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Jovem norte-americano recebeu uma vacina que ia para o lixo. Vídeo tornou-se viral no TikTok

Depois de ter percebido que lhe restavam duas doses da vacina, cuja validade ia expirar, uma farmacêutica de um supermercado de Washington ofereceu-as a um estudante de Direito e a um amigo. O jovem publicou um vídeo no TikTok que se tornou viral.

O vídeo de um estudante norte-americano a receber uma dose da vacina contra a covid-19 tornou-se viral no TikTok, por ter sido administrada a alguém fora do grupo populacional prioritário. A situação em causa ocorreu na cidade de Washington e conta já com mais de 700 mil visualizações, segundo a agência de notícias AFP.

Uma farmacêutica de um supermercado, apercebendo-se que lhe restavam duas doses da vacina que iam expirar, ofereceu-as a um estudante de direito e a um amigo. “Ela virou-se para nós e disse: Eu tenho doses da vacina e vou ter de as deitar fora se não as der”, contou o estudante ao canal NBC.

A campanha de vacinação, que começou em meados de dezembro nos Estados Unidos, destina-se nesta fase aos profissionais de saúde, de acordo com as recomendações das autoridades americanas.

O jovem agradeceu o gesto da farmacêutica e publicou o vídeo no TikTok, tendo tido até ao momento mais de 733 mil visualizações. “É importante, quando existe tanta desinformação por aí, que as pessoas possam ver uma coisa boa e positiva. Devemos estar entusiasmados por poder lutar contra a pandemia”, sublinhou.

A rede de supermercados Giant ressalvou que a farmacêutica respeitou as diretrizes das autoridades sanitárias, uma vez que os profissionais de saúde não se apresentaram para receber essas doses.

De acordo com os Centros para Controlo e Prevenção de Doenças, mais de 4,5 milhões de pessoas receberam a primeira dose de uma das vacinas para a covid-19 nos Estados Unidos. Só as vacinas desenvolvidas pela Pfizer-BioNTech e Moderna são autorizadas no país até o momento.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.843.631 mortos resultantes de mais de 85 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela AFP.

  // Lusa

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