Com o fantasma fiscal em cima da mesa, Assunção Cristas e Catarina Martins mostraram que os opostos não se atraem

Paulo Novais, Hugo Delgado / Lusa

Esta terça-feira, Assunção Cristas e Catarina Martins protagonizaram o segundo debate político que antecede as eleições legislativas de outubro. Zero pontos de contacto, duas visões totalmente opostas para o país, impostos e um ajuste de contas com o passado marcaram o frente-a-frente.

Assunção Cristas e Catarina Martins concordaram em discordar no segundo debate político que antecede as eleições legislativas, transmitido esta terça-feira pela RTP3. Entre impostos, o fantasma do passado, investimento e igualdade de género, as líderes do Bloco de Esquerda e do CDS foram unânimes: não há pontos de contacto entre os partidos.

Trinta minutos de debate, com direito a pontos quentes, foram o suficiente para transparecer o óbvio: não haverá debate que oponha dois modelos tão distintos para o país como os que são defendidos nos programas eleitorais do Bloco e do CDS.

Coube a Assunção Cristas o arranque da discussão, naquela que foi mais uma oportunidade para a líder do CDS frisar que a prioridade número um do partido é a redução dos impostos. “A prioridade número um do CDS é libertar as famílias, as pessoas, as empresas da maior carga fiscal de sempre, que foi imposta por este Governo”, afirmou. Com o mote lançado em tom de provocação, acrescentou: “No programa do Bloco eu vejo um aumento da carga fiscal.”

À primeira investida da líder centrista, Catarina Martins contrapôs, recusando “esta ideia de um Portugal offshore, esta ideia de que nós afirmamos a nossa economia baixando os impostos sobre as empresas”. “A receita fiscal aumentou não porque as pessoas estejam com um esforço fiscal maior, mas porque a economia está melhor”, completou de imediato.

Se já era clara, a visão de Cristas tornou-se gritante: no programa do Bloco de Esquerda há mais despesa e impostos, fim de benefícios fiscais e taxas sobre mais-valias quando uma família vende uma casa para comprar outra.

“A proposta do BE para o futuro não é baixar impostos, é aumentar para a classe média. Diz no programa que quer acabar com 127 benefícios fiscais: deduções de saúde, para quem tem filhos pequenos, nas mais-valias de quem vende uma casa para comprar outra. O BE quer acabar com isso para combater abusos? Taxar a venda de uma habitação não me parece que seja abuso. O BE propõe-se aumentar a carga fiscal e a dívida para pagar o seu programa, como confessa em alguns pontos do programa”, argumentou.

Aconselhando Assunção Cristas a “ler melhor” o programa do seu partido, Catarina Martins ripostou, adiantando que “o que o Bloco propõe nas mais-valias tem a ver com o tempo que se tem o imóvel para taxar operações especulativas”.

E partiu para a ofensiva, adiantando que o CDS quer transformar o país num paraíso fiscal, em concorrência com outros Estado europeus. Em alternativa, o Bloco defende mais investimento público e uma reposição dos escalões de IRS, uma vez que “houve um enorme aumento de impostos no anterior Governo” PSD/CDS, do qual Cristas fez parte.

Beliscada, Cristas respondeu: “quer comparar um tempo de normalidade com um tempo de excecionalidade? O enorme aumento de impostos de Vítor Gaspar foi revogado pela carga fiscal máxima de Centeno”, que não teve que Governar com a troika em Portugal.

Para a centrista, que falou de uma “austeridade encapotada“, a maior carga fiscal “de sempre não tem a ver com a melhoria da economia, porque a carga fiscal subiu acima da melhoria da nossa economia”. Para Assunção Cristas, “o Estado apropriou-se da riqueza que as pessoas foram criando com o seu trabalho, e foi através dos impostos indiretos [que se fez este aumento de impostos], nomeadamente da sobretaxa sobre gasóleo e gasolina”.

A alternativa do CDS para colmatar os “erros” deste Governo é, portanto, reduzir impostos aproveitando o excedente orçamental do cenário macroeconómico apresentado pelo Governo em Bruxelas – 60% para baixar o IRS e em 40% para baixar a dívida.

