Divulgado vídeo de conversa em off de Costa a chamar “cobardes” a médicos

Stephanie Lecocq / EPA

Foi este fim-de-semana divulgado através das redes sociais um vídeo em que se vê e ouve o primeiro-ministro, António Costa, a chamar “cobardes” a médicos.

No vídeo publicado, que tem apenas sete segundos, o líder do Executivo fala com dois jornalistas do semanário Expresso, que neste sábado publicaram uma entrevista com António Costa, não sendo possível perceber o contexto da conversa.

Em off-the-record, António Costa diz, referindo-se, alegadamente aos médicos envolvidos no caso do surto de covid-19 em Reguengos de Monsaraz: “O presidente da ARS [Administração Regional de Saúde] mandou para lá os médicos para fazerem o que lhes competia e os gajos, cobardes, não fizeram“.

O Expresso já repudiou, numa nota da Direção, a divulgação desse vídeo. “Os sete segundos do vídeo ilegal descontextualizam quer a entrevista, quer a conversa que o primeiro-ministro teve com o Expresso”, refere a nota, acrescentando que o jornal “desencadeará, de imediato, os procedimentos internos e externos para apurar o que aconteceu e os responsáveis pelo sucedido”.

“Tratando-se de uma conversa já fora do âmbito da entrevista, e apesar de a sua divulgação ter fugido ao controlo do jornal, a direção do Expresso lamenta profundamente o ocorrido e pede, consequentemente, as devidas desculpas ao primeiro-ministro pela quebra de confiança, ainda que involuntária”, pode ler-se na mesma nota.

CDS e Chega criticam

Num comunicado a propósito do vídeo, o líder do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, diz que os médicos quando encabeçaram a luta contra a covid-19 “dia e noite, correndo risco de vida e permitindo a António Costa alavancar a popularidade à custa do seu esforço”, esses médicos eram os heróis do país.

“Quando começaram a apontar claros indícios de falhas do Estado no tratamento de doentes, nomeadamente os mais idosos, passaram a ser ´cobardes´, a não ter competência para elaborar relatórios e a serem criticados por terem opinião nas televisões”, diz o líder centrista, concluindo que o primeiro-ministro “deve retratar-se publicamente e retirar imediatamente o ataque feroz que desferiu à classe profissional”.

Já num comunicado assinado pela direção nacional o Chega fala-se de “absoluta falta de decência, tolerância democrática e desrespeito por uma das classes que mais tem sido afetada no âmbito da pandemia de covid-19″.

“Estas declarações, agora tornadas públicas, ainda que de forma inadvertida, são gravíssimas e demonstram um estado de desorientação considerável e uma agressividade incompreensível para com todos os médicos e com o setor da saúde em geral”, diz o Chega, acrescentando que no atual contexto “dificilmente o primeiro-ministro tem condições para continuar no cargo” e assumir a liderança da luta contra a covid-19″.

SIM repudia palavras, PS responde

Também em comunicado a propósito do vídeo, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) começa por esclarecer que os médicos do Serviço Nacional de Saúde “não são médicos de lares” e que a determinação da ARS do Alentejo em “alocar ao lar” em questão equipas de médicos estava “ferida de ilegalidade face às convenções coletivas de trabalho”.

“No que se refere aos médicos das Unidades de Saúde Familiar, a própria Portaria n.º 1368/2007, de 18 de outubro, estabelece explicitamente que está excluída a prestação de cuidados de saúde em lares, casas de repouso, IPSS, e outros locais semelhantes (tabela II – núcleo base de serviços clínicos)”, nota, dizendo que mesmo assim médicos da Unidade de Saúde Familiar Remo foram ao lar após o diagnóstico do primeiro caso.

Afirmando que os doentes têm direito a cuidados de saúde de qualidade e que os médicos direito a exigir condições técnicas para cumprir a sua função, o SIM afirma: “lamentamos, reprovamos e repudiamos em absoluto as palavras de Vossa Excelência”, e diz que “os médicos merecem e exigem respeito, muito mais partindo do chefe do Governo”.

