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Uso de máscara obrigatório durante os exames nacionais, que podem durar mais de duas horas

Rodrigo Antunes / Lusa

Os alunos do ensino secundário que este ano realizem exames nacionais terão de estar durante toda a prova com a máscara de proteção pessoal.

O uso de máscara, que se tornou obrigatório no regresso às aulas presenciais dos alunos do 11.º e 12.º anos, a 18 de maio, continua a ser exigido aos alunos que farão as provas de acesso ao ensino superior, confirmou ao jornal Público o Júri Nacional de Exames (JNE).

Não é permitido retirar a máscara durante a realização das provas e exames”, estabeleceu o o JNE, dando conta que os professores vigilantes poderão, contudo, pedir que seja retirada esta proteção pessoal, mas só “quando se mostre necessário e apenas para o efeito de verificação da identificação do aluno”.

Os estudantes devem entrar nas escolas já com a máscara colocada e só poderão retirá-la quando estiverem já fora do recinto escolar, frisa o mesmo matutino.

Podem ser dispensado do uso de máscara as “pessoas com deficiência cognitiva, do desenvolvimento e perturbações psíquicas” ou que comprovem ter uma “condição clínica da pessoa não se coaduna com o uso” daquelas, pode ler-se no decreto que altera as medidas excecionais a adotar no âmbito da atual pandemia, aprovado nesta sexta-feira.

Os exames nacionais, durante os quais só poderá estar sentado um aluno por carteira, podem levar mais de duas horas. A duração dos exames é de 120 minutos, a que acrescem mais 30 de tolerância. No caso da disciplina de Matemática A a duração é de 150 minutos, mais o tempo suplementar da praxe.

As instruções do JNE aconselham ainda que, sempre que possível, estes exames devem ser feitos em espaços amplos como “pavilhões, auditórios, refeitórios, salas de convívio, etc.”, de modo a garantir “sempre o distanciamento físico necessário [dois metros]”.

A primeira fase de exames nacionais decorre entre 6 e 23 julho.

  ZAP //

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