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Mais 5 mortes por covid-19. Três em cada quatro novos casos são em Lisboa

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Tiago Petinga / Lusa

Três em cada quatro novos casos positivos de covid-19 são localizados na região de Lisboa e Vale do Tejo. O número de infetados aumentou 1% nas últimas 24 horas.

Os dados divulgados este domingo pela Direção-Geral de Saúde (DGS) mostram que há mais cinco mortes (+0,3%) por covid-19 em Portugal, nas últimas 24 horas. Este aumento faz com que haja agora um total de 1.479 mortes.

Além disso, o boletim epidemiológico revela a existência de 34.351 pacientes infetados, mais 342 (+1%) em relação a sábado. Por sua vez, o número de casos recuperados subiu de 20.807 para 20.995.

Os dados da DGS revelam ainda que três em cada quatro novos casos registados nas últimas 24 horas são relativos à região de Lisboa e Vale do Tejo. O norte do país regista mais 54 novos casos.

O número de pacientes internados em hospitais está agora nos 398, menos 16 em comparação ao dia anterior. Em contrapartida, há mais um paciente nos cuidados intensivos, totalizando 58 pessoas neste estado. A aguardar resultado de análise laboratorial estão 1.813 pessoas.

Na Região de Lisboa e Vale do Tejo (13.073), onde se tem registado maior número de surtos, há mais 255 casos de infeção (+2%).

Ainda este sábado, a ministra da Saúde, Marta Temido, disse que o crescimento de novos casos de covid-19 na região de Lisboa e Vale do Tejo deve-se à adoção de uma estratégia de rastreio intensivo, com 14 mil testes nos últimos dias.

“Temos promovido o rastreio prioritário e intensivo da infeção por SARS-CoV-2 nestes concelhos, atividades e pessoas. Em pouco mais de cinco dias realizámos cerca de 14 mil colheitas de amostras biológicas”, revelou a ministra, sublinhando que, “em resultado desta operação de rastreio e do trabalho das autoridades de saúde pública, é expectável que o número de novos casos se mantenha elevado” nos próximos dias.

  ZAP //

1 Comment

  1. De que estão á espera para criarem um cerco sanitário em Lisboa e VT??? estão á espera que as pessoas aí residentes e que são naturais da província se desloquem para lá e infectem o país de norte a sul??? é isso???
    Porque não criam um cerco sanitário á Azambuja?? Alguém do Governo disse que não se justifica, mas sabem mesmo porque o Governo e a DGS não criam na AZAMBUJA, o cerco sanitário?
    Pura e simplesmente porque o nem o Governo nem a DGS mandam nada, nadaaaaa, quem manda são A SONAE, A JERÓNIMO MARTINS, O GRUPO AUCHAN, A PEPSICO (Matutano), entre outras…
    Todas essas grandes empresas têm as suas bases logística na Azambuja e Carrregado, e se criarem o tal cerco sanitário, todas as lojas Continente, Pingo Doce, Recheio e outras afiliadas que se encontrem na zona centro e sul, ficam sem nada nas prateleiras para vender, resultado, os clientes iriam fazer compras ao intermarche e LIDL (ambos têm as suas bases logísticas em TORRES NOVAS, o que significa que SONAE E JERÓNIMO MARTINS perderiam imenso dinheiro, e isso é que é 1 verdadeiro problema, não é a saúde publica, essa passa para 2º plano, se morrerem + 3 ou 4 mil pessoas, ñ é importante, importante sim, é os tubarões deste país continuarem a facturar.
    Além disso, já todos ouvimos membros do Governo dizerem que esta pandemia está a custar 1a fortuna ao Estado, nomeadamente á Segurança Social, mas alguém ja ouviu algum membro do Governo dizer quanto é que a Segurança Social ira poupar no futuro em pensões e reformas que deixarão de ser pagas porque os beneficiários faleceram vítimas da COVID19??? que na sua maioria eram pessoas de idade avançada.
    Claro que não falam nisso, esses números não interessam, interessa sim é ir mentalizando o povo que vem aí uma fatura pesada para pagar…
    Provavelmente, só a SONAE na Azambuja teve + casos de infecção por COVID19 do que o concelho de OVAR todo, no entanto, esse concelho foi isolado do resto do país, e algum disse que não se justifica fazer o mesmo na Azambuja, ESTRANHO NÃO?

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