//

Abandonar Aeroporto do Montijo e apostar em Alcochete custará ao Estado tanto como “15 hospitais”

69

Tiago Petinga / Lusa

Pedro Nuno Santos, Antonio Costa, Augusto Santos Silva: o núcleo duro do Governo no Parlamento

O Aeroporto do Montijo está, de novo, em águas de bacalhau, mas se o Governo tiver mesmo de abandonar o projecto, o Estado terá de desembolsar uma indemnização de 10 mil milhões de euros. Além disso, os custos de construção da alternativa Alcochete são muito superiores.

O contrato assinado entre o Estado português e a Vinci, a empresa francesa que detém a ANA – Aeroportos de Portugal, prevê uma indemnização no caso de quebra do acordo.

O valor deve ser calculado, segundo a cláusula do contrato, com base nos ganhos da empresa nos próximos 40 anos, pelo que rondará mais de 10 mil milhões de euros, conforme avança o Diário de Notícias (DN).

Na semana finda, a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) chumbou o projecto do Aeroporto do Montijo devido aos pareceres negativos das Câmaras de Moita e Seixal, ambas lideradas pela CDU.

Depois disso, o Governo anunciou que vai avançar com um pedido de Avaliação Ambiental Estratégica de soluções alternativas, mantendo a opção Montijo em cima da mesa e recuperando a possibilidade de o novo aeroporto se construir no Campo de Tiro de Alcochete.

Entretanto, o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, anunciou também que o Governo vai mudar a actual lei de modo a tirar o poder de veto às autarquias neste tipo de projectos de cariz nacional.

PSD “forçou” regresso de Alcochete às opções

O Governo mantém como solução preferida o Montijo para a localização do futuro aeroporto e a opção Alcochete voltou à mesa das possibilidades por insistência do PSD, de acordo com o Expresso.

O semanário nota que o PSD “forçou que Alcochete entrasse na equação” como uma forma de viabilizar a mudança de lei para tirar poder às autarquias.

Rui Rio sublinhou publicamente que só aceitaria mudar a lei se esta não se aplicasse apenas ao caso do Montijo.

O Governo e a direcção do PSD, com a participação do próprio Rui Rio, mantiveram “negociações” nos últimos meses que culminaram com a inclusão da opção Alcochete na Avaliação Ambiental Estratégica solicitada pelo Governo.

“Solução terá um custo equivalente a 15 hospitais”

Mas a eventual aposta em Alcochete, que já teve uma avaliação de impacte ambiental positiva e que é a solução preferida por alguns, poderá sair bem mais cara do que o Montijo.

Além da questão da indemnização à Vinci pela quebra contratual, é preciso também considerar que os custos de uma obra construída de raiz em Alcochete seriam cinco vezes superiores.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Assim, em vez dos 1,5 mil milhões do Montijo, estaríamos a falar de verbas da ordem dos 7,6 mil milhões, segundo dados do DN.

O presidente do Conselho de Administração da ANA, José Luís Arnaut, alerta precisamente para esse disparar dos custos, caso o Montijo seja abandonado.

“A ANA estará cá para colaborar com a decisão que o Governo vier a adoptar”, atesta Arnaut citado pelo Expresso.

Mas também alerta que “os portugueses é que têm de saber se querem uma solução que não onere os contribuintes e que seja rápida, o Montijo, ou se querem optar por uma solução que terá um custo para o país equivalente a 15 hospitais, Alcochete”.

  Susana Valente, ZAP //

69 Comments

  1. É o governo que temos. Apostam as fichas todas mesmo sabendo que há mais chances de perder. E lá vão mais 10 milhões para o buraco que o povo anda a tapar mas que cada vez está maior. Eu ainda não tenho mas, não se admirem que haja quem já sinta saudades do Salazar. CHEGA!!!!!!!!!

    • CHEGA de ignorância, que é sempre má conselheira!…
      Quem assinou mais este contrato ruinoso para o país foi o “privatizador/salvador” Passos em 2013!!
      E não são “apenas” 10 milhões; são 10 mil milhões!…

  2. Estes esquerdalhas não dão Ponto sem nó. Tudo bem feito para caso se construa ou não, o dinheiro corrupto para distribuir pelos envolvidos no esquema caia sempre na conta. E os tugas deixam andar, só saem à Rua quando já não houver nada a fazer. Consequências da iliteracia e da ignorância.

