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Putin ameaça agir se russos forem atacados na Ucrânia

Sebastian Derungs / swiss-image.ch / World Economic Forum

Vladimir Putin, presidente da Rússia

Vladimir Putin, presidente da Rússia

O presidente russo, Vladimir Putin, nega que as alegações de que a Rússia esteja a considerar anexar a Crimeia, afirmando que os grupos armados que tomaram o poder no território eram “forças locais de auto-defesa”, não se tratando de soldados russos.

Numa conferência de imprensa difundida pela televisão oficial, Putin afirma que o uso da força é um último recurso mas que se “reserva o direito de atuar” com todos os meios ao seu alcance, considerando essa atuação “legítima”, se a situação se estender às regiões do este da Ucrânia habitadas por russos.

“É uma missão humanitária. Não queremos subjugar ninguém nem dizer-lhes o que fazer”, afirma.

Se a Ucrânia convocar eleições sob o atual clima de “terror”, a Rússia não irá reconhecer os resultadosO presidente russo reafirmou que Moscovo ainda considera Yanukovich como o governante legítimo da Ucrânia, apesar de ter perdido o poder de factoO líder russo manda o recado ao Governo interino: se falhar o pagamento das importações de gás, a Ucrânia ficará a dever dois mil milhões de dólares à Rússia.

Putin afirma que o país está preparado para acolher a conferência do G8 em Sochi, e acrescenta, em tom provocatório, que os líderes ocidentais “não têm que vir” se não quiserem fazê-lo.

ZAP

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