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Distanciamento de 2 metros e lugares cruzados. Há novas regras para restaurantes e cafés

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Patrícia de Melo Moreira / AFP

As orientações para restaurante e cafés mudaram. Apenas pessoas que vivem juntas não são obrigadas a manter um distanciamento de dois metros entre si.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou as orientações para restaurantes e cafés durante a pandemia de covid-19. As novas regras devem estar visíveis para os clientes e o distanciamento de dois metros deve ser garantido em todas as ocasiões — até no pagamento.

Apenas as pessoas que viviam juntas podem estar a menos de dois metros de distância e frente a frente ou lado a lado, escreve o Jornal de Notícias. A atualização foi publicada no site da DGS esta sexta-feira.

Para os que não vivem juntos, “a disposição das cadeiras e mesas no interior do estabelecimento tem de garantir uma distância de, pelo menos, 2 metros”, lê-se na norma.

A orientação da DGS pressupõe que os cidadãos saibam exatamente a norma em vigor ou que quem os serve pergunte se são coabitantes, esclarece o Expresso.

Os clientes também estão impedidos de mudar a disposição das mesas e das cadeiras. Apenas os trabalhadores do estabelecimento o podem fazer, cumprindo sempre com as orientações da DGS.

Os clientes devem sentar-se na diagonal e os estabelecimentos devem colocar as mesas desfasadas, aumentando a distância entre as pessoas.

Por sua vez, os lugares de pé são desaconselhados, uma vez que é difícil controlar o distanciamento físico desta forma. O mesmo aplica-se às “operações do tipo self-service”.

A DGS pede ainda aos cafés e restaurantes que criem “circuitos” para manter o distanciamento “entre as pessoas que circulam e as que estão sentadas”.

  Daniel Costa, ZAP //

10 Comments

  1. Medidas que parecem lógicas, coerentes, do bom senso comum. O oposto foi o que o Governo, leia-se o MAI, e a CML permitiram na celebração do Sporting, sem terem tomado quaisquer medidas para evitar o que toda a gente (inclusivamente a PSP) sabia que iria passar-se. Depois os responsáveis que culpem a PSP por ter tentado impedir o descalabro, e que assumam o aumento da taxa de infecção/ 100000 habitantes na região de Lisboa e Vale do Tejo… Os outros que paguem…

  2. e ao pé cochinho!

    e as pessoas continuam a acatar sem pestanejar ou raciocinar estas idiotices sem qq fundamento cientifico.

    enquanto isso milhares de pessoas vão morrer de cancro por não terem sido diagnosticadas e tratadas a tempo, mas isso já não causa qq problema nem é passível de contagem crescente de vítimas nos telejornais.

  3. Então e se eu for com 4 amigos ao café, tem de estar um em cada mesa?
    Isto é macabro.
    O que vale é que se nos perguntarem se coabitamos todos, é claro que a resposta vai ser: Sim, Claro.

  4. Quantos cafés e restaurantes, não cumprem as regras !!
    Pessoas a conversar a mesa sem mascaras , pessoas que estando a mesa , saem sem por a mascara ,
    excesso de lotação, sem distanciamento entre mesas , entrada e saida sem desinfetar as mãos, cães a comer da mão dos donos , e outras
    Informações é o habitual .
    O mais triste , a PSP, estar no local e não dizer nada !!!
    Passa-se na localidade onde moro !!!
    Será que os jogadores que comemoram , foram autuados e o restaurante???
    Por estes e outros ‘ favores’ isto nunca mais acaba .
    Cuidem-se

  5. Ainda falam do caso Sporting? O que se passou no Sporting é a prova mais do que provada da grande farsa chamada Covid. Aconteceu alguma coisa?? Não! E porquê? Porque a Civic é uma invenção para manter o Povinho com rédea curta. E pelos vistos há quem goste…

    • Ó Tony… já deu para perceber que andas de honda civic… Quanto ao resto um conjunto de disparates. Vê a evolução que Lisboa registou nos últimos dias e depois volta cá.

  6. Se as autoridades afirmam que as vacinas não inibem os contágios e transmissões… então nunca estas medidas deixarão de vigorar porque risco existirá sempre.
    Faz-vos sentido?

  7. A DGS esta a estudar a possibilidade de aumentar a lotação dos restaurantes e cafés de 25%, as pessoas que entrarem dentro desses 25% terão de entrar nos estabelecimentos a fazer o pino de modo a aumentar a distancia útil de respiração entre as pessoas presentes no mesmo.

    • A notícia que o amigo veicula está apenas parcialmente correta. Esqueceu-se de referir que os que entrarem a fazer o pino não estarão desobrigados do recurso à máscara. Apenas a poderão tirar no momento do consumo o qual, obviamente, deverá ser realizado mantendo a posição com que entraram no estabelecimento.

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