1.º de Maio com lugares marcados e Alameda cheia. “Uma pouca vergonha”, acusa Rio

António Cotrim / Lusa

Primeiro de Maio nos relvados da Alameda, em Lisboa, em tempos de Covid-19.

Nem a pandemia de covid-19 impediu que centenas de pessoas enchessem os relvados da Alameda, em Lisboa, para celebrar o 1º de Maio, com máscaras, além das bandeiras, e lugares marcados, para garantir o distanciamento social. “Uma pouca vergonha” em tempos de confinamento, critica Rui Rio.

Ao contrário dos anos anteriores, não houve a tradicional marcha pela Avenida Almirante Reis, nem se vislumbraram as habituais tasquinhas, onde muitos costumam acorrer para refrescar a garganta.

Também o grande palco, geralmente colocado junto à fonte luminosa, foi substituído por um palco móvel da CGTP, e foi dele que a secretária-geral, Isabel Camarinha, fez a sua intervenção político-sindical.

Apesar de todas as condicionantes, impostas pelo surto da covid-19, foram muitos aqueles que se recusaram a ficar em casa e quiseram sair à rua para expressar o seu descontentamento.

“Os trabalhadores continuam a ser agredidos todos os dias. Neste tempo de pandemia está a existir uma grande fragilidade. O teletrabalho, toda esta modificação das empresas e os constantes ‘lay off’”, afirma à agência Lusa Liliana Rosa, terapeuta da fala de 31 anos que está a recibos verdes.

“Tivemos que encerrar a nossa actividade, sem qualquer tipo de suporte. A Segurança Social não está a dar as respostas”, lamenta.

Uns metros mais à frente, Branca Gaspar, pertencente ao sindicato dos professores, vai ajudando os “camaradas” a organizarem-se numa das centenas de fileiras que foi criada para evitar aglomerações e garantir o distanciamento físico exigido.

“Este é um momento simbólico e nós não podíamos ficar confinados em casa. Nunca falhamos desde que somos democracia”, sublinha.

A pertinência de celebrar o 1º de Maio, mesmo em tempo de pandemia, foi também sublinhada pela técnica de Saúde Isabel Dias que se desloca todos os anos à Alameda.

Temos que nos unir nestes tempos difíceis para, realmente, lutar pelos nossos direitos. É complicado porque as famílias estão isoladas, mas temos de ter paciência”, observa.

Ao longo desta celebração foram vários os apelos da organização para que se respeitassem as distâncias de segurança e para que deixassem “os momentos de convívio para outras ocasiões”.

Dezenas de elementos da PSP acompanharam de perto esta acção, não se tendo registado qualquer incidente.

Rio acusa geringonça de gozar “de estatuto especial”

Quem criticou a manifestação do Primeiro de Maio foi o líder do PSD, Rui Rio, considerando, através do Twitter, que “milhares de pessoas da CGTP e do PCP na rua a festejarem o Primeiro de Maio em pleno Estado de Emergência é inaceitável, mas trazê-las de camioneta, quando hoje é proibido circular entre concelhos, é uma pouca vergonha“. Rio conclui que “para o Governo, a geringonça goza de estatuto especial.

Pelas contas da organização, marcaram presença na manifestação 864 pessoas, distribuídas por 72 filas, além de 12 sindicalistas e de alguns convidados e populares que assistiram à cerimónia.

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, elogiou a “exemplar organização e o distanciamento social” da manifestação em declarações ao Expresso. O governante nota que a CGTP conseguiu demonstrar “que um Estado de Emergência proporcional não suspende as liberdades nem os direitos dos trabalhadores”.

Já o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou que nunca se desistiu de assinalar na rua o Primeiro de Maio, lembrando a jornada do Rossio de há 50 anos com perseguição por parte da polícia política do anterior regime.

“Nunca se desistiu de fazer o 1º de Maio, independentemente das circunstâncias. Hoje estamos numa situação diferente, mas aqui estamos com esse sentimento de confiança e de esperança de que é possível sairmos desta situação dramática do país”, afirmou Jerónimo de Sousa no início da concentração na Alameda.

