Rússia quer controlar região de Lugansk até domingo. Britânicos devem preparar-se para “lutar na Europa”

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Sergei Ilnitsky / EPA

A vice-ministra da Defesa ucraniana afirmou que o Kremlin ordenou aos militares russos que conquistassem toda a região de Lugansk, no Leste da Ucrânia, até domingo.

Em comentários transmitidos pela televisão ucraniana, Hanna Maliar disse que, “sem exagero, batalhas decisivas estão a ocorrer” na região, onde as forças da Ucrânia estão a tentar evitar serem cercadas, apesar de as tropas russas controlarem cerca de 95% de Lugansk, foco da ofensiva russa nas últimas semanas.

“Devemos entender que o inimigo tem uma vantagem em termos de pessoal e de armas. Então a situação é extremamente difícil. E neste exacto momento essas batalhas decisivas estão em andamento na intensidade máxima”, acrescentou, citada esta segunda-feira pela agência Lusa.

O governador de Lugansk, Sergey Gaidai, disse à agência Associated Press que os combates mais ferozes decorrem em aldeias nos arredores de Severodonetsk e Lysychansk, duas cidades da região que ainda não foram capturadas pelos russos.

Referiu ainda que a situação em Severodonetsk era “muito difícil”, com os ucranianos a manter o controlo somente do complexo químico de Azot, onde vários combatentes, juntamente com cerca de 500 civis, estão abrigados.

“É um inferno lá. Tudo está envolto em fogo, os bombardeamentos não param nem por uma hora”, indicou Gaidai. Apenas uma fração das 100 mil pessoas que viviam em Severodonetsk antes da guerra permanecem na cidade, atualmente sem electricidade, comunicações, alimentos ou medicamentos.

Britânicos devem preparar-se para “lutar na Europa”

“Somos a geração que deve preparar o Exército para lutar na Europa, mais uma vez”, afirmou na segunda-feira o novo chefe do Exército britânico, Patrick Sanders, justificando que “existe agora um imperativo ardente de forjar um exército capaz de lutar ao lado dos nossos aliados e derrotar a Rússia em batalha”.

Em março de 2021, lembrou o Diário de Notícias, o governo britânico se preparava para reduzir o exército regular para 72.500 militares até 2025. Agora, Sanders defendeu que “a invasão da Ucrânia pela Rússia destaca o nosso objetivo principal de proteger o Reino Unido, de estarmos prontos para lutar e vencer guerras em terra”.

Também Adrian Bradshaw, ex-chefe das forças especiais britânicas, acredita que o Reino Unido “se deve preparar para a guerra”. “Ele está absolutamente certo”, declarou, referindo-se ao atual chefe do Exército britânico.

De acordo com Bradshaw, o Presidente russo, Vladimir Putin, já mostrou que “está preparado para correr o risco de se entregar a uma guerra aberta na Europa” logo “devemos garantir que ele não encontre um caminho, uma oportunidade para lançar algo contra a NATO”.

  ZAP , Lusa //

2 Comments

  1. Para onde estamos indo agora? O profeta Daniel escreve: “E [o rei do norte = Rússia desde a segunda metade do século XIX. (Daniel 11:27)] tornará para a sua terra com muitos bens [1945], e o seu coração será contra a santa aliança [a União Soviética introduziu o ateísmo estatal e os crentes foram perseguidos]; e vai agir [isso significa alta atividade no cenário internacional], e voltará para a sua terra [1991-1993. A dissolução da União Soviética e o Pacto de Varsóvia. As tropas russas retornaram a sua terra]. No tempo designado voltará [as tropas russas voltarão para onde estavam anteriormente estacionadas. Isto também significa ação militar, grande crise, desintegração da União Europeia e da NATO. Muitos países do antigo bloco de Leste voltará à esfera de influência russa]. E entrará no sul [por causa do conflito étnico (Mateus 24:7)], mas não serão como antes [Geórgia – 2008] ou como mais tarde [ação militar subseqüente na Europa Oriental também não se transformará em uma conflagração global. Isso acontecerá mais tarde], porque os habitantes das costas de Quitim [o distante Ocidente, ou para ser mais preciso, os americanos] virão contra ele, e (ele) se quebrará [mentalmente], e voltará atrás”. (Daniel 11:28-30a) Desta vez será uma guerra mundial, não só pelo nome. A “poderosa espada” também será usada. (Apocalipse 6:4) Jesus o caracterizou assim: “coisas atemorizantes [φοβητρα] tanto [τε] quanto [και] extraordinárias [σημεια] do [απ] céu [ουρανου], poderosos [μεγαλα] serão [εσται].”
    É precisamente por causa disso haverá tremores significativos ao longo de todo o comprimento e largura das regiões [estrategicamente importantes], e fomes e pestes.
    Muitos dos manuscritos contém as palavras “e geadas” [και χειμωνες].
    A Peshitta Aramaica: “וסתוא רורבא נהוון” – “e haverá grandes geadas”. Nós chamamos isso hoje de “inverno nuclear”. (Lucas 21:11)
    Em Marcos 13:8 também há palavras de Jesus: “e desordens” [και ταραχαι].
    A Peshitta Aramaica: “ושגושיא” – “e confusão” (sobre o estado da ordem pública).
    Este sinal extremamente detalhado se encaixa em apenas uma guerra.
    Mas todas essas coisas serão apenas como as primeiras dores de um parto. (Mateus 24:8)
    Este será um sinal de que o “dia do Senhor” (o período de julgamento) realmente começou. (Apocalipse 1:10; 2 Tessalonicenses 2:2)

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