Portugal regista 1.816 novos casos e oito mortes

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Patricia de Melo Moreira / AFP

Portugal registou 1.816 novos casos e oito mortes na sequência da infeção por covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.

Segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde, Portugal registou, nas últimas 24 horas, 1.816 novos casos positivos de covid-19 e oito óbitos.

Lisboa e Vale do Tejo é a região que regista mais infeções, com 669 novos casos de covid-19, seguida pelo Centro, que regista mais 422 novos casos. Segue-se o Norte (394), o Algarve (157), o Alentejo (78), a Madeira (67) e os Açores (29).

Dos oito óbitos, três foram registados em Lisboa e Vale do Tejo, três no Centro e dois no Norte.

Os internamentos registaram uma subida nas últimas 24 horas. Há 424 doentes internados no país, mais 13 do que os registados no último boletim, e 69 pessoas em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI), mais quatro do que na sexta-feira.

O boletim diário indica ainda que 1.107 pessoas recuperaram da doença, num total de 1.050.838 recuperados desde o início da pandemia. Portugal tem hoje 36.925 casos ativos, mais 701 em relação ao dia anterior, e 31.618 contactos em vigilância.

Em relação à matriz de risco, a incidência do SARS-Cov-2 ao nível nacional está nos 134,2 casos por 100.000 habitantes. Se se contar apenas com o Continente, desce para 133,3 casos/100.000 habitantes.

Já o índice de transmissão R(t) situa-se nos 1,15 a nível nacional e no continente.

Na sexta-feira, em declarações aos jornalistas à margem da inauguração da nova Unidade de Hemodiálise do Serviço de Nefrologia em Penafiel, Marta Temido afirmou que “todos os cenários têm de estar em aberto”, não descartando um novo confinamento.

“Não o desejamos, desejamos que não tenhamos de ter esta conversa. No contexto português, neste momento está em cima da mesa olhar para as medidas não farmacológicas e apelar à vacinação da população elegível”, disse a governante.

A próxima reunião de peritos ainda não está marcada, mas Temido espera pelo encontro para obter mais informações que evidenciem que Portugal está “a conseguir controlar a situação”.

  Liliana Malainho, ZAP //

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