Para o secretário-geral do PCP, esta concentração deve ser compreendida como uma acção de “afirmação, de esperança e luta, tendo em conta a situação em que o país se encontra” perante a pandemia de covid-19 e ainda em estado de emergência.

“Não esquecemos que neste momento existem milhares de trabalhadores com vínculo precário que perderam os seus empregos, trabalhadores que viram cortados os seus salários e reduzida a protecção social”, apontou Jerónimo de Sousa.

O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, garantiu que o “movimento sindical irá fazer tudo” o que puder para encontrar “as melhores respostas e dar os seus contributos possíveis para que a situação seja mitigada”.

Carlos Silva falava no Fórum Primeiro de Maio, organizado pela Federação Distrital de Coimbra da Juventude Socialista, transmitido na página de Facebook daquela estrutura.

“Nos próximos meses vamos preparar com o Governo, em concertação social, de forma bilateral com os patrões e o Governo, um conjunto de apoios” para as empresas e para as famílias,revelou Carlos Silva.

Não é o Banco Alimentar contra a Fome, nem a Cáritas Portuguesa, nem outras instituições de solidariedade social que vão resolver o problema destas pessoas [que estão sem trabalho e com fome], tem de ser o país, no seu todo, a encontrar uma resposta social que não deixe ninguém para trás”, defendeu ainda.

CDS diz que “quem manda” perdeu o respeito

No Facebook, o líder do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, criticou a forma como a CGTP-IN assinalou na rua o 1.º de Maio, quando o país se encontra em estado de emergência por causa da pandemia de covid-19.

Quando os que mandam perdem o respeito, os que obedecem perdem a disciplina. Se o entrudo para o estado de calamidade é isto, então a calamidade é mesmo o estado a que isto chegou”, escreveu.

Sem nunca se referir especificamente ao Governo, ou às autoridades de saúde, o presidente do CDS-PP apontou uma desigualdade no cumprimento das normas sanitárias para a contenção da pandemia de covid-19 entre “os que podem tudo” e “os que não podem nada”.

“Se o vírus fizesse greve, os portugueses não estariam confinados em casa, não se encontrariam proibidos de se despedir dos seus familiares que morreram, não deixariam de abraçar os seus filhos, pais e avós, não teriam levado um corte nos rendimentos, não ficariam desempregados, não passariam fome, não fechariam o seu negócio, e não estariam impedidas de celebrar o 13 de Maio”, referiu ainda.

 

Primeiro de Maio menos pacífico noutros países

Se em Portugal a manifestação do Primeiro de Maio decorreu sem incidentes, noutros países houve detenções e alguns conflitos com a polícia.

Na Alemanha, houve várias detenções, em Berlim, de manifestantes de extrema-esquerda e extrema-direita que tentaram fazer do Primeiro de Maio um marco na contestação às medidas de confinamento e restrição, impostas pela pandemia.

Segundo a AFP, mais de 5.000 agentes e alguns helicópteros foram mobilizados na capital germânica para garantir o cumprimento da proibição de manifestações com mais de 20 pessoas. Todavia, radicais dos dois extremos políticos tentaram ainda assim realizar acções de protesto até ao início da noite.

No bairro de Kreuzberg, manifestantes recorreram a pirotecnia e enfrentaram as forças de autoridade que procuravam dispersar a concentração de pessoas que não respeitavam o distanciamento social de segurança, no mínimo de um metro e meio.

Já na zona de Alexanderplatz, uma equipa da estação de televisão ZDF foi atacada por um grupo de pessoas, algumas das quais foram posteriormente presas. De acordo com a polícia de Berlim, cinco membros da equipa de filmagem ficaram feridos.

Também em Paris houve detenções de pessoas que tentaram celebrar o Primeiro de Maio. E noutros países, as celebrações foram proibidas ou estiveram muito condicionadas.

ZAP // Lusa

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18 COMENTÁRIOS

  1. Um desrespeito a quem segue as orientações de quem nanda na saúde dos portugueses. Igual ao 25 barra 4. VERGONHA

    • Seguiram à risca as orientações. Vergonha devias ter tu por andares a espalhar a ignorância. É uma doença contagiosa, espalhá-la é crime.

