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França acaba com máscara no exterior (e Espanha vai pelo mesmo caminho)

Em França, o uso de máscara na rua deixa de ser obrigatório a partir de quinta-feira. Espanha deverá seguir o mesmo caminho “em breve”.

O uso de máscara no exterior deixa de ser obrigatório em França a partir de 17 de junho e o recolher obrigatório às 23h00 acaba no dia 21 de junho, anunciou esta quarta-feira o primeiro-ministro francês, Jean Castex.

“O recolher obrigatório às 23h00, que se devia aplicar até dia 30 de junho, deve acabar a partir deste domingo, seis dias antes da data prevista”, disse o governante após o Conselho de Ministros que decorreu esta manhã.

As duas decisões vêm no seguimento de várias semanas consecutivas de decréscimo de novos casos e de casos graves de covid-19 nos hospitais franceses.

Nos últimos dias, várias festas selvagens após o recolher obrigatório levaram as autoridades a dispersar grupos de centenas de jovens nas grandes cidades. “Vivemos um momento importante, um momento feliz, um momento de regresso à vida normal”, declarou Jean Castex.

A obrigação de utilização da máscara no exterior vai terminar já na quinta-feira, mas a máscara continua a ser obrigatória dentro de todos os espaços fechados.

O primeiro-ministro pediu ainda aos franceses que se vacinem, após as autoridades terem encurtado o período de espera entre a primeira e segunda dose da vacina para três semanas. Também os jovens entre 12 e 17 anos já se podem vacinar.

Também na vizinha Espanha, as máscaras vão deixar de ser obrigatórias “em breve”, escreve a Renascença.

Em breve, vamos abandonar as máscaras na rua. Em poucos dias, teremos mais de 15 milhões de pessoas com a vacinação completa e, em poucas semanas, 50% da população com pelo menos uma dose”, afirmou o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, numa conferência de imprensa durante um fórum empresarial.

Em Portugal, e depois da aprovação do projeto-lei do PS, na semana passada, a obrigatoriedade de uso de máscara em espaços públicos foi prolongada por mais 90 dias – até 13 de setembro.

  Liliana Malainho, ZAP // Lusa

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