Sem um único indício do avião desaparecido, as buscas continuam e os parentes desesperam

francescoprocida / Flickr

Avião Boeing 777 da Malaysia Airlines

Avião Boeing 777 da Malaysia Airlines

Após ter sido confirmado este sábado que os destroços encontrados pelo navio chinês não pertenciam ao voo MH370, as equipas de resgate prosseguem esta segunda-feira com as operações de busca, depois de este domingo terem sido avistados novos objectos no Oceano Índico.

Oito navios e nove aviões participaram este domingo em mais um dia de buscas pelos destroços do avião da Malaysia Airlines, numa área de 252 mil quilómetros quadrados.

“A intensidade das buscas e a amplitude das operações aumentam, não diminuem”, afirmou hoje o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, durante uma conferência de imprensa na base aérea de Pearce, na cidade australiana de Perth.

De acordo com a Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA), participam nas operações dez aviões e dez barcos, aos quais se juntou o navio australiano Ocean Shield, que leva um detetor de caixas negras e um submarino não tripulado.

Mas a área de buscas é enorme, e o tempo está a esgotar-se. As baterias das caixas negras provavelmente acabarão dentro de uma semana.

Parentes chineses criticam Malásia

Parentes de passageiros chineses do voo MH370, desaparecido desde 8 de março com 239 pessoas a bordo, viajaram até à Malásia e estão a tecer duras críticas às autoridades do país.

Com gritos de “Digam-nos a verdade“, os parentes querem que o governo malaio peça desculpas por supostos “comunicados enganadores” e por falta de informação sobre o caso.

Em entrevista colectiva no hotel onde estão hospedados, os parente exibiram cartazes com as frases “Queremos provas, verdade, dignidade”, em chinês, e “Entreguem-nos o assassino. Devolvam nossos parentes”, em inglês.

O representante do grupo, Jiang Hui, afirmou que os parentes querem que o governo malaio se desculpe pela forma como inicialmente lidou com o caso e pela atitude do primeiro-ministro Najib Razak, que há dias  afirmou que tudo indicaria que o avião tenha caído no mar sem deixar sobreviventes.

Antes da chegada do grupo a Kuala Lumpur, o ministro dos Transportes malaio, Hishammuddin Hussein, afirmou que as buscas por sobreviventes continuariam.

“A parte mais difícil do meu trabalho é ver as famílias”, disse Hussein à BBC.

Reuters / YouTube

Parentes chineses dos passageiros do voo MH370 protestam na Malásia

Parentes chineses dos passageiros do voo MH370 protestam na Malásia

ZAP / Lusa / BBC

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