Questionada sobre uma eventual redução da carga fiscal na próxima legislatura, Catarina Martins respondeu que acha “má ideia baixar impostos sobre quem deve fazer o seu esforço fiscal. Acho boa ideia desfazer o enorme aumento de impostos do Governo onde esteve a Dra. Assunção Cristas, e nós ainda temos ali uma parte para fazer”.

Investimento público vs investimento privado

Mas a carga fiscal seria apenas um dos primeiros choques frontais entre as líderes partidárias, que abriria espaço para ser criada – ou evidenciada – mais uma fenda que separa os programas eleitorais do Bloco e do CDS: investimento público ou investimento privado? Eis a questão.

O ponto de vista de Catarina Martins foi evidente: o investimento público vai ser “essencial” nos próximos anos. “Temos um problema: ou o país investe ou não seremos capazes de resolver os problemas que temos.”

Mais dinheiro para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e para a escola pública, que sofreram “cortes brutais no tempo da troika”, são as propostas. E no campo do financiamento público dos privados na saúde, Catarina Martins foi comedida em afirmar que o programa do BE defende situações de exceção – “quando o SNS não dá resposta é preciso contratualizar com o privado”.

Numa (quase) estreia, Assunção Cristas assume concordar “em absoluto” com Catarina Martins, nomeadamente no que diz respeito ao facto de que o país não avança sem investimento. No entanto, acrescentou logo de seguida que “tem de ser investimento privado, como provaram os últimos quatro anos“.

“Se houve coisa que puxou o país foi o investimento privado, não foi o público”, atirou a líder do CDS, esclarecendo que no âmbito da saúde e das creches, o partido defende um “Estado social de parceria“. “Temos listas de espera para consultas, atrasos nas cirurgias… O mais importante para pessoa é ter consulta ou operação em tempo útil, no público ou no privado.”

Parentalidade, igualdade e ambiente

Em matérias como parentalidade, igualdade ou ambiente, as líderes concordaram, mas pouco. Relativamente ao aumento da licença de parentalidade, o Bloco de Esquerda aperta a mão do CDS.

Mas como um debate de extremos não se faz num cenário cor-de-rosa, Catarina Martins não demorou em fazer uma ressalva, lembrando que o CDS chumbou essa proposta em julho. Não se deixando ficar, Cristas contestou, dizendo que em março de 2016 o seu partido já tinha defendido esse aumento, mas que o Bloco o tinha chumbado.

Com a igualdade de género em cima da mesa, Catarina Martins defendeu que, apesar das respostas diferentes apresentadas pelos partidos, “sentimos as duas a desigualdade de género da mesma forma”. Neste momento de aproximação, a líder do BE prosseguiu, afirmando que a precariedade provoca desigualdade e criticando os acórdãos que normalizam as agressões de violência doméstica, visando Neto de Moura e outros juízes.

Tal como é para o Bloco, é também para o CDS uma prioridade criar “condições para reequilibrar diferenças entre homens e mulheres. Aliás, é por isso, disse Cristas, que o partido insiste na licença de parentalidade a mãe, pai e avós e defende o “smart working e trabalho a partir de casa”, que permite mais facilidade na vida familiar.

Quanto ao ambiente, CDS e Bloco defendem a necessidade de centrar atenções em questões ambientais e, em especial, na escassez de água. Catarina Martins exige métodos agrícolas que não desperdicem água e quer negociações com Espanha; Assunção Cristas quer “pensar, estudar, avaliar do ponto de vista ambiental e fazer alterações estruturais” que protejam da escassez de água a médio e longo prazo.

Mais quente do que o primeiro, este foi o segundo debate televisivo para as eleições legislativas a colocar frente-a-frente duas líderes partidárias. Nas próximas semanas, os candidatos à Assembleia da República debatem medidas, quer na televisão, quer na rádio.

O frente-a-frente que se segue é transmitido pela SIC na próxima quinta-feira e coloca Rui Rio, do PSD, e Assunção Cristas, do CDS, na cadeira quente.

