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DGS recomenda uso de máscara em eventos no exterior e no recreio das escolas

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Tiago Petinga / Lusa

A Direção-Geral da Saúde recomenda o uso de máscara em aglomerados populacionais, eventos em espaços exteriores e no recreio nas escolas, disse hoje a diretora-geral, Graça Freitas.

“A transmissão indireta do vírus é por acumulação de aerossóis e obviamente essa via é muito menos eficaz no exterior do que no interior. De qualquer maneira a recomendação vai no sentido de que em aglomerados e em contextos especiais” a máscara deve ser utilizada, avançou Graça Freitas numa audição no parlamento.

Graça Freitas apontou como exemplo em que se justifica o uso da máscara o recreio nas escolas e também em eventos exteriores.

“A própria mobilidade em determinados sítios das cidades em que há aglomerados populacionais isso obviamente poderá constituir uma exceção, uma recomendação diferente, porque permite o contacto direto e próximo entre pessoas e, portanto, permite a transmissão” do vírus SARS-Cov-2, que provoca a doença covid-19.

A diretora-geral da Saúde sublinhou ainda que é importante “a mobilização social e a ética dos cuidados individuais de cada um”.

“Cada um de nós deve, apesar de tudo, continuar a ser portador de uma máscara e em caso de necessidade deve colocá-la”, afirmou Graça Freitas na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença covid-19 e do processo de recuperação económica e social, onde foi ouvida a pedido do PSD sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras.

Esta recomendação deverá ser seguida mesmo depois do fim da obrigatoriedade de uso desta proteção na rua e em espaços exteriores, que está marcada para o próximo dia 12, altura em que termina a vigência da lei da Assembleia da República que, desde 27 de outubro, obriga ao uso de proteção facial contra a covid-19 na via pública, recorda o jornal Público.

  ZAP // Lusa

5 Comments

  1. É mesmo muito urgente, gente nova a liderar o país, pois estamos no Séc XXI com ideias fixas, do Séc passado…

    Podemos coexistir todos, mas acho que já chega, de tanta trapalhada, e, eu já passei da metade :)…

    Não existe nada pior que a indecisão, no limite que trabalhem por excesso de zelo, é bem preferível do que andar consecutivamente numa montanha russa :/ !

  2. O DGS baseia-se em ciência ou nos “patrocinadores”?
    Será mero acaso que uma percentagem elevada de crianças engordou enormemente durante os lookdown?
    Não é a obesidade um dos principais fatores de risco?
    Querem salvar ou fragilizar as crianças?
    Necessitam de ver mais crianças no UCI para continuar a venda de vacinas?
    Desde quando uma mascara numa criança (e não um médico treinado) protege de um vírus respiratório?
    Quantas vezes a criança mexe na mascara?
    O mundo virou atrasado mental? ou sempre foi assim e agora os malucos tomaram conta do manicómio..

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