    • Eu não diria apenas os esquerdalhas, mas sim os políticos no geral, pois quem vendeu a ANA foi a direita e o contrato com uma série de cláusulas foi assinado por partidos de direita, subscrito novamente pelo PS.
      Por isso aqui estão todos no mesmo barco, e deviam ser todos responsabilizados por contratos lesa pátria.
      Eu nem sei porque se continua com tantas brigas entre esquerda e direita quando eles caminham o país na mesma direcção, com ligeiras nuances.

  3. Os 7,6 mil milhões do custo de Alcochete é para a obra completa do aeroporto que inclui 2 pistas. O custo de um primeiro módulo com uma pista (maior que a do Montijo) e uma aerogare é certamente inferior e comparável ao custo do Montijo

    • É isso mesmo Mário.
      Este pessoal, comentador a qualquer custo, anda por aqui a querer confundir tudo e todos. Só com o objetivo: Confundir a malta e despejar a responsabilidades só, em quem não é da sua cor.
      Convém também perceber de quem foi a ideia do aeroporto no Montijo e quem assinou o projeto com essas clausulas de indemnizações de 40 anos de lucros hipotéticos ,sem saber se o mesmo tinha viabilidade.
      E já agora não tendo o projeto viabilidade pelos mais variados motivos, a responsabilidade não cabe às duas partes? É isso que não compreendo!
      Ambas as partes assinam um projeto, sem que tenha sido verificado primeiro a sua viabilidade. Ambas as partes são responsáveis, não será?
      Por essa lógica até convinha à ANA ter assinado o aeroporto em cima da Torre de Belém e depois pôr os portugueses a pagarem os próximos lucros não obtidos, pela inviabilidade do projeto…

  4. Boa tarde. Porque é que temos que indemnizar a Ana?. Há só uma troca de sítio, Para a Ana, qual a diferença entre estar Montijo, Alcochete ou outra localidade. Há contratos assinados, mas pode-se dar a exploração a outra empresa.

    • Porque o Passos e amigos assim definiram no contrato celebrado em 2013 (válido por 50 anos!) – mais um excelente negócio… para a Vinci, claro!…
      Na notícia há link para a notícia original do DN onde isso está explicado.

      • Ve la bem os contratos, o passos não era ministro quando se assinou.
        Uma mentira repetida muitas vezes, não se torna realidade, por muito que tentes.
        Alias, foi o passos que acabou com o TGV e atrasou com o aeroporto … não havia dinheiro e tínhamos de pagar o que o Sócrates pediu…

        E não está em causa direita ou esquerda, no final, acabam todos por entrar no mesmo vício de encher os bolsos aos amigos.

        • O quê?!
          Porque continuas a tentar negar a realidade, quando eu já coloquei aqui quem assinou os contratos e a suas data?
          Curiosamente, dizes que não foi o Passos, mas não dizes quem foi…
          O Passos não era ministro em 2013?
          Pois não; era Primeiro Ministro!
          Estas condições estão no contrato de privatização da ANA assinado em 2013 pelo governo Passos/Portas com a Vinci.
          .
          O TGV não tem nada a ver com esta situação e, na verdade, já devia ter sido construído! Não o TGV do Sócrates, mas um comboio mais rápido e mais moderno – que teria custado praticamente o mesmo que se tem gasto em tentativas de melhoramento de comboios velhos.
          Escapa o Alfa cuja modernização o tornou aceitável para os padrões actuais.

