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100 milhões em 100 dias. Amazon oferece ajuda a Biden para cumprir meta de vacinação

A gigante tecnológica Amazon ofereceu-se para ajudar a administração do recém-empossado Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a cumprir a meta de vacinar 100 milhões de pessoas nos próximos 100 dias.

“A nossa escala permite-nos ajudar o Governo de Biden a cumprir a sua meta de 100 milhões de vacinações contra o novo coronavírus nos próximos 100 dias”, escreveu Dave Clark, líder mundial de operações da Amazon, numa carta dirigida esta quarta-feira ao Governo norte-americano a que a agência noticiosa Reuters teve acesso.

De acordo com Clark, a Amazon tem “um acordo em vigor” com um provedor de saúde para administrar vacinas nas suas próprias instalações. O responsável não adianta, contudo, que espaços é que estão a ser considerados para o efeito.

“Estamos preparados para alavancar as nossas operações, tecnologias de informação, capacidades de comunicação e experiência para ajudar nos esforços de vacinação [contra a covid-19] da sua administração”, pode ler-se ainda na missiva.

Clark acrescenta ainda que a Amazon, a maior empresa de retalho online do mundo, está capacitada para “agir rapidamente assim que as vacinas estiverem disponíveis“.

Joe Biden tomou posse nesta quarta-feira como Presidente dos Estados Unidos e, nesta quinta-feira, já assinou vários decretos que visam combater a pandemia de covid-19 nos Estados Unidos, o país mais afetado em todo o mundo em mortes e casos.

Alguns dos decretos ditam que fundos contra desastres sejam utilizados para reabrir escolas e outros impõem o uso obrigatório de máscaras em aviões e autocarros.

Espera-se que a administração de Biden marque uma mudança de paradigma no combate à pandemia em solo norte-americano. “Com o estado atual da nossa nação não havia tempo a perder. Temos de começar a trabalhar imediatamente”, afirmou o 46.º Presidente dos Estados Unidos esta quinta-feira, citado pelo semanário Expresso.

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 2.075.698 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência de notícias AFP a partir de fontes oficiais até às 11:00. Mais de 96.825.840 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 406.162 mortes para 24.438.935 casos de infeção, segundo o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 212.831 mortes e 8.638.249 casos, a Índia com 152.869 mortes (10.610.883 casos), o México com 144.371 mortes (1.688.944 casos) e o Reino Unido com 93.290 mortos (3.505.754 casos).

  Sara Silva Alves, ZAP // Lusa

 

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