Por sua vez, o Partido Socialista considerou “falsas” e “indecorosas” as afirmações do Sindicato Independente dos Médicos, lembrando que foi emitido um despacho a determinar o seguimento clínico do doente com covid-19 que habite em lares.

Sobre o vídeo em que António Costa chama “cobardes” aos médicos envolvidos no surto de Reguengos, Hortense Martins disse à Lusa que “já foi repudiado, tendo sido explicado publicamente que se baseia em afirmações descontextualizadas”.

“O PS repudia totalmente o comunicado do SIM porque é feito em termos indecorosos e consideramo-los falsos. O SIM sabe que foi emitido um despacho do gabinete da ministra da Saúde que determina que o seguimento clínico do doente da covid-19 que habite estabelecimento residencial para pessoas idosas, e cuja situação clínica não exija internamento hospitalar, não pode estar alheado da prestação de cuidados de saúde”, disse à agência Lusa a deputada socialista Hortense Martins.

A vice-presidente do grupo parlamentar do PS para a área da Saúde criticou o SIM, que em comunicado divulgado este domingo começa por esclarecer que os médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) “não são médicos de lares” e que a determinação da Administração Regional de Saúde do Alentejo em “alocar ao lar” em questão equipas de médicos estava “ferida de ilegalidade face às convenções coletivas de trabalho”.

Contrariando estas afirmações, a deputada socialista frisou, à Lusa, que “o SIM sabe que o doente com covid-19 que habite estabelecimento residencial para pessoas idosas tem o direito a ser acompanhado diariamente pelos profissionais de saúde dos ACeS [Agrupamentos de Centros de Saúde] da respetiva área de intervenção em articulação com o hospital da respetiva área de referência”.

FNAM também já reagiu

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) também repudiou esta segunda-feira as declarações do primeiro-ministro, pedindo respeito pelos médicos e o apuramento das responsabilidades no caso das mortes num lar em Reguengos.

“Estas declarações, proferidas por um chefe de Governo, são chocantes e totalmente inapropriadas, insultando de forma vergonhosa e indigna todo um grupo profissional cuja competência, capacidade de trabalho e resiliência para exercer a sua profissão em condições cada vez mais degradadas, pondo os interesses dos doentes acima de qualquer outra consideração, não pode ser contestada”, afirmou a FNAM em comunicado.

A estrutura sindical desmente também as afirmações de António Costa de que os médicos se recusaram a prestar serviço no lar de Reguengos.

“Os médicos têm vínculo com a sua entidade empregadora, que não é o lar de Reguengos de Monsaraz, e têm obrigações para com os utentes da unidade onde desempenham funções — o Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Central”, refere a nota.

Recorrendo às redes sociais, Noel Carrilho, presidente da FNAM, respondeu também ao vídeo gravado em off do primeiro-ministro.

Noel Carrilho, Presidente da FNAM, responde ao vídeo divulgado do Primeiro-ministro

Noel Carrilho, Presidente da FNAM, responde ao vídeo divulgado do Primeiro-ministroOs médicos não são cobardes.É aos profissionais de saúde que se deve o elogiado desempenho do SNS durante a pandemia.A FNAM exige que o Primeiro-ministro se retrate das acusações e insultos proferidos contra os médicos e que se empenhe no reforço do SNS.

Publicado por Federação Nacional dos Médicos em Domingo, 23 de agosto de 2020

O surto de Reguengos de Monsaraz provocou 162 casos de infeção, a maior parte no lar, e morreram 18 pessoas, 16 delas utentes do lar. A Procuradoria-Geral da República instaurou um inquérito. Um relatório da Ordem dos Médicos aponta para o incumprimento das orientações da Direção-Geral da Saúde.

ZAP // Lusa

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43 COMENTÁRIOS

  1. Costa pensou que os médicos tinham virado missionários! Ficou furioso quando viu que estava enganado. O mundo está hoje pouco confiável e pouco solidário. Se calhar, piorou com a Covid, apesar do subsidiozinho que Costa atribuiu a alguns clínicos. Uns ingratos!
    Quanto às declarações em off, um PM já não pode ter um desabafo e falar máscara?
    A oposição que tenha mas é tento na língua…

  2. SE a ignorância e a incompetência pagassem imposto,este tipo estava na miséria.Já não há pachorra para aturar os discursos deste tipo.Também espero que o Ventura se organise pois o país precisa de modar estes xuxas incompetentes.

