Vespa asiática é ameaça real à saúde pública (e há cada vez mais ataques a pessoas)

Alex Bartok / Flickr

A presença de vespa asiática em Portugal motivou 508 queixas de cidadãos durante este ano, localizadas maioritariamente no distrito do Porto (133), verificando-se um aumento do número de avistamentos desde 2017, segundo dados da Guarda Nacional Republicana (GNR).

Designada cientificamente por vespa velutina, a vespa asiática registou o primeiro avistamento em Portugal em 2011, no distrito de Viana do Castelo. “Desde aí, tem vindo a deslocar-se para o sul do país, sendo que Lisboa, até agora, é o distrito mais a sul onde existe a presença da vespa velutina”, refere Ricardo Vaz Alves, do Serviço da Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR.

“Desde 2017 até ao corrente ano, temos verificado um aumento de denúncias“, afirma Ricardo Vaz Alves em declarações à agência Lusa. Segundo este responsável, em 2017, contabilizaram-se 499 avistamentos, número que aumentou para 708 em 2018 e que, este ano, até 25 de Agosto, soma 508 situações.

Em termos de localização, os distritos onde se registaram mais denúncias, ao longo deste ano, foram Porto (133), Braga (92), Viseu (60), Aveiro (53) e Coimbra (50).

Segundo o responsável do SEPNA, a vespa asiática adapta-se aos espaços que lhe são oferecidos para polinizar e, também, para nidificar, pelo que “não há uma distinção entre espaços rurais e espaços urbanos” na distribuição e expansão desta praga em território nacional.

No entanto, a vespa asiática escolhe, preferencialmente, locais com menos perturbação, o que explica “os espaços rurais serem mais atractivos para a sua instalação”.

Através da linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520, a GNR vai registando o número de denúncias, “que muitas vezes são coincidentes com avistamentos”, refere Ricardo Vaz Alves, advertindo que tal não significa que a presença da vespa asiática seja sempre confirmada.

Destruição dos ninhos deve ser feita pelas autoridades

Em 2018, foi implementado o plano de acção para a vigilância e controlo da vespa velutina em Portugal, visando a prevenção, vigilância e controlo desses animais em todo o território nacional, para a segurança dos cidadãos, a protecção da actividade agrícola e apícola, bem como para a minimização dos impactos sobre a biodiversidade.

Ricardo Vaz Alves apela aos cidadãos para que evitem fazer a destruição dos ninhos, “uma vez que, caso a destruição não seja a 100% do ninho, a vespa vai nidificar noutro local, persistindo o problema”. “A destruição deve ser feita apenas pelas autoridades, neste caso serviços municipais de protecção civil”, constata.

Os serviços da Câmara de Oliveira do Bairro já eliminaram, desde o início do ano, cerca de 90 ninhos de vespas asiáticas, tendo já identificado para destruição mais uma dezena.

Praticamente todas as semanas temos identificado ou recebido informação dos nossos munícipes sobre potenciais novos casos de ninhos da vespa velutina, que temos destruído com celeridade”, garante o presidente da autarquia do distrito de Aveiro, Duarte Novo.

Até agora, os ninhos encontrados no concelho de Oliveira do Bairro estavam localizados, na sua maioria, em árvores, embora alguns tenham sido também identificados em edifícios.

Mais casos de “reportes da vespa a ameaçar o cidadão”

A espécie é considerada uma ameaça para a saúde pública pela forma como reage de modo bastante agressivo quando sente os ninhos ameaçados, “incluindo perseguições até algumas centenas de metros”.

Já foram relatados casos de mortes na sequência de alegadas picadas de vespas asiáticas.

A GNR não dispõe de dados sobre o o número de vítimas, nem a contabilização de estragos e prejuízos provocados pela presença de vespa asiática.

“São cada vez mais os casos em que existem reportes da vespa a ameaçar o cidadão, mas não conseguimos fazer essa contabilização de uma forma directa”, declara o responsável do SEPNA, explicando que “a vespa só por si não ataca as pessoas, tem que sentir uma ameaça”, o que pressupõe uma distância de até cinco metros.

“Sempre que [as vespas] se sentem ameaçadas no seu território atacam e atacam em grande número, não apenas de forma isolada”, nota Ricardo Vaz Alves, realçando, contudo, que “a picada em si não constitui perigo”, excepto para pessoas que sejam alérgicas à picada.

