Do “baile” de Quaresma ao “lixo” do racismo. Costa nega problema com ciganos em Portugal

António Cotrim / Lusa

Para António Costa, Portugal só tem um problema “com pessoas que cumprem ou não cumprem as normas sanitárias”. Com a comunidade cigana, “não há problema nenhum”.

Foi pela voz de Catarina Martins que o assunto mais quente do debate quinzenal desta quinta-feira chegou ao Parlamento. A coordenadora do Bloco de Esquerda dirigiu-se diretamente a André Ventura e não poupou críticas à ideia defendida pelo deputado único de construir um plano de confinamento para a comunidade cigana.

“O Chega não só tem opiniões repugnantes, como André Ventura tem a cobardia de querer calar quem lhe faz frente”, atirou Catarina Martins numa alusão ao texto que, esta semana, o futebolista Ricardo Quaresma dedicou a Ventura, acusando o político de praticar um “populismo racista”.

“As suas ideias racistas devem ir parar ao caixote do lixo de onde nunca deviam ter saído”, acrescentou ainda a bloquista.

Depois de Catarina Martins, foi a vez de António Costa se pronunciar. No início da sua intervenção, o primeiro-ministro começou por negar a existência de problemas com a comunidade cigana em Portugal.

“Nós temos problemas em Portugal com pessoas que cumprem ou não cumprem as normas sanitárias e a resposta que temos de ter com essas pessoas, qual seja a sua etnia, religião, é muito simples: a lei é para cumprir e deve ser aplicada a todos por igual”, sublinhou o governante.

Se, num primeiro momento, António Costa conseguiu segurar as rédeas, desistiu perante a insistência do deputado único do Chega.

Munido da mensagem que Quaresma partilhou nas redes sociais, o primeiro-ministro criticou o “populismo racista” de André Ventura: “Não há um problema com a comunidade cigana em Portugal. O senhor deputado é que tem um problema, que já foi de trivela”, atirou o primeiro-ministro.

“O que o senhor deputado teve foi uma resposta à altura de um grande campeão nacional e um grande jogador da nossa seleção. É ter muito mau perder quando, depois de levar um baile do Quaresma, a única resposta que teve foi dizer que um jogador da seleção devia estar calado. Não. O direito à opinião é uma liberdade de todos”, afirmou.

Por último, Costa lembrou que a comunidade cigana está há séculos em Portugal e é “tão portuguesa como qualquer um de nós”.

Na quarta-feira, André Ventura disse que “não voltará atrás” na proposta para um plano específico de “abordagem e confinamento” para as comunidades ciganas, e que apresentará essa iniciativa mesmo sem apoio de outros partidos.

Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o presidente demissionário do Chega afirmou que já estava a estabelecer contactos com o PSD, CDS e Iniciativa Liberal para que esta proposta vá avante, visto que considera que “é necessário uma abordagem específica ao caso da comunidade cigana em Portugal”, tendo pedido reuniões aos líderes dos três partidos.

No mesmo dia, várias associações e personalidades, como Ana Gomes e Ricardo Quaresma, subscreveram um abaixo-assinado a repudiar as declarações do deputado do Chega sobre a comunidade cigana.

Através de uma publicação no Facebook, Quaresma criticou o facto de “o populismo racista” de André Ventura servir “apenas para virar homens contra homens em nome de uma ambição pelo poder, que a história já provou ser um caminho de perdição para a humanidade”.

LM, ZAP // Lusa

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24 COMENTÁRIOS

      • Que o problema existe, é um facto. E por “culpa” da prórpia etnia, que se fecha em “copas” e em si própria.
        O Quaresma é, sem dúvida, uma honrosa e excelente excepção.

        A solução é que não poderá nunca ser a do Ventura. É uma completa idiotice.

  1. Não partilho da ideologia ou filosofia do André Ventura.
    Não concordo com ele na esmagadora maioria das coisas que diz.
    Considero-o até perigoso. É o tipo de pessoa que a quem o eleitorado devia vedar todo e qualquer acesso a cargos de poder político.

    Dito isto, nesta questão, ele tem razão. Há, de facto, um problema com os ciganos em Portugal!!

    As comunidades ciganas em Portugal OPTAM por estar fora do estado em tudo o que forem obrigações ou deveres e berram aos quatro ventos «RACISMO!!» se não forem incluídos em tudo o que sejam direitos. Isto é verdade e acontece repetida, reiterada e impunemente por todos os locais do pais em que comunidades de etnia cigana estejam presentes.

    A reacção dos políticos a este tipo de coisa é normal e espectável. Evitam bater de frente com os problemas. Optam pelo morno, pelo meio-sal, como forma de sobreviver. Quanto menos opiniões tiverem, menos riscos correm de irritar quem tiver opinião contrária. São covardes por natureza.

