21% das pessoas acha que as suas passwords não têm valor para os criminosos

HckySo / Flickr

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De acordo com uma investigação realizada pela Kaspersky Lab e pela B2B International, 21% das pessoas afirma que as suas passwords não têm qualquer valor para os cibercriminosos.

A empresa especialista em segurança alerta porém que as senhas, que protegem dados pessoais, e até mesmo dinheiro, se forem roubadas, podem afectar não só os próprios utilizadores, mas também os seus contactos.

De acordo com a Kaspersky, um e-mail comprometido dá aos golpistas acesso a todos os serviços que a que utilizador tenha ligação – nomeadamente devido aos mecanismos de recuperação de password baseados no e-mail.

Por outro lado, uma conta comprometida numa rede social domo o Facebook ou LinkedIn torna possível ao intrusos espalhar publicidade, spam e links maliciosos em nome do utilizador afectado.

Já os códigos de acesso de uma loja online dão aos cibercriminosos a oportunidade de furtar os dados financeiros do utilizador — e gastar o seu dinheiro.

Apesar disto, apenas cerca de metade dos utilizadores (52%) consideram que as suas passwords são uma informação valiosa, que não gostaria de ver nas mãos de criminosos cibernéticos.

21% dos utilizadores acredita mesmo que elas não têm qualquer valor para os hackers.

A investigação mostra ainda que os internautas muitas vezes escolhem o caminho mais fácil ao criar e armazenar as suas senhas.

Apenas 26% dos respondentes criam uma password diferente para cada conta, enquanto apenas 6% dos entrevistados usam um software especial de armazenamento de passwords.

18% dos utilizadores toma nota das suas passwords num caderno, agenda ou bloco de notas, 11% armazenam as passwords num ficheiro no seu próprio computador e 10% guardam uma nota perto do computador.

17% das pessoas partilham livremente as suas passwords de contas pessoais com membros da família e amigos.

Entretanto, as estatísticas mostram que o roubo de passwords é uma ocorrência comum.

“Uma senha é como a chave da sua casa”, diz Peter Aleshkin, gestor de marketing para mercados emergentes da Kaspersky Lab, “e não nos passaria pela cabeça deixar a porta de casa destrancada ou deixar a chave onde qualquer pessoa pudesse pegar nela e entrar”, acrescenta Aleshkin.

Porque o fazem então os utilizadores com as chaves da sua vida online?

B!T

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