  2. Tenho concordado muitas vezes com Rui Rio, mas desta vez não. É que estava tudo tão controlado, tão organizado que se todos tivessem este comportamento não seriam precisas nunca medidas de isolamento.
    Em memória de todos quantos lutaram pela dignificação da condição humana, viva o 1º de Maio.

    • É melhor ver as fotos que foram partilhadas fora dos mídia. Posaram bem para a fotografia e os 15.000.000 € de “publicidade institucional” já estão a trazer frutos. Depois de ver essas fotos reveja o seu comentário do “tão organizado”. Além disso é uma afronta a todos os que estão há mês e meio em prisão domiciliária sem terem cometido crime algum, bem como para todos aqueles que vão perder o emprego por causa desta paragem infundada.

      • O que eu vi foi gente disciplinada mas insubmissa,demonstrando que é possível tudo funcionar sem a tal prisão domiciliária de que o António fala. A vida é um risco a cada instante, devemos é respeitar a integridade dos outros e por isso cada um tem de ser responsável e agir com bom senso, para que apesar de Mascarados, Vigiados; Controlados, Isolados ……. ainda haja liberdade

        • É irónico alguém que se diz “livre” apoiar 2 instituições amantes de ditaduras e de ideologias “totalitaristas”

          • Por ser Livre é que posso concordar ou discordar com qualquer situação observada sem estar estar dependente de qualquer partido politico.
            Aqui observei pessoas cumpridoras e não me pareceu que tivessem contribuído para aumentar o nº de infectados. só isso.
            Viva a Liberdade e o respeito pelos outros
            Cumprimentos

        • Então tem de ir ao oftalmologista trocar a graduação e a cor das lentes. O rosa e o vermelho tende a provocar uma distorção entre, aquilo que é a realidade e, aquilo que se apregoa.

  3. Estou de acordo com o RR. A CGTP nunca deveria ter organizado uma ação com centenas de manifestantes. Se esta ação tivesse sido da iniciativa de um qualquer empregador por um outro motivo qualquer lá estaria a CGTP a referir a falta de respeito pelo direito dos trabalhadores e etc, etc, etc. O cúmulo da falta de respeito foi o transporte de pessoas através de vários autocarros. A CGTP quis com isso apenas vincar o seu peso político e nunca o poder reivindicativo dos trabalhadores. É esta demonstração de radicalismo que tem empurrado o PCP para a margem da irrelevância eleitoral. Compreende-se que esta senhora chegada de novo queira afirmar-se na CGTP, mas não é com demonstrações deste tipo de arrogância extremista que irá plasmar o seu nome na política portuguesa. Se calhar podemos estar na presença de mais uma que quer vir a seguir os trilhos da Zita Seabra.

  4. Pelo que li tudo se passou na maior ordem. A questão das camionetas é muito relativa desde que se tenham tomado as precauções de distância no transporte. Há que ser realista: não há motivos para reclamar. Rui Rio desta vez não tem razão. A forma como se realizou a festa do 1º Maio foi mais um exemplo para toda a Europa e Mundo da civilidade do povo português! O mesmo não se passou nesses países que se dizem democratas e evoluídos. VIVA PORTUGAL!!!

  5. o PSD e muitos outros não se sentem bem nem com o 25 de Abril nem com o 1.º de Maio e tudo que representam nas liberdade e direitos de quem trabalha. Depois que fizeram com troica contra o povo estamos todos conversados.
    Num momento que era importante passar uma imagem positiva para o país, para os portugueses e para o mundo, preparar-nos para o desconfinamento, vêem uns velhos do restelo falar em poucas vergonhas. Esta foi a forma mais positiva, ao mesmo tem mais humilde que poderiam ter encontrado para gerar confiança neste país de gente trabalhadora que de forma organizada e urbana sabe fazer melhor que muitos outros. Houve espanto em vários países pela organização e a forma ordeira como decorreram as comemorações.

