pergunta é: Exmo Sr. Qual é o resultado de 2 e 2. Resposta: pode ser 4 se for uma soma ou 22 se estiverem os algarismos ao lado um do outro. Ok. Obrigado depois dizemos qualquer coisa. Entra o segundo candidato. Uma pessoa licenciada em gestão. A pergunta repete -se. A resposta é: pois depende, poderá ser…Ok. Obrigado, depois contactamos. É chamado o terceiro candidato. Um economista. A pergunta é a mesma: qual o resultado de 2 e 2? Resposta: Quanto quer que seja?
    Quem acham que foi contratado?
    Assim são as sondagens de acordo com quem as encomenda.
    PS: não tenho nada contra os economistas.

  10. Todos sabemos que isto está um caus. Mas deixem-se de comentar o que não merece ser comentado e, no dia 24 levantem-se cedo e vão votar! É um DEVER e uma Obrigação cívica.
    Eu vou votar. Não voto na esquerda nem na Ana Gomes. Tenho o meu candidato e não deixo que ninguém substitua o meu VOTO!

      • Não está nada de quarentena. Nem o bicho lhe pega. O Eu! está a pegar de empurrão numa qualquer esquina de Viana do Castelo, antes de ir pegar no turno da noite nos estaleiros navais locais, que é onde trabalha.

  11. Eu gostava de perguntar a quem vota o seguinte.Com todos os votos nos políticos desde o fatídico 25 de Abril,porque razão continuamos o país mais miserável da Europa?

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