LM, ZAP //

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37 COMENTÁRIOS

    • Sr. João, a que se devem esses receios? “Os Comunas ainda continuam a comer criancinhas ao pequeno almoço”? Tal como o célebre boato que correu pelas aldeias do interior no pós Abril 74…Os tempos são outros…

      • Qual o país comunista bem sucedido? Diga um e calo-me. Todos acabam em desastre! Só PT tem um partido comuna… no resto da europa já foram todos corridos tal como os fascistas! É tudo farinha do mesmo saco!

        • Ah! Tem receio que o Partido Comunista venha a ganhar com maioria absoluta? E ser Governo? Não se preocupe…Em Portugal, para já e nas próximas eleições, esse cenário não existe…Falou de outros Países e Portugal na actualidade? “O passado morreu, como diz o poeta”!

            • Mas olhe que o Manel parece perceber que o PCP já teve melhores dias. Até a margem sul já perdeu. Qualquer dia fica confinado a meia dúzia de pequenos municípios do Alentejo.
              O PCP nestas próximas eleições vai ser ultrapassado a grande velocidade pela malta das brocas.

            • Faça pesquisa no Google ou consulte uma Enciclopédia…Peço desculpa, mas o assunto aqui tratado não é esse…Eu vivo em Portugal…

            • O Manel não tem argumentos. Olhe Manel… em muitos anos de muro nunca vi ninguém a saltar para o lado de lá. E com esta me fico.

        • Quantos países “comunistas” conheces?!
          Quando encontras um, diz – para vermos se é bem sucedido ou não!…
          Entre “partido comunista” e “país comunista” ainda deve ir algum diferença, não?!
          Pois…
          “Só PT tem um partido comuna…”?
          Em que planeta vives?

  1. Em termos futebolísticos foi uma goleada total de Cristas à Catarina. Acho que nunca tinha visto nenhum debate tão demolidor. A expressão da Catarina era mesmo de quem estava totalmente impotente face à quantidade e qualidade de argumentos.

    • Para que servem os argumentos ou promessas? Cristas já foi Ministra…Quais as boas acções deixadas, ao serviço do “Gaspar e Companhia”?

      • Bem, o governo que refere conseguiu reduzir um défice de 11% para 3%. O atual apenas de 3% para 0% (próximo disto).
        Depois esquece-se que mesmo numa situação de bancarrota o anterior governo não atingiu o nível de impostos que o atual governo conseguiu. É de facto um feito. O maior de toda a história. Paralelamente tivemos o menor investimento público das últimas décadas (mesmo comparada com o governo que o amigo critica e que estava sob o espartilho da Troika). Isto tudo ainda é mais grave porque a gigantesca carga fiscal traduz-se com o facto de todos os serviços públicos estarem piores. É de facto um enigma o que terão andado a fazer com todo esse dinheiro adicional cobrado em impostos, até porque nestes últimos 4 anos a dívida pública em valor absoluto subiu!!! Houve assim mais receitas fiscais, menos investimento público, a dívida pública aumentou (logo não se amortizou dívida)… para onde terá ido o dinheiro? Para a despesa corrente. E o PS é bom na despesa corrente que uma vez mais ficará para os futuros governos.
        E pelo meio de tudo isto descemos algumas posições no ranking do pib per capita no espaço europeu. É de facto um feito enorme o deste atual desgoverno. Só miséria. Em tempos ótimos para governar e com o país muito melhor do que aquele que foi herdado pelo anterior governo, o melhor que conseguiram foi aumentar dívida, cobrar mais impostos, piorar os serviços públicos, nomeadamente o SNS, descer no ranking europeu (perdendo para todos os países do nosso campeonato), e pelo meio ainda conseguiram fazer muitos negócios em família, nomear familiares para o governo e toda a função pública, promover zeros à esquerda a funções em que se exigia no mínimo conhecimento, experiência e competências (daí tantos mortos nos incêndios)…
        Mas nem tudo foi mau. Pela positiva Este governo conseguiu recuperar mais duas caixas do que aqueles que tinham sumido de Tancos. E ainda procurou encobrir tudo. E se o ministro da defesa sabia, acha mesmo que o primeiro-ministro não sabia?

