Pedrógão Grande é a sétima maior tragédia em Portugal nos últimos 50 anos

O acidente ferroviário de 1985 em Alcafache fez cerca de 120 mortos

O país à beira mar plantado vive, por estes dias, o seu maior incêndio. Os números continuam a subir, desde as 14 horas de sábado, quando o fogo se iniciou, em Pedrógão Grande. Além dos 64 mortos e dos 135 feridos, muitos continuam desaparecidos.

Quando o incêndio se encontra já dominado a 70% – e poderá ser completamente dominado até ao final da manhã, segundo avança a Lusa -, o número crescente de vítimas mortais lança este incêndio para o sétimo lugar na lista de maiores tragédias, em Portugal, nos últimos 50 anos.

Desde acidentes provocados por falha humana até catástrofes naturais, a morte já saiu à rua em Portugal por seis vezes com mais força do que em Pedrógão Grande.

Corria o ano 1967 e a Grande Lisboa foi inundada. Consigo, a água levou a vida de 462 pessoas e tornou esta na maior tragédia a acontecer em território português. Em 50 anos, apenas seis acidentes foram maiores do que o inferno que agora se vive em Pedrógão Grande.

1967 – Cheias em Lisboa: cerca de 700 mortes

No século XX, estas foram as maiores cheias registadas. Além disso, a água que correu em Lisboa a 26 de novembro é considerada a maior tragédia que aconteceu em Portugal nos últimos 50 anos.

As inundações percorreram a capital e à sua frente levaram tudo, desde Alenquer até ao Dafundo, já em Oeiras.

As condições precárias de habitação e a falta de ordenamento que se faziam sentir então na capital vitimaram mortalmente cerca de 700 pessoas e deixaram ainda milhares de pessoas sem abrigo.

1976 – Acidente aéreo nas Lajes: 68 mortes

Na aproximação à pista da base das Lajes, nos Açores, por volta das 22 horas do dia 3 de Setembro de 1976, um avião C-130H da Força Aérea Venezuelana despenhou-se com 68 passageiros a bordo.

O C-130 que seguia caminho para Espanha, transportando o Orfeón Universitário da Universidad Central de Venezuela, que se deslocava pela primeira vez a Barcelona para participar num festival.

Na origem do acidente estiveram as condições meteorológicas adversas resultantes da proximidade do furacão Emmy. Por razões desconhecidas, o piloto do C-130 não conseguiu contactar a torre, tendo decidido fazer várias aproximações à pista.

Numa dessas aproximações, o avião despenha-se a pouco mais de mil metros da pista, não deixando sobreviventes.

(dr) Pedro Aragão / airliners.net

O Boeing 727-200 Sacadura Cabralda TAP despenhou-se no Funchal em 1977

O Boeing 727-200 Sacadura Cabral da TAP despenhou-se no Funchal em 1977

1977 – Acidente aéreo no Funchal: 131 mortes

Era a terceira vez que o avião que fazia a ligação Bruxelas-Funchal se fazia à pista do Aeroporto de Santa Catarina, no Funchal, naquele dia. A 19 de novembro de 1977 a chuva não queria dar tréguas. E não deu mesmo.

Depois de duas tentativas falhadas, João Costa, o piloto, tinha a sua última oportunidade de enfrentar as condições meteorológicas que se faziam sentir e aterrar as 164 pessoas que seguiam a bordo do aparelho, em segurança. Não conseguindo, teria que se dirigir para o aeroporto de Las Palmas de Gran Canária.

Esta última oportunidade revelou-se fatal e, às 21h48, o avião sofreu um acidente: aterrou muito para lá do normal na pista do aeroporto, conhecida por ser curta.

O avião deslizou pelas águas acumuladas devido à chuva intensa, saiu da pista e caiu em cima de uma ponte, uns metros mais abaixo. Com o impacto o avião partiu-se em dois, tendo ficado uma das partes em cima da ponte e a outra parte, que foi consumida pelas chamas, um pouco mais abaixo, na praia.

Dos oito tripulantes que seguiam a bordo, seis morreram, assim como 125 dos 156 passageiros que o avião transportava.

Depois deste acidente, o único com vítimas mortais da TAP – que tudo fez para evitar a má imagem da companhia. No dia seguinte ao do acidente, a companhia pintou a cauda da aeronave, fazendo desaparecer o logótipo da empresa.

A pista do Aeroporto de Santa Catarina foi aumentado duas vezes, possuindo atualmente 2781 metros de comprimento.

1980 – Sismo na Ilha Terceira: 71 mortes

Foi no primeiro dia do ano que a Natureza decidiu pregar uma (grande) partida aos açoreanos, que habitavam a Ilha Terceira. Com 7,2 na escala de Richter, um sismo tomou conta da ilha e destruiu grande parte da cidade de Angra do Heroísmo.