A vespa velutina é uma espécie asiática característica de regiões tropicais e subtropicais do norte da Índia ao leste da China, Indochina e ao arquipélago da Indonésia.

Distingue-se da espécie europeia Vespa crabro pela coloração do abdómen, que é predominantemente de cor preta, ao contrário da europeia, onde prevalece a cor amarela.

O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas tem alertado para os efeitos da presença desta espécie não indígena, sobretudo na apicultura, por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas.

Toda a informação recolhida sobre a evolução da vespa velutina em território nacional está centralizada na base de dados gerida pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), acessível através da plataforma SOS Vespa.

ZAP // Lusa

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35 COMENTÁRIOS

    • Existe, pois!… Temos é de encontrar uma maneira de cortar na ração à parasitagem de f.p. que anda pendurada nas tetas das C.M., do ICNF e doutras entidades públicas e, pela fome, obrigá-los a fazerem-se à vida. A única maneira de lhes sacarmos alguma utilidade!…

      • Só te chamei isso (e não foi a sério, foi só para espicaçar-te) pois tens de ter a coragem de os identificar, pois sobre o q escreveste, até concordo plenamente, mas identifica-os, dá-lhes nomes (identifica claramente a que f.p. te referes, e identifica casos concretos … vá lá, mostra coragem, que o país precisa).

        • Só agora acedi aos teus dois pobres – mas também flagrantemente manhosos e malcriados -comentários, Carlos. E percebo perfeitamente o que de facto queres. Que não é, de todo, o que dizes querer. E não te vou dar o privilégio de o conseguires e, assim, ires cobrar ao teus mais próximos, da seita parasitária, o teu quinhão daquelas sobras da mamadeira a que estais habituados. Isto, contudo, sem prejuízo de prosseguir no meu combate. Só que trocando-vos as voltas. E, ficai para ai a espernear sem fim , que as minhas regras de funcionamento e de actuação continuarei a fazê-las eu, como sempre. Acorda! Acorda e ganha tino, rapaz!… Que quando tu nasceste já eu tinha vencido muitos obstáculos dos criados por aqueles a quem cedo juraste vassalagem e aos quais ficaste amarrado para sempre pelos favores recebidos.

          • Realmente, és mesmo atrasado. Demoraste um mês inteiro a cogitar na resposta que ias dar, e não surpreendeste nada, mostrando o que já se sabia, incapaz, descoordenado a fazer frases, que ninguém percebe o que queres dizer, a não ser que se faça uma filtragem do teu texto enviesado e cheio de ideias distorcidas e próprios de uma mente distorcida e frustada cujos textos o não escondem. Da análise semântica ao teu texto não sai nada que preste. É perder tempo, o tempo que perco a ler o teu texto. Não se aprende nada, nem tu, incapaz de aprenderes coisas novas, também torna inútil transmitir-te ideias ou valores ou atitudes novas.
            Teus combates? ??? Fazes-me pensar que és o D. Quixote da parvalheira. E o teu tecto, … ai o teu texto, … nem um milagre te pode curar.
            Vai “bugiar” outro.

            • Concordo. Mas ele tem razão. Os funcionários públicos mamam muito para o que fazem. Muitos, nem nada fazem. Outros nem lá vão. E nós a pagarmos a festa.

            • Como se vê pelo teu imediato esperneamento de porco bravo ferido de morte, acertei-te em cheio. Na mouche do alvo! E não, não precisei de um mês: foi ver e reagir. Foi tiro de chofre! Pois contrariamente a ti nunca fui o débil mental e dependente, e lambe-botas, que tu és. Como nem nunca estive a passar o tempo na net, ou fosse aonde fosse, à procura de serviços de fretes a prestar a padrinhos e afins. Pelo que passar um mês sem aceder a lixo como o teu, ou um ano, ou simplesmente passar-me completamente ao lado, é a coisa mais natural do mundo. Mas ainda bem que, por acaso, me dei conta das tuas duas foçadas no meu terreno. E ainda bem que até tinha alguns minutos disponíveis para a caçada. Agora guincha e esperneia pr`aí à vontade, porco estúpido, até que as moscas varejeiras te consumam as entranhas. Já que és peça de caça tão ruim que nem mereces que o caçador se dê à maçada de te cobrar.

