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Tando: O drone projetado para ser um segurança voador

Drones voadores já são usados para patrulhar áreas externas, mas não ambientes internos onde o GPS não funciona. Isto pode estar prestes a mudar com o lançamento do sistema Tando.

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Desenvolvido pela startup israelita Indoor Robotics, o Tando consiste em três partes – os drones quadricóptero, ladrilhos montados no teto, onde os drones recarregam as suas baterias, e uma aplicação que permite aos utilizador gerir o sistema.

Quando não está a patrulhar, cada drone fica pendurado na parte inferior de um dos ladrilhos, mantido no lugar por um mecanismo de acoplamento patenteado. Quando é hora de começar a fazer as suas rondas (normalmente depois de os funcionários da empresa irem para casa), a aeronave cai do ladrilho e começa a voar para cima e para baixo pelos corredores e por toda a instalação.

Os drones funcionam como uma frota cooperativa, com vários outros a cobrir diferentes áreas. Assim, clientes com orçamentos ou edifícios mais pequenos podem simplesmente usar apenas um drone.

Utilizando câmaras de imagem ótica e térmica, os quadricópteros examinam continuamente o seu ambiente em 360 graus – mesmo quando estão acoplados a um bloco. Os dados são processados ​​em tempo real, utilizando algoritmos baseados em inteligência artificial num servidor baseado na nuvem.

Se anomalias como intrusos, incêndios ou objetos desconhecidos forem detetados, o administrador do sistema é notificado através da aplicação.

Em vez de usar GPS, os drones percorrem as instalações utilizando uma combinação de navegação visual – na qual reconhecem certos pontos de referência – e tecnologia do tipo LiDAR.

“O dispositivo está basicamente a ver o ambiente e também a sentir as distâncias e, portanto, sabe a sua localização precisa a qualquer momento”, disse Ofir Bar Levav, diretor de negócios da Indoor Robotics, de acordo com o NewAtlas.

O preço do sistema ainda não foi anunciado, embora Levav diga que deve ser consideravelmente mais barato do que as alternativas mais tradicionais, como guardas de segurança humanos, drones baseados no solo ou sensores estacionários.

  Maria Campos, ZAP //

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