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Norte-americanos vacinados podem encontrar-se entre si. Israel começou a imunizar palestinianos

O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos (EUA) informou, na segunda-feira, que os cidadãos norte-americanos totalmente vacinados contra a covid-19 podem reunir-se com outros vacinados dentro de casa, mantendo o uso de máscara e distanciamento em espaços públicos.

De acordo com as informações disponíveis na página oficial do CDC, pessoas totalmente vacinadas também podem visitar pessoas não vacinadas, desde que sejam apenas de um agregado familiar que ninguém esteja em risco de desenvolver doença grave se contrair o vírus, avançou o Público.

Esta medida deixa espaço para alterações consoante novos dados surgirem, com o centro a não excluir a possibilidade de pessoas totalmente vacinadas desenvolverem infeções assintomáticas e espalharem o vírus inadvertidamente.

Os cidadãos totalmente vacinados não precisam de fazer quarentena ou serem testados se tiverem sido expostos ao vírus, desde que não desenvolvam sintomas de infeção. Se desenvolverem sintomas, terão de se isolar, fazer teste e contactar o médico.

Israel começou a vacinar os trabalhadores palestinianos

Israel atingiu na segunda-feira a vacinação de cinco milhões de pessoas, no mesmo dia em que começou a imunizar os cerca de 100 mil palestinianos que trabalham no país, relatou o Jornal de Notícias. O país continua a liderar nas campanhas de vacinação em curso.

A comunidade internacional criticou essa disparidade temporal e alertou para o aumento do fosso entre países mais ricos e países com menor capacidade de aquisição de vacinas. Até segunda-feira, a Autoridade Palestiniana, que gere as regiões autónomas no território ocupado por Israel, tinha recebido doses de vacinas suficientes para seis mil pessoas.

Maduro usa sotaque russo após receber vacina Sputnik V

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, recebeu a injeção da primeira dose da vacina russa Sputnik V e gozou com o sotaque russo enquanto falava para a comunicação social venezuelana, momento captado pelas câmaras e divulgado pelo El Mundo.

O Presidente agradeceu a “Deus e à ciência russa”, imitando de seguida o sotaque russo, começando por dizer que não sentia nenhum tipo de efeitos, e depois com palavras inventadas que relembram a pronúncia russa.

  Taísa Pagno //

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