            • O que para aí vai de recalcamento. Ó homem, solte-se, liberte-se, respire ar puro e pense: será que este “Siga a festa que o país está todo a saque” é o “Carlos”?! Olhe que não é…
              E eu ainda sou o outro!

  1. Pois é, agora que chegou a Lisboa já é uma ameaça real à saúde pública!
    E quantos casos não existem já a norte do país, com mortes confirmadas?
    Triste mas pura realidade…

  2. Estou a pensar montar uma unidade industrial de produção de hamburgueres à base desta vespa. Resolvo o problema em pouco tempo.

  3. Ahahah!! Também temos que gramar asiáticos com.……………..asas. As sras. vespas claro está.
    Será que estão vindo nos contentores os quais ninguém fiscaliza?

  4. Esta espécie no seu meio natural tem predadores. No Japão, onde é endémica, faz ninhos no subsolo. Na Europa entrou pelo porto de Bordéus, França, no final dos anos 90. Ela é predadora das abelhas melíferas. A abelha europeia é mais indolente, enquanto a abelha africana é mais agressiva e selvagem, inclusive para a espécie europeia (no sul dos EUA a abelha africana vinda do Brasil destronou a europeia). A chegada de invasores desregula os ecossistemas. A vespa asiática não é polinizadora. Por isso é que é importante que todos os cidadãos alertem e sinalizem estes ninhos, PORQUE HÁ RISCO DE MORTE.

  5. A única solução, até agora, parece ser fazer pequenas “espetadas” de engodo de peixe ou carne, com algumas gotas de INSEGAR (ou Fenoxicarbe da Syngenta – que se compra em qualquer loja de produtos agrícolas) e que se penduram num copo de plástico, por sua vez suspenso nos sítios de que elas mais gostam: Árvores altas, árvores de fruta, beirais de telhados de edifícios pouco movimentados, praias, escolas, mercados, peixaria e talhos… Assim, o impacto em outras espécies é insipiente, enquanto na Vespa Asiática isso significa o fim de uma nova geração e de centenas de novos ninhos. As obreiras alimentam as larvas com o engodo envenenado e elas acabam por morrer mais tarde, assim como as obreiras que as alimentam (ver estudo linkado abaixo). Embora a postura do ICNF, protecção civil, etc, seja mais passiva, sugerindo apenas armadilhas físicas e o alerta em caso de avistamento de ninhos, como podem ver no estudo mencionado, isso NÃO CHEGA! Não podemos esperar que morram muitos milhares de pessoas e que se extingam as abelhas para depois pensar em fazer alguma coisa acerca desta INVASORA ASSASSINA.
    https://doi.org/10.1111/jen.12515

  6. ZAP, façam o favor de colocarem as respostas no sítio certo. Pois Proactiv respondeu a Carlos e não a quem interveio a seguir.
    Além de que ao não colocarem o acesso a resposta para a outra pessoa com a intervenção posicionada a seguir, também não deixam margem para que a pessoa em questão seja esclarecida.

    • Proativ, o ZAP não controla o sitio em que as respostas são colocadas. Provavelmente enganou-se a responder e não reparou. Se responder outra vez, mas no sítio certo, podemos apagar depois a resposta errada.

      • ZAP, tenho quase a certeza (99%) de que respondi no sítio certo. Como tenho a certeza de que me identifiquei como Proactiv e não como Proativ, como acabam de escrever.
        Contudo, tendo tido o cuidado de, passados alguns minutos, ter ido ver se a resposta já aparecia, dei-me conta da colocação errada. E imediatamente fiz uma cópia do texto e coloquei-a em nova resposta (desta feita sem dúvida 100% no sítio certo). E o que foi que aconteceu?
        R: – Não a editaram!…

        • Efetivamente, há um comentário seu com termos que consideramos impróprios, em resposta a um comentário com termos que consideramos impróprios. Foram ambos rejeitados. Encerre por favor o assunto.

