Isabel dos Santos retira carros aos engenheiros da Efacec

Manuel Araújo / Lusa

A acionista maioritária, Isabel dos Santos, acompanhada pelo ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral,

Oitenta e cinco engenheiros da Efacec estão a contestar a decisão da administração da empresa, controlada pela angolana Isabel dos Santos, de lhes retirar as viaturas, Via Verde e cartão para combustível, considerando ser uma “redução ilegal de vencimento”.

“Estamos a falar no equivalente a um terço dos ordenados de mais de 120 pessoas”, disse à agência Lusa Feliciano Zeferino, engenheiro eletrotécnico que labora há 46 anos na empresa e se assumiu como porta-voz do grupo de 85 profissionais que se organizou para contestar a decisão.

Sustentando que o carro faz parte do vencimento daqueles trabalhadores, tal como a Via Verde e o ‘plafond’ mensal de combustível para deslocações pessoais, o engenheiro alega que é precisamente por isso que, “quando por razões profissionais é excedido em certos meses o ‘plafond’ atribuído, esse dinheiro é integralmente devolvido” aos visados.

Contactada pela agência Lusa, a administração da Efacec diz ter identificado “a necessidade de proceder a um conjunto de intervenções indispensáveis à otimização da produção industrial e atividade comercial da empresa, com vista à obtenção de ganhos efetivos de produtividade, competitividade e sustentabilidade”, mas assegura que as “as estruturas sindicais e todas as pessoas envolvidas” foram informadas “com a máxima antecedência possível”.

“Estas intervenções estão integradas nos programas de melhoria operacional de 2013 e 2016 que preveem medidas de redução de custos“, afirmou num comunicado enviado à Lusa, esclarecendo que o ajustamento em curso “da competitividade salarial dos seus colaboradores” está a ser feito “de acordo com as atuais condições do mercado de trabalho” e “também passa por aumentos salariais”.

Para Feliciano Zeferino, esta é, contudo, a primeira “medida grave” para os trabalhadores desde a alteração da composição acionista da empresa, que a deixou sob controlo da filha do Presidente de Angola.

Considerando tratar-se de uma decisão “não só injusta e ilegal, mas também discricionária e discriminatória, uma vez que só está a ser imposta aos trabalhadores do grau 28” num contexto de mais de dois mil funcionários, o engenheiro critica ainda o facto de ter sido apenas comunicada verbalmente aos visados.

Trabalhadores prometem lutar nos tribunais

“Não a aceitaremos, como é óbvio, e iremos lutar nos tribunais até às últimas consequências para sermos integralmente ressarcidos”, assegura.

Para o advogado que representa os queixosos, a atitude da empresa – que estabeleceu que os engenheiros têm até 31 de agosto para entregarem as viaturas – é “uma ilegalidade”, porque “uma das garantias dos trabalhadores é que os seus vencimentos não podem ser reduzidos”.

“Os meus constituintes foram intimados a entregar a viatura que lhes estava atribuída para uso pessoal, com a respetiva Via Verde e o cartão frota para gasóleo. Em termos práticos, isso traduz-se na retirada de uma parte dos seus vencimentos, nuns casos cerca de 700 euros, noutros 900 euros”, explicou Dias Ferreira, à Lusa.

Segundo sustenta o advogado, “se a Efacec não transformar esta retribuição em espécie numa retribuição pecuniária estará a incorrer numa ilegalidade, além de uma injustiça para com funcionários competentes com décadas de dedicação à casa”.

“Os trabalhadores têm alguma esperança de não terem que recorrer ao tribunal, mas também recorrerão se necessário for. Estamos a procurar que o diálogo se faça, mas terão que ter alguma resposta antes do ‘deadline’ para entregar os carros e, então, definirão o que irão fazer”, disse.

A Efacec Power Solutions, SA é controlada, desde o outono de 2015, pela filha do Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos.

Até junho passado, Isabel dos Santos assumiu o seu lugar no Conselho de Administração da Efacec, tendo apenas renunciado a este posto quando, há dois meses, passou a ocupar a presidência executiva da Sonangol, a petrolífera estatal angolana.