          • O quê?!
            Porque continuas a tentar afirmar a realidade, quando eu ainda não coloquei aqui quem assinou os contratos e as suas datas?
            Curiosamente, dizes que foi o Passos, mas não dizes quem foi…
            O Passos não era ministro em 2013?
            Pois não; era Segundo Ministro!
            Estas condições não estão no contrato de privatização da ANA assinado em 2012, pelo governo Passos/Portas com o Leonardo da Vinci.
            .
            O TGV tem tudo a ver com esta situação e, na verdade, já devia ter sido construído! Não o TGV do Sócrates, mas um comboio mais lento e menos moderno – que teria custado praticamente o mesmo que se tem gasto em tentativas de melhoramento de comboios novos.
            Escapa o Alfa, cuja modernização não o tornou aceitável para os padrões atuais.

  5. Está tudo doido.
    Esqueçam Beja que é apenas mais uma fífia politica do PS. Aquilo nem para suporte ao Algarve serve. Basta analisarem a estrutura do fluxo turístico de Lisboa para perceberem.
    Todas estas soluções pífias são da responsabilidade PS – Ota, Montijo (outra solução tecnicamente inviaável independentemente das opções ecologistas).
    Vamos estudar de novo o que já foi estudado em 1973 – Alcochete?
    Força!!!!!

  6. Mudar o Aeroporto para Alcochete? O custo é muito superior do que fazer 11 hospitais!!!!.
    Ficaria no Montijo e depois faziam Hospitais e Escolas, dado que a Saúde e Educação precisam muito mais que fazer um Aeroporto em Alcochete com custos elevados para um país mais corrupto da Europa e o Quinto no Mundo.
    É o Governo Xuxualista que temos com a formação da Geringonça e o Sócrates com o JAMé… JAMÉ…
    Há interesses que seja Alcochete que muitos compraram imoveis e terrenos para se apoderarem de grandes lucros e assim a corrupção e o roubo aumenta cada vez mais.
    ACORDEM PORTUGUÊSES
    Porque os Processos em Tribunal com Ivo Rosa vai tudo ficar arquivado, já prescreveram vários processos e assim vai acontecer até á exaustão, como foi o processo da Casa Pia…e muitos outros.
    VIVA PORTUGAL SEM GENTE QUE LEVA PORTUGAL PARA O ABISMO.
    ACORDEM PORTUGUÊSES

  7. Não têm dinheiro estejam quietos! O aeroporto não é prioritário. Não há movimento aéreo que justifique e não se sabe se vai voltar a haver. Portugal tem três aeroportos internacionais e o tamanho de uma província de Espanha. Pode ter um bom aeroporto mas não tem de ser em Lisboa.

  8. Estar a pensar em aeroportos no meio de uma pandemia que veio revoluir tudo o que é viagens e tráfego aéreo talvez não seja o mais importante nesta altura
    Mais valia estarem quietos e reavaliarem se os aeroportos actuais até são mais que suficientes
    Mas claro se no futuro o novo aeroporto não tiver o tráfego esperado e não for rentável o contrato deve prever que o estado pague mais indemnizações como sempre

  9. Uma solução que não prejudicasse os interesses do país seria Beja! Para que serve aquele elefante branco? Nem Montijo nem Alcochete! Zonas com uma população a crescer, com terrenos agrícolas, de aluvião, de primeiríssima qualidade,( com três colheitas de batatas anuais, às portas da capital e nós a comermos batatas francesas! Onde está a ministra da agricultura que ninguém ouve falar dela?) com uma fauna específica
    ( até flamingos!!!) que pode causar sérios danos à aviação já para não falar do ruído constante a que estas populações irão ficar sujeitas !!! Mas quem toma tais decisões?!! O ministro do ambiente é apenas um proforma, nem vale a pena mencioná-lo, no meio desta confusão!!!

      • Se fizéssemos um referendo, Badajoz… ou Madrid, venciam com grande margem para aeroporto de Lisboa são só 2 ou 5 horas!!!

        Haja paciência, desde quando o aeroporto de Lisboa ficaria bem em Beja !!!