          • O Zap fez bem neste ponto, fechar o assunto, mas já o deveria ter feito logo no início quando esse sujeito Proactiv fez a sua primeira infeliz intervenção, respondendo a uma notícia sobre vespas e abelhas, com um ataque tipo xenófobo a trabalhadores do setor público como se, no setor privado o mesmo ou quantas vezes, não ocorresse pior. Generalizar, não!!!
            Respondi a um texto que deveria ter sido barrado, de alguém q ataca a torto e a direito, de forma injusta e fora de contexto. Eu neste momento sou FP e certamente tenho pelo menos o dobro ou o triplo da formação que esse Proactiv, trabalho mais horas, e não as 35 horas, e se calhar ganho menos. Já trabalhei no setor privado, em mais de uma profissão (superior e não superior), e sempre ganhei mais do que ganho hoje, em fim de carreira. Claro q se soubesse o q sei hoje, nunca teria ingressado na FP, mas ouvir bojardas fora de contexto, penso haver o direito de resposta.
            Se esse Proactiv quer ser proactivo e positivo e justo, e até eu agradeço muito, faça alguma coisa de jeito, e indique quais os serviços e/ou pessoas em concreto, que são ou fazem o que ele diz serem ou (não) fazerem. Seja corajoso, e não cobarde, pois é comum a generalização ser usada como uma das armas dos cobardes e dos ignorantes.
            Atentamente

  7. Então ZAP, continuam com o festim? A censurar e a não publicar o que eu escrevo em defesa da minha honra e dignidade e a publicarem as ofensas do FP apaniguado, que tão elevada formação diz que tem ( universidade socretina, pois claro! ) e que tanto diz que trabalha ao serviço e por conta dos contribuintes que, nas horas de expediente ( vê-se pelos registos das intervenções!) ,está mas é à espreita do que não interessa àqueles que verdadeiramente lhe asseguram o salário e a vir à vossa plataforma ofender quem lhe não dá confiança?!
    Aliás não deixando de ser sintomático o modo como insinua o ascendente que tem sobre a vossa função. Que conjugado com a vossa conduta censória para este lado e totalmente permissiva para o lado dele, só pode ser verdade a existência de algum relacionamento de interesses. Mas, atenção, que a minha paciência também tem limites. E, se necessário for, também sei como reagir por outros meios.

    • E as vespas??
      – respondendo por esta via ao Luís, já que no enquadramento próprio me não é permitido:
      – Infelizmente, por esta maneira leviana – e chupista – como as coisas estão a ser encaradas por parte da maior parte dos responsáveis públicos e dos privados que só têm olhos para os seus próprios interesses e, de entre os mesmos, para os mais primários e imediatos, dentro de menos de cinco anos iremos ter de assistir a muitas e muitas situações dramáticas.
      Fique atento e irá ver que, até de entre aqueles que agora se divertem a fazer graçolas, vai ouvir gritos de desespero.
      Pois posso garantir-lhe que estamos a lidar com um fenómeno de adaptabilidade, de resistência, de inteligência animal, de diversificação e de crescimento e desenvolvimento de uma espécie invasora e terrivelmente nociva, jamais apercebido pela nossa espécie. Entrando nisto algo de que ninguém fala, mas de que eu já tenho a certeza confirmada: o hibridismo. E acrescendo outro fenómeno de que também ninguém fala: a entrada e presença já acentuada de mais duas raças, ou variedades, de vespas pequenas, que nada têm a ver com a vespa comum a que estávamos habituados. E sendo certo que cruzam muito bem com as raças/variedades ditas de grandes e revelam um desempenho predatório verdadeiramente incrível. Só visto!
      Quanto à proveniência de umas e de outras e se terá sido por via acidental ou não, eu opino de que deveria ser feita uma análise rigorosa à evolução do papel da China no mercado mundial do comércio de mel e tendências futuras, bem como no restante, actual e futuro, comércio mundial de produtos alimentares (agrícolas e seus derivados). Pois, da minha análise preliminar, os números são, mais do que preocupantes, verdadeiramente assustadores.
      Por isso, que os governantes, os demais funcionários e agentes do Estado, bem como a sociedade civil em geral, especialmente à escala europeia, continuem todos a assobiar para o lado.
      Que eu ainda hoje irei dar cabo de umas tantas. E se ainda por cá estiver quando as coisas atingirem o descontrolo, não duvidem que irei ter atitudes bem mais incisivas. Mas não será prioritariamente sobre criaturas com asas, concerteza!…

  8. O problema é sério e em vez de nos ofendermos se tratássemos de procurar saber como se constrói uma simples armadilha para a colocarmos no quintal, ou no jardim seria um óptima solução!! Pensem nisso porque seria muito importante para a polinização uma vez que dela depende a agricultura e a nossa sobrevivência. As abelhas são demasiado importantes para a manutenção de condições de vida, por isso não podemos brincar com o assunto.

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