    A quem se sentir ofendido pelas minhas palavras, peço que respondam ao seguinte:
    1. Se tiverem que comprar/alugar casa, vão para um local em que tenham vizinhos de etnia cigana?
    2. Se tiverem duas escolas, perto uma da outra, uma uma presença significativa de ciganos e a outra sem, em qual matriculam os vossos filhos?
    3. Vão comprar automóvel a um particular. Encontram dois carros iguais. Um deles é vendido por um cigano e o outro não. Qual compram?

    Passem bem!

    • Ora bem… respondendo às suas questões:

      1. Se tiverem que comprar/alugar casa, vão para um local em que tenham vizinhos de etnia cigana?
      Sempre. Aí não seremos vítimas de assaltos e pelo meio ainda podemos ouvir música e cantares típicos. Ninguém no seu perfeito juízo assalta um bairro de ciganos.

      2. Se tiverem duas escolas, perto uma da outra, uma uma presença significativa de ciganos e a outra sem, em qual matriculam os vossos filhos?
      Na que tiver a maior comunidade de ciganos. O futuro pertence à globalização. Devemos dar uma educação multicultural aos nossos filhos e prepará-los para trabalharem em diferentes ambientes culturais.

      3. Vão comprar automóvel a um particular. Encontram dois carros iguais. Um deles é vendido por um cigano e o outro não. Qual compram?
      O do cigano sem qualquer dúvida. Pelo menos sabemos logo à partida que nos estão a dar música. No outro caso podíamos ir na cantiga sem dar por ela.

      Agora deixo-lhe eu uma pergunta:
      Se fosse o treinador de Portugal no Portugal x Croácia do Euro2016, aos 87 minutos teria escolhido para entrar o cigano, que depois marcou o único golo que eliminou a Croácia, ou outro qualquer jogador?

      • Vou dar-lhe o beneficio na dúvida (uma vez) e assumir que estamos a ter uma conversa séria. Não tenho tempo para estar a «bater bolas» online.

        Comecemos pelo final: Se eu fosse treinador de Portugal, no Portugal x Croácia do Euro2016, é bem provável que o Quaresma jogasse de inicio. Gosto demasiado das qualidades do jogador para o ter no banco.

        Não percebo é o que terá isto a ver com o que está em discussão. O que tem a ver as qualidades futebolísticas de um individuo, com o comportamento da generalidade dos Portugueses de etnia cigana? Quer explicar?

        E já agora, se não se importar, explique também as seguintes afirmações do seu post:
        «…Ninguém no seu perfeito juízo assalta um bairro de ciganos.»
        «…O do cigano sem qualquer dúvida. Pelo menos sabemos logo à partida que nos estão a dar música…»

        Eu abordei a questão de forma honesta e objetiva e o Sr(a)., no seu afã de me contrariar, andou a roçar o racista.

        Não baseio a minha opinião em cor, credo, raça, etc… de quem quer que seja mas não viro a cara quando as evidencias estão ai, para quem tiver coragem de olhar para elas.

        • Apenas relatei o óbvio. Acha mesmo que alguém assaltará um bairro de ciganos?!!
          Assumindo que quando compra um carro em segunda mão, o vendedor estará sempre a puxar a sardinha à sua brasa e partindo do princípio que os portugueses desconfiam dos ciganos, nessa situação já sabem que têm de estar com um pé atrás. Agora se lhe aparecer um outro qualquer, bem vestido, a contar-lhe uma história linda, corre o risco de baixar a guarda e ser enganado sem saber.
          E quanto ao Quaresma, mandou uma grande trivelada no palerma da Rinchoa.

          • Eu andei numa escola que era no meio das barracas dos ciganos em Lisboa. Os assaltos eram a toda a hora. Isto na Picheleira, agora Olaias.

            Tive um amigo cujos pais venderam a casa numa altura em que vários ciganos iam comprando lá casas (sim, havia ciganos a comprar casas nessa altura, em dinheiro) e onde as casas desvalorizaram a pique, pois só os ciganos se interessavam, não havia outros compradores que se interessassem. Isto no fogueteiro para quem tiver curiosidades.

            Nem todos os ciganos são iguais. Nem todos os brancos são iguais. Nem todos os homens e mulheres são iguais. Contudo, a cultura tem um papel fundamental na construção do indivíduo e algumas culturas não formam bons indivíduos.

      • Muito bem, são apenas estas perguntas que deveriam ser eftuadas ao Sr. Costa.
        A verade é esta, todos pensamos da mesma maneira em relação a este grave problema, que dura à 500 Anos.
        Ninguém têm coragem de assumir que temos um grave problema e vemos o que está a acontecer.

