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Membro do Comité Olímpico Internacional detido no Rio de Janeiro

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Tibor Illyes Hungary Out / EPA

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Uma juíza brasileira decretou, esta quarta-feira, prisão preventiva a Patrick Hickey, presidente do Comité Olímpico Irlandês e membro do Comité Olímpico Internacional, por suspeita de participar numa rede de venda ilegal de bilhetes para os Jogos Rio 2016.

As autoridades detiveram Patrick Hickey num hotel no Rio de Janeiro, onde estão hospedados os membros do Comité Olímpico Internacional.

A polícia brasileira afirmou que Hickey tentou fugir, e, após a detenção, o dirigente terá chegado a sentir-se mal e foi conduzido para o hospital, tendo sido depois levado para as instalações da polícia.

De acordo com o brasileiro G1, Patrick Hickey terá contratado a empresa Pro 10 para vender os bilhetes ilegais, e esta passou essa tarefa à THG.

A empresa, que não tinha licença para a venda dos bilhetes nos Jogos Olímpicos, está a ser investigada, e o diretor Kevin James Mallon foi detido no dia da cerimónia de abertura dos Jogos.

No momento da detenção, Mallon tinha 800 bilhetes ilegais de primeira classe e a polícia suspeita que os bilhetes seriam vendidos a seis mil libras cada, cerca de 6.945 euros.

A empresa THG nega que Mallon tenha tentado vender bilhetes e defende que o diretor estava só a aguardar o levantamento por parte dos clientes do revendedor autorizado, o Pro 10 Management.

De acordo com Ricardo Barbosa, investigador do departamento anti-corrupção, alguns dos bilhetes terão vindo do Comité Olímpico da Irlanda e “não podiam estar na posse da THG nem poderiam ser objeto de venda”.

A polícia brasileira disse que a investigação tem mandados de busca para mais sete pessoas acusadas do mesmo crime, entre as quais um britânico e vários cidadãos irlandeses.

BZR, ZAP

3 Comments

  1. Tás lixado porque foste apanhado no Brasil. Já vimos como a “justiça” deste país funciona.
    Se calhar não ofereceste uns bilhetes a determinados polícias. Lixaste-te!

  2. Deve ser da água ou da cachaça da caipirinha. O certo é que, no Brasil, todos “viram” vigaristas e “cafajestes”.

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