/

Portugal aguarda “luz verde” da EMA para avançar com terceira dose aos idosos

1

José Coelho / Lusa

Portugal aguarda a autorização da Agência Europeia de Medicamentos para avançar com a administração da terceira dose da vacina contra a covid-19 a maiores de 65 anos.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Com base nos resultados de dois grandes estudos científicos e na experiência de alguns países, que administraram a terceira dose da vacina contra a covid-19, os peritos da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) parecem concordar com o impacto positivo da dose de reforço.

Muitos países aguardam a autorização do reforço vacinal aos maiores de 65 anos, decisão que deverá ser tomada no início de outubro. “À luz da evidência científica tudo aponta que a decisão da EMA vá nesse sentido”, sublinhou fonte ligada ao processo da vacinação em declarações ao Diário de Notícias.

Portugal aguarda apenas ‘luz verde’ da EMA para avançar com a vacinação dos maiores de 65 anos, já que “vivemos num espaço europeu e devemos aguardar pela autorização da EMA, até para que sejam disponibilizadas vacinas para este efeito”, acrescentou a mesma fonte.

Mesmo sem aprovação da EMA, há países que já decidiram avançar com a terceira dose, mas que “enfrentem riscos legais mais elevados”.

Na quinta-feira passada, António Costa garantiu que o país tem doses suficientes para iniciar esta nova campanha contra a covid-19. Espera-se que o reforço termine por volta da época do Natal, para que possamos viver esta quadra “mais protegidos”.

Esta semana, os EUA já autorizaram o reforço vacinal para maiores de 65 anos. O epidemiologista conselheiro da Casa Branca, Anthony Fauci, disse que a terceira dose para os idosos era inevitável.

A EMA está a avaliar os dados apresentados pela Pfizer/BioNTech sobre os resultados em relação aos estudos realizados sobre a dose de reforço a pessoas com mais de 65 anos, dada seis meses após a segunda toma.

  ZAP //

1 Comment

  1. Devagar devagarinho a fazerem tudo o que disseram que não iam fazer.

    Os políticos são apenas intermediários para impor ordens das grandes empresas.

Deixe o seu comentário

Your email address will not be published.