  3. Anuncio aqui agora a criação do BASTA. O CHEGA não basta, por isso é preciso criar o BASTA para que chegue. Vota BASTA e não CHEGA, porque o BASTA chega e o CHEGA não basta!

  4. A Direção de Comunicação do chefe da geringonça está a falhar. Parece-me que que a arrogância vai transformar-se em humildade quando o chefe for pedir desculpa aos médicos. Depois, com ar altivo vai comunicar que o assunto está arrumado e não vai voltar a falar do assunto. A grande preocupação é decidir se vai à Festa do Avante ver o Ricardo Araújo

  5. Não chamaria cobardia mas antes o oportunismo da hipocrisia. Médicos já são famosos por utilizar os seus poderes nas questões monetárias. Mas não chega. Agora querem mandar no governo.

      • Sim, o médicos podem pedir o que bem querem, pois tem um poder negocial ímpar. Em Portugal ainda não se viu bem o significado, fora talvez dos biscateiros, mas ao comparar o custo da ‘medicina’ anual com a evolução dos preços em geral em vários países da UE, vê-se este poder.
        A abertura em Portugal à medicina hospitalar privada e o impacto no SNS é um sinal que a sacia monetária é bem na mente desta classe

        • Portanto, se bem percebi, os médicos têm um “poder negocial ímpar”, mas não em Portugal, “onde não se viu bem o significado”. E, na Europa, onde se vê isso é ao comparar o custo anual da medicina, com a evolução dos preços em geral.
          Bem, em Portugal, se tiver dúvidas em relação às repercussões salariais desse “poder ímpar”, é consultar a tabela de vencimentos dos médicos, por exemplo, aqui https://www.simedicos.pt/fotos/editor2/ficheiros/tabela_salarial_2020.pdf, sabendo que a esmagadora maioria estão na base de assistente e assistente graduado, metade em 35 horas e metade em 40 h semanais. Quanto ao seu método “europeu”, pensaria que uma pessoa bem informada saberia que o aumento do custo da medicina se deve ao custo cada vez mais elevado de medicamentos e de técnicas novas, cujo lucro vai direitinho para as farmacêuticas e fabricantes de dispositivos médicos…

          • Em Portugal os médicos ainda não lá chegaram. Aparentemente, agora o ofensivo começou.
            Uma tabela salarial realmente não diz nada, num país onde o valor pago normalmente é bastante superior ao valor base

            • A “ofensiva começou”? Não dei por nada. De que forma é que isso aconteceu?
              “o valor pago normalmente é bastante superior ao valor base”? Em relação aos médicos, quando isso acontece é porque lhes sai do pelo, chama-se “horas extraordinárias” e geralmente significa que, quando vc e o resto do país está a dormir, eles estão a trabalhar.

            • em que mundo vive? no mundo do éter é? se calhar está na altura de se deixar a navegar no éter e ir para um centro de desintoxicaçao … está completamente aluado … upss à parte da realidade

    • Talvez… Mas, apesar dos seus defeitos, continua a ser a melhor (menos má) opção atualmente. De longe! Nem Rio, nem Catarina, nem o puto do CDS de olhos esbugalhados, e muito menos o Jerónimo! Já nem se fala dos “outros” que nem merecem referência… Costa dá muitas calinadas, sem dúvida, mas podíamos estar muito, muito, muito, muito pior!

  6. Cobarde é ele que para ser primeiro ministro precisou da esquerda e ja anda apelando novamente ajuda da esquerda. É facil chamar de cobardes a quem muitas vezes trabalha 10/12 horas seguidas num serviço de urgencia e quando comete um erro (por vezes por cansaço)todos lhe apontam um dedo, e estes ministros de “meia tigela” que ao longo destes quarentas e tal anos pos 25 abril so teem feito m***** e sentem-se impunes penso que deveríamos pensar e reflectir sobre a verdadeira situação do nosso portugal….