  6. Portugueses de 1ª, Portugueses de 2ª, Portugueses dos beijinhos na TV, mas que só contam como 1 voto a caçar.
    Se a Direita é o que é, a Esquerda é igual. E estes “Politburos s, é a Nomenklatura, são os previlégios, destes elitistas de esquerda, que ainda sonham com ditaduras do proletariado, mas onde eles mantêm o estatuto.
    Aqui não se fala em “distâncias”, e o tudo tão bem organizado”, aqui o que está em causa é, os portugueses obrigatóriamente terem de ficar confinados, ao seu Concelho, e ter vindo gente, até do Seixal, quando quer neste fim-de-semana, quer no de Páscoa, as pessoas, embora por questões segurança, serem obrigadas a ficar no seu Concelho.
    A pandemia, é global, apanhou os “imperialistas” americanos, apanhou os neo-comunismos, russo e chinês, e os liberalismos europeus, ameaçou todo o planeta.
    Depois não se admirem, de abstençôes eleitorais, cada vez maiores. Depois, venham os filósofos nos “media”, com formulações do estilo, “e se lhe pagassem para votar ?”, ou até aquela saída dos políticos, “não deixe que os outros decidam por si”. Por este andar, “nem que me pagassem”. Ou do estilo, “e se fosse obrigatório votar ?”, ah, aí ninguém melhor que os portugueses, para se desenrascarem com uma desculpa domingueira, para não pôr lá os côtos.
    Estas “organizaçõesecas”, e todo o espectro político-partidário, tem de ser mais humilde, e dar o exemplo, de igualdade aos portugueses.

  7. Portugueses de 1ª, Portugueses de 2ª, Portugueses dos beijinhos na TV, mas que só contam como 1 voto a caçar.
    Se a Direita é o que é, a Esquerda é igual. E estes “Politburos” sindicais, estas “Nomenklaturas”, pseudo-sofredoras pelos trabalhadores, são estes previligiados, estes elitistas de esquerda, que ainda sonham com ditaduras do proletariado, mas, onde eles mantêm o estatuto.
    Aqui não se fala em “distâncias” (e já se sabe que o povo português nào é muito ordeiro), e o “tudo tão bem organizado”, aqui, o que está em causa é, os portugueses obrigatóriamente terem de ficar confinados ao seu Concelho, e ter vindo gente, até do Seixal, quando neste fim-de-semana, e no de Páscoa, as pessoas, embora por questões segurança, serem obrigadas a ficar no seu Concelho.
    A pandemia, é global, apanhou os “imperialistas” americanos, apanhou os neo-comunismos, russo e chinês, e os liberalismos europeus, em suma, ameaçou todo o planeta.
    Depois não se admirem, das abstençôes eleitorais, cada vez maiores. Depois, venham os filósofos nos “media”, com formulações do estilo, “e se lhe pagassem para votar ?”, ou até aquela saída dos políticos, “não deixe que os outros decidam por si”. Por este andar, “nem que me pagassem”. Ou do estilo, “e se fosse obrigatório votar ?”, ah, aí ninguém melhor que os portugueses, para se desenrascarem com uma desculpa domingueira para não pôr lá os côtos.
    Estas “organizaçõesecas”, e todo o espectro político-partidário, tem de ser mais humilde, e dar o exemplo, de igualdade e fazer o que todos ps portugueses são obrigados a fazer.

  8. Isto foi apenas mais uma demonstração da ditadura comunista e seus lacaios à qual infelizmente os defensores do 25 de Abril sempre estiveram associados, desta forma nunca os sindicatos terão a verdadeira força ou serão aceites como verdadeiros representantes das classes trabalhadoras enquanto não se emanciparem de vez de qualquer tendência política. Fosse isto uma manifestação manipulada por um partido de extrema direita e teria logo à partida a sua intenção gorada ou de chuva de críticas não se livrariam; democracia submissa e com dois pesos e duas medidas não convencerá cidadão atento!

  9. Um escândalo total. A partir daqui, e da triste entrevista que a ministra deu à SIC, quero saber com que legitimidade é que se vai impedir os portugueses de irem à praia.

    Já agora uma questão para a sra. ministra da saúde. Hoje por ser segunda-feira deve-se usar máscara ou é só as terças, quintas e sábados?

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