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Google vai transformar alguns dos seus escritórios em locais de vacinação contra a covid-19

A Google irá converter algumas das suas instalações em locais de vacinação contra a covid-19. Algumas das cidades incluídas no plano são Nova York, Los Angeles, São Francisco e Washington.

Em parceria com a One Medical e as autoridades de saúde pública, a Google irá abrir “prédios, parques de estacionamento e espaços abertos” para que qualquer pessoa, que esteja elegível para a vacina, a possa tomar, referiu o CEO Sundar Pichai. A empresa já está a trabalhar com as autoridades locais para determinar quando é que os locais podem ser abertos.

“A pandemia de covid-19 afetou profundamente todas as comunidades em todo o mundo”, escreveu Pichai num posto no blog, acrescentando que “também inspirou a coordenação entre os setores público e privado numa escala notável. Não podemos desacelerar agora”.

A Google também prometeu doar 150 milhões de dólares para promover a educação e distribuição de vacinas, sendo que 100 milhões deverão ser encaminhados para doações publicitárias e os restantes 50 milhões deverão ser injetados numa parceria com agências de saúde.

Para além disso a gigante tecnológica irá partilhar informações específicas sobre o processo de vacinação tendo em conta cada estado. As páginas de pesquisa do Arizona, Louisiana, Mississippi e Texas deverão estar prontas nas próximas semanas.

“Incluiremos detalhes sobre a vacinação, como por exemplo se o acesso é limitado a grupos específicos ou se há um drive-through”, acrescentou Pichai, que garante que com o tempo mais estados norte-americanos e outros países serão incluídos neste processo.

A empresa analisou, de acordo com os primeiros dados, que pessoas negras e pessoas que vivem em comunidades rurais têm um acesso mais limitado às vacinas do que outros grupos. Tendo em conta este fosso, destinou ainda 5 milhões de dólares a “organizações que tratam das disparidades raciais e geográficas no processo de vacinação”.

Contudo, a Google não é a única empresa que se mostra preocupada com a campanha de vacinação nos EUA.

A Amazon também abriu uma clínica em Seattle na esperança de vacinar 2.000 pessoas, avança o Engadget.

  Ana Moura, ZAP //

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