O sismo ocorreu às 15h42 (hora local) e teve o epicentro no mar, a cerca de 35 quilómetros de Angra do Heroísmo.

Na ilha Terceira, a mais atingida, 80% dos edifícios da cidade ficaram completamente destruídos e a vila de São Sebastião, assim como as freguesias do Oeste e Noroeste da ilha não se livraram também de estragos.

As ilhas Graciosa e São Jorge também foram afetadas pelo sismo, que colheu 71 vidas – 51 na Terceira e 20 em São Jorge – e feriu mais de 400 pessoas, deixando ainda 15 mil pessoas desalojadas.

O então Presidente Da Repúblico, Ramalho Eanes, decretou três dias de luto nacional, em memória dos afetados pelo sismo.

1985 – Desastre ferroviário de Alcafache: 120 mortes

O dia 11 de Setembro só em 2001 ficou para a história do mundo, como um dos piores. Mas antes disso, em Portugal, já desde 1985 que a data marcava um dia de tristeza.

No apeadeiro de Moimenta-Alcafache, concelho de Mangualde, um comboio de serviço internacional Porto – Paris (com cerca de 12 carruagens), que circulava com 18 minutos de atraso, e um de serviço regional, que circulava na direção de Coimbra (com cerca de seis carruagens), colidiram, por volta das 18h30.

O comboio de serviço regional recebeu ordens para dar prioridade de passagem ao comboio de serviço internacional. A ordem foi ignorada, porque o serviço regional considerou que os 18 minutos de atraso seriam suficientes para chegar à estação seguinte. Mas não foram.

As duas composições colidiram a uma velocidade de 100 quilómetros à hora, num choque que destruiu carruagens e provocou vários incêndios. O fogo propagou-se rapidamente e ajudou a provocar o pânico entre os passageiros que seguiam a bordo das composições.

Muitas pessoas acabaram por ficar presas entre os destroços e outras não saíram a tempo, acabando por morrer nos incêndios ou asfixiadas. O número de mortos no acidente ferroviário nunca foi determinado com exactidão, estimando-se que tenha rondado os 120.

Só passados sete dias, a 18 de setembro, é que volta a circular um serviço internacional neste troço, com destino a França, que leva os 61 sobreviventes do desastre ferroviário.

1989 – Acidente aéreo em Santa Maria (Açores): 144 mortes

O voo descolou de Milão, Itália, às 10h04 do dia 8 de fevereiro de 1989. O destino era Punta Cana, na República Dominicana, mas os Açores estavam na rota desta viagem para uma escala de reabastecimento.

A bordo seguiam 7 tripulantes americanos, já que o avião era de uma companhia dos
EUA – a Independent Air – e transportavam 137 passageiros, todos eles italianos.

Quando o avião se preparava para aterrar em Santa Maria, o aparelho colidiu com o Pico Alto, a 547 metros de altura. O impacto rompeu os tanques de combustível e, poucos segundos depois do embate, seguiu-se uma explosão no ar que espalhou destroços e corpos por centenas de metros quadrados, levando a vida às 144 pessoas que iam a bordo.

Passados 28 anos desta tragédia, Pedrógão Grande e o país inteiro enfrentam agora o maior incêndio que Portugal já viu. O número de mortes é de 64, mas os valores podem continuar a aumentar

ZAP //

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6 COMENTÁRIOS

  1. Permito-me lembrar aqui o incêndio da serra de Sintra que em Agosto de 1966 roubou a vida a 30 militares que procuravam combater o incêndio, parece que por falta de experiência…….

  2. Cheias de 1967: afinal foram 462 vítimas mortais ou 700?
    “Corria o ano 1967 e a Grande Lisboa foi inundada. Consigo, a água levou a vida de 462 pessoas e tornou esta na maior tragédia a acontecer em território português.”
    “As condições precárias de habitação e a falta de ordenamento que se faziam sentir então na capital vitimaram mortalmente cerca de 700 pessoas e deixaram ainda milhares de pessoas sem abrigo.”

