Mário Cruz / Lusa

O primeiro-ministro, António Costa
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) arquivou as queixas que foram apresentadas contra o primeiro-ministro, António Costa, que, como secretário-geral do PS, tem insistido em falar do PRR, a bazuca europeia, na campanha eleitoral.
As queixas foram apresentadas por cidadãos e pela Coligação “Funchal Sempre à Frente” depois de Costa ter referido, em várias acções de campanha, o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A CNE decidiu arquivar as queixas considerando que os factos apresentados não são “susceptíveis de fundamentar um juízo de censura, mesmo que verdadeiros“, como aponta a Rádio Renascença.
Em causa estava uma eventual violação dos deveres de neutralidade e imparcialidade dos titulares de cargos públicos.
O assunto já tinha sido abordado publicamente por um porta-voz da CNE e tinha merecido duras críticas de Rui Rio, presidente do PSD.
Contudo, a CNE acabou por concluir que não há argumentos para repreender António Costa.
O primeiro-ministro tem aparecido em vários eventos de campanha dos candidatos do PS e o PRR tem sido um dos tópicos mais abordados.
Em Braga, Costa chegou a alertar que “não podemos ter os municípios entregues a quem todos os dias aparece na televisão a combater o plano”, apontando ainda que “temos que ter os municípios entregues a quem quer arregaçar as mangas e pôr rapidamente no terreno, e em execução, o PRR”.
“Não vale a pena ameaçarem-me com a CNE”, notou ainda numa acção na Madeira, onde fez questão de vincar que continuaria a falar da “bazuca” europeia.
Já no Alentejo, aproveitou para lançar farpas ao PCP, frisando a “perplexidade” por os comunistas falarem do PRR como um instrumento para “servir o grande capital e os interesses de Bruxelas”.
“Não, o PRR é para investir na habitação, transportes públicos, para podermos desenvolver os centros de saúde e as redes de cuidados continuados. O PRR é para desenvolver o nosso país e servir as populações”, salientou ainda.
Vários partidos têm criticado a postura de Costa e também o facto de haver ministros a participarem na campanha, para darem força aos candidatos socialistas.
Costa já disse que não entende tanta “irritação” com um PRR que “não é ficção” e que é “bom para o país”.
Eu sou mesmo mau a português:
os factos apresentados não são “susceptíveis de fundamentar um juízo de censura, mesmo que verdadeiros“
Então há factos que não são verdadeiros?
VERGONHA
Vergonha, vergonha! Estes senhores da CNE são defensores do nosso amado líder!
Sempre a recuperar o couro destes vigaristas.
Caro Costa. “Nosso Amado” não estará a mais, já que pensa ser uma vergonha ?
Anda tudo de braço dado com o mágico Costa, parece uma democracia à Putin!
Caros todos, haverá de chegar o momento que todas as dúvidas, questões, omissões ou simples titubiezas relativamente às ações ou pensamentos do nosso “amado Líder”, serão crime punível por lei, aprovada por maioria, primeiro simples mas depois absoluta na AR sábiamente liderada pelo seu iluminado presidente. Para já, só a CNE e o secretário de estado para a Internacionalização tiveram o privilégio de descobrir.
Lá diz o ditado popular ” comem todos da mesma pia “
Para os votantes de LISBOA, 2 vídeos obrigatórios… para ver e ouvir.
No Youtube chaves : -mVLdB9UXSI e fPvd9UJraCQ
Isto é panelinha da CNE com o Costa.
Bom dia,
Muito se fala na bazuca europeia, infelizmente da pior forma que este governo comenta e tenciona empregar esses fundos.
Segundo CE diz que, estes fundos são para aplicar nos prejuízos causados pela Sars Cov2, como por exemplo, empresas falidas, salários em atraso, pagamento aos confinados, ajudas a tudo que pela pandemia se transformou em prejuízos.
Agora o mister Costa diz que esse dinheiro é para desenvolver, pontes, estradas, aeroportos, para as autarquias e atenção, só para os da sua cor.
Resumindo, acho que este e futuros dinheiros que cheguem a Portugal se esta pessoa horrorosa continuar no governo e com esta política de compadrio que tudo destrói, vai seguir o rumo do “desvio” e da corrupção.