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Administrador do Grupo Lena fica em prisão preventiva

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opopododo / Flickr

Relvado atrás das grades de uma prisão da cadeia

O administrador do Grupo Lena Joaquim Barroca Rodrigues ficou em prisão preventiva, no âmbito da Operação Marquês, podendo esta medida de coação ser substituída pela prisão domiciliária com pulseira eletrónica, determinou hoje o Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC).

Joaquim Barroca Rodrigues, vice-presidente do Grupo Lena e filho do fundador, foi detido na quarta-feira à noite, na sequência de buscas realizadas à sede da empresa, na Quinta da Sardinha, concelho de Leiria. Segundo o TCIC, existem fortes indícios da prática pelo arguido dos crimes de fraude fiscal qualificada, branquamento de capitais e corrupção ativa.

O juiz Carlos Alexandre determinou, depois do primeiro interrogatório judicial, a prisão preventiva do empresário, podendo esta ser substituída por obrigação de permanência na habitação com vigilância eletrónica, “caso se mostrem preenchidos os requisitos técnicos”.

Joaquim Barroca é a segunda pessoa com ligações ao Grupo Lena a ser detida no âmbito da Operação Marquês, que investiga crimes de fraude fiscal, branqueamento de capitais e corrupção, depois da detenção do ex-administrador Carlos Santos Silva.

No âmbito da mesma operação, em novembro passado, foi detido o ex-primeiro-ministro José Sócrates, e ambos ainda estão em prisão preventiva.

/Lusa

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