  3. Antes demais é de lamentar toda esta tragédia, de cuja gravidade me escapam as palavras adequadas.Estou como sempre estive, solidário com todo o povo que sofre, por causas motivadas por mão criminosa, negligência ou outras.Amo o minha Pátria e o Povo de que faço parte.
    Tenho ouvido imensos comentários, alguns coincidem com o que penso outros nem tanto.
    Quem existem responsáveis (reporto-me a todos os Institutos e Departamentos que foram criados para acolher boys, sendo esvaziada a principal entidade “DGF) há uns anos transformada em ICNF, que devia em cooperação com outras antever os locais mais críticos do
    estado da nossa floresta.Portugal tinha responsáveis (profissionais de carreira) que conheciam e dispunham de pessoal para aturar, os Guardas Florestais tinham um papel fundamental na prevenção e zelo, mas o que aconteceu, simplesmente os políticos extinguiram os guardas florestais, diminuíram de forma drástica o pessoal que fazia parte da DGF (ICNF), ao ponto de praticamente só funcionar a parte administrativa e com muitos atrasos e carradas de pareceres, dado que é necessário justificar a presença dos boys nomeados pelos diversos governos, que nada percebiam ou percebam da poda, mas tem o poder que lhes é dado pelos governos. Recordo que esta questões começaram no tempo em que era 1.º Ministro o Dr. Cavaco Silva, isto só para nos situarmos no tempo, dado que os governos que se seguiram, deram continuidade a tais procedimentos, alegando se bem me lembro, que necessitavam de ter nesses lugares pessoas da sua confiança.
    Isto passou-se em todos os departamentos, mas hoje por infelicidade nossa estou apenas a referir-me parte FLORESTAL.
    Se um cidadão tiver a necessidade de recorerr a este deprtamento, fica perdido nas burocracias e fica a saber que todos mandam mas não há ninguém responsável.
    Espremendo o pano é fácil chegar aos irresponsáveis.

  4. 20/06/2017
    Exma. Senhora Directora de Departamento de Gestão de Áreas Públicas e de Protecção Florestal.

    Os meus cumprimentos.
    Passou o Inverno e, pelo que a minha permanente atenção registou, poucas vezes se falou em Incêndios; começou a falar-se, ultimamente, a quando dos incêndios já ocorridos e sobretudo nestes dias, pelas piores e mais dramáticas razões
    Enviei o meu projecto, que de novo envio e, tal como o governo anterior, o departamento de VExa. limitou-se, civicamente, a acusar a recepção.
    Ora eu tentei, segundo as minhas competências, apresentar um plano -sugestão, justificando-o, com acções, objectivos, intervenientes, agumas sugestões….
    Todavia, não recebi qualquer justificação da sua possível ou não concretização, embora “merecesse a máxima atenção por parte desse instituto”.
    Sou, com a renovação dos meus cumprimentos e com os votos do melhores êxitos para o Instituto de Vexa.,
    Serafim Falcão.
    Rua Pe. Américo, Nº.23,6º:B
    1600-864 Lisboa.
    s.mfalcao@gmail.com
    966230351.

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
    Os Incêndios

    Preocupam-me os incêndios das últimas décadas que destroem as florestas e haveres e levam vidas inteiras a haver; gastam-se fortunas, perdem se vidas inocentes e dedicadas.
    Pouco se fala e se investe na prevenção. Fala-se e esbanjam-se fortunas apenas no verão, perante a realidade trágica do acontecimento.
    Eu tenho um plano ou uma ideia que só técnicos poderão gizar, legislar e aplicar.
    1- Base de inspiração. A ideia inspira-se nos antigos ranchos de homens e mulheres que, auto formados e organizados, se deslocavam pelo País, na altura das ceifas, sendo contratados pelos agricultores locais, durante uma semana ou duas tendo além do salário: pequeno almoço, almoço, merenda e ceia.
    2-Actualização: Se, em outros tempos, sem condições sociais e até logísticas, estes grupos se formavam, organizavam e se deslocavam por iniciativa e a expensas próprias, hoje, sê-lo-ia por esta mesma iniciativa, por contrato das Câmaras, do Estado, por empresas existentes ou que espontaneamente se formassem….. respeitando a legislação em vigor, com direitos, deveres e obrigações, e regalias legais.
    Formados e organizados, estes grupos seriam deslocados temporariamente, regressando após a execução de determinadas tarefas, se assim o desejassem, sendo substituídos por outros grupos. Regressados, acabaria o salário, uma vez que foram contratados para uma tarefa temporária. Se necessário, também se podia organizar grupos permanentes. (Os legisladores estudarão como)

    3- Logística – a- Deslocação. Deslocar-se-iam pelos próprios meios ou por transporte para o efeito, pela empresa contratadora, por Empresas de Transporte…
    b- infra estruturas: as já existentes no local ou a criar – talvez se pudessem aproveitar infra estruturas do Estado e do Exército: camaratas, refeitórios, cozinhas, mesas, cadeiras, casas de banho, à maneira das Companhias na Guerra do Ultramar… (talvez mesmo aproveitando as estruturas do género, já existentes no local)
    c – Material de trabalho: enxadas, serras, motosserras, carros de mão, padiolas, etc. material de protecção… (inventariar)
    d- Prévias acções de formação.
    4- Acantonamento (cfr. 3)
    5- Intervenientes :
    5.1- Contratantes: O Estado, os Ministérios, as Câmaras, o Fundo de Desemprego; Empresas credenciadas…
    5.2- Contratados: trabalhadores dos locais de intervenção; deslocados ( nas cidades. há muita gente válida, ociosa nos bairros sociais, à porta de casas distribuidoras de refeições…. ; nas cadeias…..) ; grupos formados , e outros….Fundo de Desemprego, etc….