  2. É evidente que não se pode tomar a parte pelo todo. Contudo, “a parte” – no caso da população de etnia cigana – é mais do que diminuta.
    Já se avaliou em que é que eles contribuem positivamente para o nosso País?
    Já se fizeram contas quanto ao que o Estado gasta com eles – entre vários outros aspetos – em termos judiciais e a incidência de comportamentos desviantes e criminalidade, naquela população?

  3. #1 Há grupos de risco, quer pela idade, saúde, profissões ou “comportamentos”;

    #2 É possível que algumas comunidades ciganas sejam um grupo de risco, em particular por comportamentos de risco, ignorando as directivas de segurança. Quem não reconhece diferenças culturais e de comportamentos com os ciganos, que tornam compreensível este desprezo pelas medidas de contenção por ALGUMAS comunidades ciganas, claramente não sabe do que fala. O problema não é só destas comunidades, pois põem em risco todos os outros cidadãos;

    #3 Provavelmente, as autoridades já tiveram conhecimento desta situação, mas não actuam porque há um estigma automático de qualquer um que aponte o dedo à comunidade cigana. É uma classe protegida;

    #4 O Sr. André Ventura, não tem medo de pôr o dedo nas feridas, e foca-se especificamente neste grupo de cidadãos porque sabe que mais ninguém o vai fazer. Claro que tem os seus motivos populistas. Muita gente não gosta dos ciganos. Mas deverá ser uma preocupação genuína e fundamentada;

    #5 As restantes figuras políticas e públicas, aproveitam claro esta oportunidade para, como sempre, se pavonearem enquanto virtuosos da moral e justiceiros sociais, apesar de saberem que, com outro grupo de pessoas que não fosse uma minoria étnica ou religiosa, esta medida seria imediatamente implementada, e até os responsáveis seriam punidos pelo desrespeito às medidas de contenção.

  4. “Ser cigano ou não ser cigano”… ” Há noite para ciganos ou não ciganos ” Há uma Lua, um Sol, para ciganos ou não ciganos? Há preços de consumo diferenciados nos supermercados? O COVI19 é perigoso e ataca só os que não são ciganos? A violência doméstica é exclusiva da comunidade cigana? etc. etc. etc. Em pleno século XXI, parecendo que a Pré-história do pensamento humano esta muito longe é lamentável ouvir e ler comentários deploráveis sobre este assunto…Em que lado estão e continuam a exploração humana, nas mais variadas vertentes? Exploração e tráfico sexual; Negócio e grandes lucros com os negócios da droga? Fábricas e vendas de automóveis; Grandes negócios com armas; Os Bancos; Grandes Multinacionais;

    SERÁ JUSTO, no contexto actual, culpabilizar os CIGANOS pelo que não fazem e nem têm acesso? “O NAVIO, OS BARCOS e BARQUINHOS em que todos navegamos, podem ir ao fundo, quer transportem, ciganos, não ciganos, ou mistos…E quando forem ao fundo, nem todos se salvarão…Há uns que nadam melhor que outros ou não têm força para nadar e chegar a terra”…SOMOS TODOS SERES HUMANOS…Não existe MORTE PARA CIGANOS E NÃO CIGANOS! “TUDO TEM PRINCÍPIO E FIM”! PARA TODOS…TODA A HUMANIDADE: Seres vivos, humanos, animais e plantas…

      • A Lena tèm razão, num contexto actual não devemos culpabilizar os ciganos de nada, devemos permitir que possam continuar a não cumprir regras, colocando em causa vidas Humanas.
        Porque os ciganos são pessoas, devemos permitir que se façam leis e regras apenas para a restante população, os ciganos são pessoas a restante população não.

        Nas últimas situações em que foram, insultados e agredidos agentes, essas pessoas porque são ciganos não lhes aconteceu nada, se não fossem ciganos seriam efectuadas várias detençôes na altura dos acontecimentos.

        Não sou contra Ciganos, sou contra quem lhes permite não cumprir regras, eles fazem o que os deixam fazer.

        Julgo que estas declarações do Costa, vão servir para alimentar mais este dilema ,os ciganos podem continuar com o mesmo tipo decomportamento, porque o Costa diz que não há problema com quem anda a insultar, ameaçar e à pancada com a PSP, sem cumprir qualquer medida de segurança,etc….

  5. O André Ventura é a escória da sociedade. Entre ele e os que roubam (ciganos e não ciganos), matam (ciganos e não ciganos), agridem (ciganos e não ciganos), não vejo qualquer diferença. A única diferença que existe e que foi sublinhada pelo PM está entre os que cumprem e respeitam as leis e os princípios e os que não o fazem e neste campo encontra-se este aborto humano que é o Ventura.