        Temos o Porto a 2 e meia de Lisboa por comboio e com infra-estruturas já existentes e vamos pensar em Beja !!!
        Se é para ser o aeroporto da capital, deve de ser como no resto do mundo ao redor da capital, seja la Alcochete ou o raio que o parta, se bem que ainda estou para perceber a necessidade de mais um aeroporto no país quando o Porto, Beja e Faro estão bastante em baixo da capacidade e sem certezas no mundo do turismo e aviação depois da pandemia …

  10. Monte Real melhor mais útil melhor localização e desejado pelos municípios de toda a região Centro do País.
    Só os dinheiros gastos em estudos dava e sobrava para terem construído em Monte Real

  11. Aos anos que andam a discutir o novo aeroporto já deu tempo para construir uma pista de Bragança a Faro e assim o país teria ficado todo servido com o novo aeroporto! A opção Montijo segundo consta interfere imenso com a biodiversidade existente, pelos vistos também já muito rodeado de habitações, pouco espaço para aumentar parece também ser o caso e ao que parece com estas condições terá um limite curto de vida. O barato poderá daqui por alguns anos ficar muito caro ao país. É estranho que neste país não se ponham de parte os interesses partidários e os de determinadas empresas e se opte por uma solução justa e futurista.

  12. Custará ao Estado aquilo que “certas pessoas em nome de todos” se comprometeram a pagar por NADA AINDA FEITO. Gostaríamos todos de saber porquê, como, com que contrapartidas e em nome de quem se promete pagar 10 mil milhões de euros em indemnizações para privados. Quanto é que os assinantes, em nome do Estado, vão receber nas suas off-shores? Sim, ninguém assina uma estupidez dessas sem ser “uma inteligência pessoal. Quem é que assinou isso e quem é que autorizou isso (o verbalmente – O CHEFE MÁXIMO TAMBÉM CONTA, O QUE NUNCA ASSINA E RECEBE A FATIA DE LEÃO -. EEm Portugal já só falta ver e3 mesmo VACAS COM ASAS.

    • Foi aprovado em conselho de ministros no fim de 2012 e assinado no dia 21 de Fevereiro de 2013 por estas “peças”:
      “Governo assina contrato de venda da ANA”
      “A assinatura decorre às 15h30 no salão nobre do ministério das Finanças, e contará com a presença do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, e ainda o presidente da Vinci Airports, Nicolas Notebaert, o CEO da Vinci Concessions, Louis-Roch Burgard e ainda os presidentes da Parpública, Joaquim Jorge, e da ANA, Jorge Ponce Leão.”
      DinheiroVivo.pt, 20 Fevereiro 2013

      • Foi reprovado, em Conselho de Ministros, no fim de 2008, e assinado no dia 19 de Fevereiro de 2012, por estas “peças”:
        “Governo assina contrato de venda da ANA e da ZARA.”
        “A assinatura decorre às 10h30, no salão nobre do ministério das Finanças, e contará com a presença do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, e ainda, o presidente da Vinci Airports, Nicolas Notebaert, o CEO da Vinci Concessions, Louis-Roch Burgard, e também os presidentes da Parpública, Joaquim Jorge, e da ANA, Jorge Ponce Leão.”

        DinheiroVivo.pt, 8 de fevereiro de 2010.

  13. Ainda há clamor pela volta do Coelho, livra seria o fim de Portugal ao vender o que resta.
    Sempre houve vendilhões e Traidores á Pátria e não foram ou últimos, por isso cada vez mais na causa da Europa.

  14. Encontrem o nome por debaixo da assinatura desse contrato ruinoso. Façam-no pagar essa indemnização.
    Pronto. Assunto resolvido e os franceses podem ir chatear o bôda para outro país que aqui já ganharam dinheiro demais.

    • Já coloquei acima, mas nunca é demais:
      Foi aprovado em conselho de ministros no fim de 2012 e assinado no dia 21 de Fevereiro de 2013 por estas “peças”:
      “Governo assina contrato de venda da ANA”
      “A assinatura decorre às 15h30 no salão nobre do ministério das Finanças, e contará com a presença do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, e ainda o presidente da Vinci Airports, Nicolas Notebaert, o CEO da Vinci Concessions, Louis-Roch Burgard e ainda os presidentes da Parpública, Joaquim Jorge, e da ANA, Jorge Ponce Leão.”
      DinheiroVivo.pt, 20 Fevereiro 2013

      • TAP, revertida a privatização. Um negócio maravilhoso para o Estado e, consequentemente, para os portugueses. Aeroporto do Montijo, um negócio, igualmente maravilhoso!