    • Pois… O Passos não precisou do CDS para formar governo? Coligações são apanágio exclusivo da esquerda. Ok… O Costa não chamou cobarde por trabalharem 12 horas por dia, mas sim por não fazerem o que lhes competia, em Reguengos.

      • Bem, Miguel Queiroz. Parece que o Algarvio considera a democracia cobarde. Se calhar queria um outro sistema político mais corajoso.

      • Miguel Queiroz, O PPD em 2002 não precisou do CDS? Até teve de dar as pastas que o Portas exigiu, em 2011, o PPD voltou a precisar do CDS para governar ou só é válido para nós e para os outros já não é? que democracia o senhor quer? Vaselina no CU dos outros para mim é cheirinho

  7. Duas estupidezes:

    1. Ele não estava a falar oficialmente. Não pode ter uma opinião em privado? Se ele lá em casa disser que o Galamba é parvo, isso conta como comunicado oficial, se alguém o filmar Às esconddidas com o telemóvel? Que granda estupidez!

    2. Se fosse o Trump podia dizer isso e dez vezes pior como costuma dizer… Que esta malta do Escudo Identitário, até se vinha de tão contente.

    Ganhem-me ideias, pá!.. Importem-se com o que tem importância, e não andem a filmar as pessoas às escondidas a ver se os apanham a deslizar.

    • Enfim.
      Quanto ao primeiro ponto, se dissesse que o Galamba era parvo não estaria a dizer nenhuma mentira. Quanto ao segundo ponto nem vale a pena perder tempo. O problema do que se diz em privado é que na generalidade das vezes é aquilo que se pensa mesmo, antes do crivo do politicamente correto.
      Em toda esta história apenas saliento que o Costa andar desgovernado. Ofereceu a liga dos campeões aos profissionais de saúde e, pelos vistos, soube a pouco. É uma política de fantochada, que aparentemente os portugueses gostam, mas que não nos leva a lado nenhum.

      • Repare… Para quem não gosta do Politicamente Correcto (e eu também não), você está muito preocupado não só com o que ele diz em conversa privada, como com o que ele pensa. Pior que politicamente correcto, é armar em polícia de pensamento.

        Insisto… Eu também sou muito crítico deste governo quando entendo justificar-se. Não sofro de clubismo nem amor a camisolas ideológicas, como 99% dos Portugueses, tão dados ao futebolismo político.

        • Há apenas uma falácia na sua argumentação. Não estamos a falar de pensamentos mas sim de afirmações. muito embora não oficiais. E isso faz toda a diferença. Se imaginasse o que eu penso de muito boa gente com a qual falo educadamente todos os dias…

            • Eu não o critico por ter essa postura. Apenas constato que o que ele diz off the record (se é que isso existe) é mais genuíno do que aquilo que diz oficialmente. E quanto ao hipócrita, todos o somos um pouco. Depois o Rui baralha-se todo! Refere “sorrisos pela frente e falar mal por trás”. Onde é que eu disse que fazia isso?! Parece não ter interpretado corretamente o que eu disse. O facto de eu pensar isto ou aquilo de A, B ou C, não significa que ande a falar mal dele nas costas.
              O Rui anda baralhado das ideias.

    • O problema é que estas afirmações em “off” estão na calha do que ele disse oficialmente, há poucos dias, em relação aos médicos do centro de saúde de Reguengos em geral e em relação ao bastonário em particular (pelo menos assim parecia, no que diz respeito ao alvo). Parece, portanto, existir uma ideia consistente por parte do António Costa em relação ao papel dos médicos neste problema do lar de Reguengos.
      E o outro problema (e mais grave), é que ele parece basear as suas ideias em informação errada, transmitida pelos seus comissários políticos regionais, vidé presidente da ARS do Alentejo.

  8. Os médicos que não obedeceram à determinação da ARS para irem a Reguengos tratar quem estava a sofrer , e que portanto incumpriram a determinação, foi por nítida cobardia e aproveitamento da situação para em conluio com o Bastonário e com os Sindicatos, arranjarem mais um motivo para aumentos salariais, o que se calhar é necessário rever. Mas nestas condições de perigo de vida dos utentes , o significado do seu protesto só pode ser de COVARDIA.
    O Senhor Bastonário, mais um comissário político do PSD, terá que pedir a demissão.

