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Janeiro foi o mês em que se fizeram mais testes desde o início da pandemia

Guillaume Horcajuelo / EPA

De acordo com dados cedidos ao ECO, em janeiro Portugal realizou mais de 1,6 milhões de testes à covid-19. Cerca de metade dos PCR foram feitos no privado.

Devido ao aumento dos casos de infeção, aumentaram também os testes de despiste ao novo coronavírus. Em janeiro de 2021, Portugal realizou mais de 1,6 milhões de testes incluindo PCR e testes rápidos, o que representa cerca de 22% dos exames realizados desde o início da pandemia, segundo os dados cedidos pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) ao ECO.

Desde o início da pandemia e até 31 de janeiro, foram realizados em Portugal mais de 7,3 milhões de testes à covid-19, entre testes moleculares PCR e testes rápidos de antigénio.

Relativamente aos testes PRC, metade destes foram realizados em laboratórios privados (50%), 40% no Serviço Nacional de Saúde e os restantes 10% em academia, revela o INSA.

No entanto, nunca foram realizados tantos testes de despiste como no último mês. Só em janeiro deste ano, o número de testes realizados ultrapassou os 1,6 milhões, o que representa já “cerca de 22% do total de testes realizados em 11 meses”, salienta o instituto responsável por coordenar a Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico do SARS-CoV-2.

Em setembro de 2020, a média de testes realizados por dia em Portugal foi de 19.000, em outubro 27.000, em novembro 37.000, em dezembro cerca de 34.000 e em janeiro mais de 52.000 por dia.

Ou seja, só neste último mês foram feitos quase cinco vezes mais testes por dia do que em abril do ano passado, o que coloca Portugal na 5.º posição relativamente à quantidade de testes realizados por milhão de habitantes da União Europeia.

O país é apenas ultrapassado pelo Luxemburgo, Dinamarca, Malta e Chipre e encontra-se em 25º lugar a nível mundial, de acordo com os dados do site WorldOMeter da passada sexta-feira.

  Ana Moura, ZAP //

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