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Não precisa de mãos (nem de pés) para pilotar este helicóptero autónomo

Em vez de construir um helicóptero autónomo para defesa militar, emergência ou até mesmo para carga, Mark Groden, CEO da Skyryse, antecipa um sistema de transporte de helicóptero autónomo para passageiros comuns.

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A Skyryse está a construir um verdadeiro piloto automático dos céus. Esta startup nasceu há três anos a aproxima-se do futuro da aviação de uma forma distinta da maioria das empresas deste setor.

Em vez de centrar as suas atenções em novos tipos de aeronaves, a Skyryse considera que a abordagem mais inteligente para revolucionar esta indústria é começar num nível fundamental, através de uma tecnologia autónoma capaz de operar em aeronaves já existentes, com certificação de voo e de segurança.

Controlar um helicóptero exige o envolvimento de todo o corpo, mas a Skyryse quer que o piloto se foque no voo geral em vez de se concentrar nos detalhes. Esta aeronave contem helipontos inteligentes que fornecem alertas, uma componente de controlo de tráfego aéreo projetada para funcionar com os sistemas já existentes, monitorização dos limites operacionais e ainda controlos de voo simplificados.

A startup ainda não está a transportar passageiros, mas quer ser um “táxi dos céus” em breve, daqui a um ou dois anos. O principal objetivo é realizar voos curtos e evitar o tráfego das estradas que entopem as cidades. Para já, a Skyryse possui cinco pilotos e quatro aeronaves prontas para transportar até 100 pessoas por dia, avança o Mashable.

“Queremos oferecer este sistema de transporte o mais rápido possível. Queremos também que seja seguro”, afirma Mark Groden. Para isso, a Skyryse possui uma equipa formada por vários especialistas em transporte e engenheiros com história em empresas como a Airbus, Boeing, Ford, JetBlue, Moog e SpaceX.

Todos os serviços de partilha de automóveis, viagens de alta velocidade e até trotinetes elétricas têm sido capazes de aliviar o congestionamento das cidades, mas nenhuma desta opções se mostrou realmente capaz de reverter este problema. O transporte aéreo autónomo pode mesmo ser a solução.

  ZAP //

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