  6. Para o Costa não há nem nunca houve problemas com ciganos. Agora existe o problema do vírus, mas antes também nunca houve problemas com cignos. Eles não cumprem as leis, vivem em casas oferecidas pelo Estado (pelos nossos impostos) que vão depois degradando, não pagam água nem luz, andam todos armados, afrontam autoridades, mas para o costa não há qualquer problema. Vive quase só de RSI, casam filhas com 12 anos, mas para o Costa é o quaresma não há problema. Não contribuem nada para a sociedade, visto que nào pagam impostos, mas para o Costa não há há problema. Não têm morada certa é têm catrefas de filhos que devem estar a receber RSI em várias regiões, pois se eles enganam até o Diabo, como não hão de enganar a SS??? Para o Costa não há problema porque esse dinheiro não é dele, por isso não há problema com ciganos. E etc., E etc., E etc., ….

  7. “Não há um problema com a comunidade cigana em Portugal”
    tem razão sr primeiro-ministro. Temos mais do que um!
    Haja coragem para admitir que temos um problema, não com a etnia, mas sim a cultura instalada. E que temos de fazer algo para poder integrá-los na sociedade. Não apenas em guetos e prisões.

  8. Não são necessários novos regimes legais, isso é mais uma forma dessa figura chamar a atenção que tanto preza.
    Necessário é que a lei seja aplicada de forma igual para toda a população, sem excepção. Mas isso esse senhor não refere, porque sabe da dualidade de critérios na aplicação da lei pelas forças da autoridade. Isso sim, gera na comunidade um sentimento de impunidade para uns e revolta de outros.

    Por exemplo, aqueles casos mediáticos de adeptos agredidos selvaticamente pela autoridade não teriam acontecido se os adeptos pertencessem a outra comunidade. As pessoas que pelo comportamento constituem um risco para a saúde pública, devem ser penalizadas, está previsto na lei actual e tem sido aplicado, mas deve, repito deve, ser aplicada a toda a população em Portugal sem excepção e mais nada!

  9. Pois possivelmente o senhor Costa até tem razão, não existe qualquer problema com a comunidade cigana, o que existe na realidade para a quase totalidade dos cidadãos portugueses é um problema com as leis e a justiça onde estas protegem os infractores e o cumpridor vê-se roubado, mal tratado ou assassinado e quanto a leis a condizer, nada! Ou seja, somos como que obrigados a comer e calar. Quanto ao senhor Quaresma que até poderá ser um exemplar cidadão, salvo algumas birras na sua profissão, “talvez o tal sangue cigano”, nunca o vi ou ouvi criticar os maus comportamentos da comunidade cigana e que são em número elevado. Já agora até seria interessante uma empresa de estatísticas ter a iniciativa de contabilizar entre raças e etnias o número de criminalidade de cada uma para melhor ficarmos informados, mas é claro que isto para certos partidos seria racismo porque é dessa forma que sabem viver e propagandear as suas ideologias.

  10. Em tudo (ou quase), há que distinguir entre forma e conteúdo.
    Muitas vezes, pode-se ter razão no conteúdo, mas perde-se (boa) parte da razão por causa da forma.
    Aqui está, quanto a mim, o problema do André Ventura… nesta e noutras questões fraturantes…
    O que ele pensa e tem a coragem de dizer é aquilo que muitas (mas mesmo muitas) pessoas pensam mas não dizem… ou porque não têm coragem ou porque não têm os meios para se fazerem ouvir…
    Uma coisa é certa: os políticos, na sua esmagadora maioria, gostam de ficar bem Deus e com o diabo… e nisso o Primeiro-Ministro é mestre inigualável… perito em não querer comprometer-se, sobretudo, quando fazê-lo poderia, mais tarde, custar-lhe muitos votos…
    O André Ventura, com mais ou menos razão, seja em que matéria for, já demonstrou que não se poupa a palavras, hoje, para ter mais votos amanhã… e isso é mesmo invulgar entre os que exercem funções políticas…
    Aliás, ele parece mesmo ser adepto do “politicamente incorreto”…
    Já agora… num dos comentários anteriores foram colocadas 3 questões muitos pertinentes que, de algum modo, resumem a maneira generalizada de ver a etnia em casa…
    Vale a pena pensarmos nisto!
    Para terminar: o jogador que confrontou o deputado “vale o que vale”…
    Por um lado, não é, nem de perto nem de longe, representativo da etnia do qual provém (ou da qual faz parte) e, por outro, não é nenhum exemplo em termos de educação e de postura… muito longe disso…
    Quem tem memória, deve lembrar-se que ele, num local nobre como é uma Câmara Municipal, ao festejar um título de campeão do clube onde jogava nessa altura, a “melhor” ideia que lhe ocorreu foi a de cantar desalmadamente, alto e em bom som” “SLB, SLB, SLB… filhos da p***, SLB (…)”.
    Portanto, está tudo dito quando à credibilidade de tal figura…
    Porém, só porque marcou um outro golo decisivo pela seleção nacional, já é endeusado ou defendido por algumas pessoas…

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