        • E o pior do seu texto é que é mesmo realidade. Se fosse ficção ainda era como o outro, mas o amigo retratou bem o que se passou nestes 4 anos. Infelizmente os portugueses contentam-se com pouco e acham que este governo já fez muito pelas suas vidas. Este governo poderia e deveria ter feito muito mais. Tinha tudo para o poder fazer e apenas aumentou dívida e deteriorou os serviços públicos.

        • Muito Obrigado. “A malta já andava a ficar deprimida”!É certo que devido aos efeitos da grave crise e conjuntura Internacional…Um dos grandes méritos desta solução governativa, foi a reposição de direitos, “então roubados”, a confiança e a “baixa da moral que já andava a reinar por aí”… Boa sorte…

          • Não foi só da grave crise e da conjuntura internacional. Alguns dos que pertenciam ao figurino caminham a passos largos para a pildra e outros até já lá estão. Esquece-se do Sócrates, do Vara, do Pinho e de muitos outros membros de um enorme gangue que roubou tudo o que pôde.

            Quanto aos direitos que diz roubados, agradeça o facto ao governo do 44 e ao Costa. De facto com um país com uma mão à frente e outra atrás e sem crédito no mercado (por isso foi necessário a Troika… muito embora o amigo essa parte pareça não ter entendido) o que é que pretendia mesmo? Terem-lhe pago os salários foi uma sorte. Porque quando o 44 e o teixeira dos santos finalmente pediram ajuda já nem para o mês seguinte tinham dinheiro. Se não sabe procure informar-se, sempre evita fazer figura de urso. E quanto à “baixa da moral” o seu amigo Costa sempre nos deu um campeonato europeu. Pessoas como o amigo seguramente se contentam com esse feito. Parabéns pela bola!

            • São pessoas como este Lusitano, que se contentam, com um governo e um primeiro ministro, que evidenciam um flagrante défice de preparação. Sem estratégia e tudo em família, o que fizeram nestes 4 anos foi colocar o país de pantanas, em praticamente todas as áreas da governação.

          • Este lusitano é um pouco brejeiro. A malta, a baixa da moral, só falta mesmo o “pá”. Então pá, tu não te amanhas a escrever aqui algo com pés e cabeça?
            Pertenceste ao gangue? Sacaste a tua parte? Pela conversa… suspeito que te andas ou andaste a encher.

            • Mal disposto? Que linguagem é essa? “E eu é que sou brejeiro”…Mais investimento em Educação também vai ser necessário…

            • Finalmente compreendo o típico eleitor do PS. O Lusitano é um belíssimo representante dessa espécie. É alguém desprovido de conhecimento sobre economia e a quem basta jargões ouvidos em qualquer tasca à hora de encerramento como “a malta estava deprimida”, “roubo de direitos”, “baixa da moral”…
              É pena que todos tenham direito a votar. Deviam ter um conhecimento mínimo de economia. Mais não seja evitava que perante argumentos claros citados pelo “Uma verdadeira goleada de argumentos”, esta criatura autodenominada de Lusitano viesse aqui demonstrar toda a sua boçalidade.

          • Roubados pela bancarrota Sócrates e pela troika que o partido socialista chamou, para nos prestar socorro, quando viram que os cofres do Estado estavam vazios.

          • O grande mérito desta solução foi salvar um político que estava morto, com 3 derrotas eleitorais seguidas – o indiano Costa.

        • Olha que “artista”…
          Numa notícia sobre Cataria do BE e a Cristas do CDS (que foi ministra quando andaram a vender o país ao desbarato e assinou de cruz a resolução do BES (enquanto jurava que não iria ter custos para o contribuinte!)), realmente o melhor é baralhar tudo para perecer que a beata advogada do CDS (que ainda não se percebeu se está a trabalhar para os portugueses ou para os seus clientes no escritório de advogados), não teve nada a ver com a venda do país em saldos!…
          A melhor parte foi a de Tancos… será que Catarina do BE também participou?