/Lusa

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34 COMENTÁRIOS

  1. Isabel dos Santos vai querer transformar Portugal no que Angola tem de pior: autocracia e ditadura dos poucos capitalistas que há por lá. ..

  2. Quais autocracia quais ditadura?!?!?!? Os portugueses é que estão mal habituados..o problema é que as deslocações de carro não são para uso profissional mas sim para uso pessoal. São regalias a mais e depois dá nisto… por vezes abusam…eu bem vejo os carros de algumas empresas fazem tipo circuito…passam várias vezes em meia hora e ás vezes para percorrer menos de um km…ou vão ao supermercado..etc..Digo engenheiros como administradores e gestores das empresas…é do tipo quando um bebe fica sem o biberão ele começa a chorar..acaba-se a mama e depois fazem birra…lol..

    • Quando não se sabe, não se devia comentar mas viva a liberdade de ser ignorante e estúpido!…
      A Isabelinha (tal como os grandes capitalistas manhosos) só vê números e pode acabar com a empresa com estas medidas ilegais!…

      • Qual é a medida ilegal? E esta medida vai acabar com a empresa ou vai beneficiar a empresa? As pessoas gostam de regalias, mas fora do contrato para não pagar, depois…

        • Se não fosses tão ignorante, talvez soubesses que a regalias são para compensar o ordenado baixo e quem gosta de as dar “fora do contrato” é a empresa” e não os funcionários!!
          Mas, continua lá a disparatar…

          • Pois é Ele-O verdadeiro….
            isso dizes tu que não trabalhas na EFACEC! mas eu trabalho. Sim , é verdade não tenho carro, não sou dos coitados com carro, via verde, cartão de crédito, cartão de combustível, etc. Pago os impostos e a seg social todinhos. Os coitadinhos ganham mais na fuga ao imposto que eu de ordenado

    • Acho muito estranha a posição do advogado dos engenheiros. Se o carro não constava do contrato não tem direito, é básico. Se insistirem terão de pagar o IRS e a segurança social em função do valor do carro, bem como respetivos juros de mora!!!

    • Meu grande ignorante…… todos são livres de sua opinião, mas dispensamos e acho que falo por uma grande maioria TODO O TIPO DE RACISMO!!!! Por outro lado deixa me adivinhar…. tens tendências extremistas, o que te torna igual aos restantes terroristas que se explodem…. já agora se explodires , explode longe para não cheirar mal!!!!!!

  3. Muita gente está mal habituada a ter demasiadas regalias que não se entendem.Para uso pessoal devem ter os seus próprios meios e não das empresas.

  4. As viaturas, cartões de combustível e via verde não são considerados vencimento. Como tal podem ser retirados exceto se estiverem descritos no contrato de trabalho de forma escrita. Os trabalhadores vão ter dificuldade em refutar esta decisão em tribunal uma vez que não declararam o benefício em sede de IRS durantes anos ….

  5. Tem graça chamarem a coisa de ilegal, quando eles bem sabem que as viaturas são para uso oficial e não para andarem por tudo quanto é lado a passearem os filhos, mulher e amantes. Tenham mas é ética e deixem se de andarem a mamar, comecem a usar os vossos carrinhos para verem o que custa!!

  6. Este tipo de “benefícios” que certos invejosos chamam de privilégios são uma espécie de doce que as empresas dão aos funcionários para “compensar” os orddenados indignos que pagam às pessoas que deveriam estar muito melhor pagas.
    O que isto poderá originar é que, como os engenheiros portugueses assim como os operários não são nenhuns “merdas” e valem muito lá fora. Pegam nas malinhas e vão para a indústria alemã. Os nossos cursos de engenharia assim como o valor da nossa mão de obra são conhecidos na Alemanha. Foi o que fizeram os portugueses nos anos 60 e infelizmente está agora a repetir-se só que agora também com pessoas muito qualificadas. Portugal é de facto muito bonito: para as tal mil famílias de mal acostumados cheios de benefícios e ultra-ricos assim como … para férias.
    Quanto áqueles que não valem nada, não percebem o mundo que os rodeia e que dizem que os outros portugueses estão mal acostumados, que continuem a chafurdar na sua ignorância e mediocridade e continuem a viver na miséria que este pais se está a voltar a tornar.
    Quanto à Isabelinha e ao seu paizinho pode ser que eu ainda veja acontecer-lhe o que aconteceu ao Coronel Kadhafi. Já vi o BES afundar-se, seria só mais um desejo!