    • Sabe sobre o que está a falar (e a acusar e a insultar)? Sabe mesmo o que se passou ou só conhece a versão do comissário político do PS, o presidente da ARS do Alentejo? Não vale a pena responder, vc está a “emprenhar de ouvido”, tal e qual fez o António Costa. Fique a saber que não houve recusa por parte dos médicos em assistir os doentes, o que houve foi fortes protestos contra as condições em que os doentes estavam a ser tratados e a falta de condições adequadas de segurança para os próprios profissionais. Espere-se pelos resultados do inquérito que a procuradoria está a fazer, já que certamente não acredita em nada do que a auditoria da ordem dos médicos concluiu.

  9. “Tratando-se de uma conversa já fora do âmbito da entrevista, e apesar de a sua divulgação ter fugido ao controlo do jornal, a direção do Expresso lamenta profundamente o ocorrido e pede, consequentemente, as devidas desculpas ao primeiro-ministro pela quebra de confiança, ainda que involuntária”.
    Pois… Um erro. Ups!
    “a sua divulgação ter fugido ao controlo do jornal”. Mas então que raio de segurança tem este “jornal”? Fugiu do controlo? 😀
    Agora já nem se pode confiar num “exemplo” de jornalismo como o Expresso! A partir de agora, os jornais e televisões deviam levar com discursos escritos e curto sem direito a perguntas, não vá o diabo tece-las, com mais uma “fuga de controlo” de algo em off-the-record… um “erro”, vejam lá…

  10. Para se poder ter uma opinião credível temos de saber que tipo de vínculo têm os médicos a quem foi solicitado o serviço. Quem tem um vínculo precário, não tem de obedecer à hierarquia. Quem tem um vínculo permanente incorreu num acto passível de processo disciplinar. É fácil andar a contratar mão-de-obra precária mas depois o resultado é este.
    Cobarde e aldrabão é o dr. António Costa!
    É cobarde porque não tem a coragem de dizer em público aquilo que pensa ser o suporte da sua indignação. É aldrabão porque devendo ser conhecedor do suporte jurídico que ele próprio decidiu dar à contratação dos tais profissionais de saúde, quer lavar as culpas da incompetencia da ARS que no fundo reflecte a incompetencia do seu próprio governo com a desculpa do incumprimento de obrigações que ele próprio sabe não existirem!

  11. Pena não ser ONE, não disse nada de mal, precisam ouvir muitas verdades que a sociedade covardemente tem medo de dizer, principalmente a chamada Comunicação Social, não temos jornalistas a sério para lhes perguntar o que ganham em andar sempre a obstruir o Trabalho da Direção de Saúde e da Ministra, qual o proveito que têm nas máscaras, porque não se mete com aqueles medicamentos com Publicidade todo o dia nas Televisões a dizer que aqueles artigos fazem bem e curam tudo, etc

  12. Não entendo como o governo continua a dar entrevistas ao Expresso, sabe-se que o Expresso a SIC o PSD a Ordem e Sindicato dos Médicos, são tudo a mesma Coisa, como alguém diz, isto anda tudo ligado, chegam ao ponto da tal gravação que alguém roubou, quer dizer esta gente já perdeu a cabeça de tal forma que, como o Sousa Tavares diz já chega ao ato Criminoso, como ele diz este Ato é Crime, e gera a falta de confiança na Sociedade, a Ordem dos Médicos de cabeça perdida já transmite MEDO para ir a um hospital ou Clínica Privadas, com a ganância de querer a todo o custo desastres nos serviços de Saúde começamos a Temer ir ao Médico, está em causa a Saúde, e em Caso Políticos quando começa a valer tudo.

  13. Sem fazer qualquer comentário sobre o caso de Reguengos (ou sobre o trabalho dos médicos em geral), parece-me que este Bastonário da Ordem dos Médicos está a chegar ao nível da Bastonária da Ordem dos Enfermeiros!…
    Ainda não percebi se ele está preocupado em fazer oposição política ao Governo, se está preocupado com a saúde em Portugal ou se tem outra agenda…

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