    5.3-Intervenientes técnicos: engenheiros, civis e militares, vedores, empresas de furos, formadores…
    5.4 Transportes: para transportar o pessoal, a matéria orgânica – no género dos transportes da madeira, do eucalipto,…. para locais de tratamento e produção de biomassa(?)…..
    5.5- Restaurar os antigos Guardas florestais e Cantoneiros, sobretudo em áreas com características de Reserva e espécies raras.
    5.6- Local de recolha do material resultante da actividade: no local, em ecopontos centrais de tratamento……
    6 – Objectivos:
    a-Implementar, finalmente, um plano de prevenção dos incêndios a nível nacional
    b- dar emprego, quer local, quer aos que se referem no nº. 5.2.
    c-limpar as matas, aproveitando o mato desmatado, transformando-o.
    d-organizar a Natureza ou ecossistemas de modo a que, em caso de fogo, este encontre intervalos com culturas diversificadas ou sem mato
    e-aproveitamento da bio massa, reciclando as desmontas.
    f- proteger a natureza, limpá-la….
    g -Implementar infraestruturas no terreno, para o caso de incêndio: acessos, furos artesianos, barragens…
    h -estimular os residentes pelo interesse das suas propriedades abandonadas, tornando-os activos, intervenientes directos e primeiros…
    i – prever, gastando antes, sem percas de património – privado ou público- e de vidas
    j – estudar a viabilidade e verificar se, gastando antes, mesmo talvez mais, dando emprego, protegendo a natureza, evitando a perca de vidas e de bens, implementando infra estruturas, não justificaria o não gastar depois, já sem remédio e com dramas.
    l- aproveitar e rentabilizar a mão de obra parada e dispendiosa que se encontra pelo País fora, muita dela a viver à custa de quem trabalha… (cfr.5.2)
    m -movimentar quer as altas e especializadas estruturas, quer as infra estruturas.
    n- criar emprego:1 –a nível local, regional e nacional.
    o-aproveitamento de terrenos até hoje incultos – muitos não o eram noutros tempos- para novas e actualizadas culturas.
    7-Apoios: Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, Empresas locais, comércio local, para reabastecimentos, REN, GALP, EPAL, EDP, INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA; Energias Renováveis, Águas etc….Ministérios : Ambiente, Agricultura e Pescas, Partidos….. particulares ( imposto simbólico); Cantoneiros das Câmaras e Juntas de Freguesia
    Apoio do Estado aos particulares que, por iniciativa própria, limpassem as suas propriedades; Mecenas, Bancos….
    – O Estado
    – As Empresas já existente ou a criar, mesmo por particulares
    -O comércio local.

    8-ESTRUTURAS:
    8.1- Permanente (deslocadas) – transporte de pessoal, de material: ferramentas. Camaratas de ambos os sexos , cozinhas e apetrechos. Casas de banho

    8.2 – Permanente locais, fixas: caminhos, poços artesianos, pontes, bases de helicóptero….

    8.3 – Intervenientes. Locais: Câmaras Municipais, Juntas de freguesia, engenheiros civis e militares, Exército, Engenharia Militar (como nas Ex-colónias, onde abriam caminhos, faziam estradas, levantavam pontes, pequenas barragens… ), vedores, bombeiros, técnicos, engenheiros, comércio locais…..

    8.4 – Transportes de recolha das desmontas e de transporte para locais de reciclagem

    9–Organismos:

    9.1 -Estado, Agricultura, Florestas, Pescas, Ambiente, CP…….(os já indicados supra)

    9.2 – Locais: Câmaras. Juntas der Freguesia, Bombeiros…..

    10-Planificação e Coordenação: Os Ministérios próprios: Ambiente, Agricultura e Pescas. Conservação da Natureza….

    11-Estrategias: Gizar o projecto, aprovar o projecto, acções de mentalização a nível nacional –intervenientes- aplicação e concretização.
    -Cursos de formação prévia ou já no local.
    -Publicidade para conhecimento e mentalização.
    ASSIM: protegeremos a floresta, facilitando o trabalho dos bombeiros; concretizar-se-ão infra estruturas no tereno; daremos trabalho a muitas pessoas válidas, quer localmente, quer as que vivem na ociosidade e à custa de subsídios, nas nossas cidades; desenvolveremos o comércio local; evitar-se-ão, ou pelo menos diminuirão os milhões de euros que se gastam no combate direto e, sobretudo, não haverá tanta perda de vidas e de património.
    ——————-
    Serafim Falcão
    /s.m.falcao@gmail.com/ 966230351

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