  15. Quem assinou esse contrato é um criminoso. Foi o Passos? é responsabilizá-lo por isso. Tem sido sempre assim. Os nosso políticos assinam contratos ruinosos, altamente penalizadores, que só um idiota ou alguém que quer dar, descaradamente, vantagens a terceiros. É penalizar, responsabilizar quem assinou esse contrato, e claro reverter o contrato.

  16. Se estivessem tão preocupados com os custos utilizavam o Aeroporto de Beja! Que já pagámos e está novo.
    Não temos onde cair mortos mas estamos sempre a espatifar dinheiro que não temos.
    Correção: Afinal temos onde cair mortos… no Tejo. Quando uma ave se enfiar num motor. (Caso não sejam escorraçadas dali, já agora)

  17. Construir o aeroporto no Montijo é uma boa opção?
    Respondeu Ferreira do Amaral à Radio Renascença 03 abr, 2017 – 19:15
    Desde 1984 que é a solução que preconizo. Na altura, ainda era ministro. O que, então, estava em debate era a questão de ser Rio Frio ou ser Ota e eu pensei que o melhor era o Montijo.
    Estudei o assunto, ou pedi à ANA para estudar o assunto, e a ANA fez um relatório bastante bom e completo sobre a matéria. Ela própria, a empresa, chega à conclusão de que é a única solução possível, sem o investimento massivo que seria necessário para fazer para um novo aeroporto. Portanto, teria tudo vantagens e não se via qual fosse o inconveniente.Novo aeroporto. Montijo “é uma solução de muito bom senso” para Ferreira do Amaral

    • Ferreira do Amaral que é o dono das nossas pontes: O homem que não concorda que se façam mais pontes nem que as existentes rebentem. com o aeroporto em Alcochete ou o de Beja uma outra ponte terá que ser considerada, além disso grade parte do tráfego terá que fazer-se por outro lado.
      A Lusoponte, presidida pelo ex-ministro das Obras Públicas do PSD, Ferreira do Amaral, já obteve, até à data, o dobro do valor investido na construção da ponte Vasco da Gama. Até ao final da concessão, em 2030, esta parceria público privada tornar-se-á ainda mais lucrativa para a Lusoponte.

  18. No caso de Beja não é necessário ponte adicional. A infraestrutura ferroviária existe, talvez tenha de ser melhorada/beneficiada, a travessia ferroviária já está executada na Ponte sobre o Tejo,… Infraestrutura rodoviária, IP8, IP2, ou construírem mais um autoestrada (há poucos) para ligar à A2, ainda sacam dinheiro com as portagens,…

    Anda não percebi porque Beja não é opção?!?
    Descentralizar ou raio que era!?

  19. Sim Beja! Tornem útil o que os anteriores políticos construíram por conveniência, e onde os milhares investidos se deterioram, dia a dia, sem se dar utilização aquela estrutura! O aeroporto de Faro é insuficiente, quando o tráfego é grande, porque não o descongestionam com o de Beja ali tão perto?!!

  20. É tão clarinha a treta implícita no título desta notícia! O comparativo do custo com uma quantidade de hospitais, é sintomático do que esta gente pretende. Somos mesmo um país em perfeito descrédito.

  21. A opção de Beja é por ventura a unica que não precisa de estudo de impacto ambiental, pode crescer e teria tudo para ser uma boa opção… problema… distante de Lisboa (bem, há aeroportos mais distantes da cidade que servem), é distante para os nossos politicos.
    Montigo, não me façam rir, a pista, não tem muito para crescer e nuca será uma solução a longo praso. Ambientalmente é uma desgraça.
    Alcochete, sei que não existe nada por lá, mas não façam a comparação da obra toda feita…
    Contudo, lá vamos fazer mais um novo estudo, porque neste Portugal não se tomam decisões baseadas no futuro. Futuro, terá de ser um aeroporto com 2 ou mais pistas. Custos, os custos vão ser sempre superiore ao estimado, bem visto estamos em Portugal

Deixe o seu comentário

Your email address will not be published.