          • Artista és tu e a tua avó! Parece que ainda te custa a entrar nessa cabeça oca que tiveram de ir os anéis mas ficaram os dedos. Não havia outra alternativa. Como dira o Gaspar: ” Quer parte da frase não há dinheiro é que tu ainda não percebeste”
            E depois ter empresas públicas como a CGD para andar a fazer favores aos amigos, a PT para colocar os filhos de todos os políticos nacionais e ainda para o 44 fazer as suas negociatas… mais vale mesmo vender tudo. Assim, acaba-se a fatura anual a suportar com essas tretas.

            • A(s) minha(s) avó(s) já estão enterradas há muito tempo – assim como a tua educação e inteligência!…
              Claro que culpa é toda da Catarina/ BE…
              A Cristas/CDS (+ PS e PSD) não tem nada ver com esses problemas…
              Claro, vender tudo… mais um argumento brilhante, em linha com os outros…

    • Que porratada levou a sirigaita do bloco de esquerda. Cristas riscou-lhe completamente a sua habitual cassete.

    • A Catarina era a maluca com aquela cara de ganzada e olhos esbugalhados.

      Ja a Cristas com aquela cara de colegial e aquelas beicas…

  2. Caro Salto à Vara. Só saltavam para o lado de cá? Se nunca viu, morava numa casa com uma vista excelente… Para que é que continuam a construír muros? Já reparou no muro que andam a construír nos Usa? Na Fronteira com o México? Ainda por cima um País Capitalista…Mas que Praga!

    • Mas olhe que esse muro que refere nos US of A é para conter os outros de saltarem para o dito país mais capitalista do mundo. Tente outra vez…

      • E quem são esses outros? São animais? Capitalistas? Comunistas? No Século XXI tenho dificuldade em compreender quaisquer tipo de muros e outras barreiras…Fique lá com os muros que entender…

  3. catarina martins não consegue ganhar para comer com o teatro e vem para a politica com as suas palhaçadas descreveis é a pior deputado dos 230 que mamão á nossa conta …

  4. Teoria geral da evaporação de águas das barragens - II, Prof. Catarina Martins. Faculdade da Moca da Universidade do Bitaite

    Gostei especialmente da teoria geral da evaporação das águas das barragens.
    Segundo esta brilhante teoria comunicada ao mundo em primeira-mão pela Prof. Catarina Martins ficámos todos a saber que o principal problema quando se constrói uma barragem é que a água evapora.
    Este novo axioma revolucionou por completo a forma como a hidrologia evoluirá daqui para a frente.

  5. O GOVERNO NA QUAL O IRREVOGÁVEL POTAS PERTENCEU E E a CROSTAS FOI O PERÍODO EM QUE HOUVE A MAIOR CARGA FISCAL DE SEMPRE. DESEMPREGO, EMIGRAÇÃO, CHUMBOS NO TRIBUNAL C, REFORMADOS DE BOLSOS VIRADOS, CABELOS GRISALHOS , A POLÍTICA DO MEDO, CATASTROFISMO, VENDA DAS EMPRESAS ESTRATÉGICAS AOS CHINESES .OS PORTUGUESES SOFRERAM OS MAIORES SACRIFÍCIOS. AUSTERIDADE AUSTERIDADE QUE SE BASEAVA NO RETROCESSO . FOI O TEMPO DA MÁ MEMÓRIA QUE OS PORTUGUESES NÃO QUEREM NUNCA MAIS. FOI O TEMPO DO ULTRA LIBERALISMO . TUDO PARA A BANCA E GRANDES GRUPOS ECONÓMICOS.

  6. BANCARROTA DO M sOARES duas vezes e um décimo terceirto mês na gaveta. E o FMI.Quando a Cristas tiver 3% e o Rio 15% sairão pelo próprio pé.
    O PS destacou-se pelos bons resultados obtidos. Coisa que as direitas que agora são praticantes do ultraliberalismo não o fizeram nem o fazem, por muitas promessas que façam. Basta ver o que o reinado de P. Coelho fez . A associação cds/psd não deu resultados . Era preciso uma nova política.
    Os portugueses vão agradecer ao Costa nas próximas eleições pela forma como foi capaz de estabelecer um entendimento político , que fez com que os portugueses saíssem da austeridade, desemprego, emigração , lutas com o TC perdidas e que a credibilidade perdida fosse retomada.

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