    • Caro amigo,
      Concordo com o que escreveu. O português, e já penso isto à muito tempo, é invejoso por natureza. Para mim, a inveja, é o sentimento mais medíocre e estúpido que existe, desde logo porque o invejoso passa a si próprio um atestado de incompetência e incapacidade para ir mais além e, como tal, inveja outros que tenham mais que ele. Seria certamente mais útil aplicar a energia que dispendem, com cheiro a “ódio”, a tentar obter na vida o que os outros conseguiram com esforço, com estudo, com empenho ( não quer dizer que não haja casos de chicos espertos que tenham subido sem mérito, por que os há). Para o invejoso, bom mesmo é estar na tasca ou na “rambóia” enquanto o “vizinho” se aplica, se priva dos copos e das noitadas, para ter um nível de vida melhor no futuro. Enfim…
      Quanto à notícia, este modelo é usado por muitas empresas para evitar custos fixos. Pagam o salário e atribuem um conjunto de beneficios, como o carro para uso total e, por essa via complementam o rendimento mensal. Já não falo de uso de telemóvel e tablet/ pc, porque estes são “vendidos” como beneficios mas, na minha optica, além de serem ferramentas basicas de trabalho são também e porventura, mecanismos de controlo dos funcionários.
      Geralmente este tipo de benefícios vem escrito em contrato. Nao sei se será o caso.
      O curioso desta questão é verificar que, muitas empresas, em particular multinacionais estrangeiras adoptam estes mecanismos/ beneficios, também como factor motivacional das seus profissionais e saudo, pessoalmente essa postura, no caso da EFACEC pelos vistos, funciona ao contrário. É lamentável!

      • É como diz… Aliás… Não deixa de ser curioso ver muita gente na rua a defender a retirada dos “privilégios” aos funcionários públicos (horas de trabalho e férias) quando eles deviam precisamente era estar a LUTAR para que os privados tivessem as MESMAS férias e horário de trabalho que os FP’s…

        Por sermos um bando de invejosos é que os políticos fazem gato e sapato com todos e ainda se riem da nossa estupidez…

  7. ela é esperta. ao retirar estes privilégios quer dizer que ao fim do mes e do ano entra mais dinheiro para o bolso dela (duvido que seja para investir na empresa).
    por isso é que muitas empresas tiveram dificuldades, eram todos a “mamarem” à custa da empresa.
    assim nao custa viver, vou de ferias à custa da empresa (carro, combustivel, via verde e ate ao supermercado)
    acho que so podem reclamar se esses direito estiverm no contrato e se dessas mordomias pararem impostos (se vierem no recibo de vencimento)
    isto é uma maneira de se fugir aos impostos (dao o ordenado minimo e depois dao estas regalias todas que é um bom ordenado) e assim fogem todos ao fisco e alem de que depois a empresa ainda apresenta como despesas na altura do irc e assim ainda lucra.
    pena que so seja na efacec. deviam fazer isto em mais empresas

  8. Claro que tenho de estar de acordo com o espanta parvos e ignorantes.
    Se já leram aconselho que leem 2ª vez pra perceberem bem quanto a ser o país do sr Dr e do sr eng, Bruno Almeida, eu bem vejo aí muitos paizinhos babados com os seus filhos srs Drs com cursos q depois não servem pra nada

  9. Quanto á medida parece justa, se precisam de carro para se deslocar em serviço deve ser a empresa a fornecê-lo e mais ninguém, quem precisa de automóvel para se deslocar para o trabalho compra-o como qualquer outro cidadão, quanto ao salário devem ser pagos consoante as suas habilitações, esta forma de funcionamento de empresas públicas portuguesas não se justifica de maneira nenhuma, se disserem que a senhora vem de um país e um regime do mais corrupto que existe também é outra verdade e possivelmente os lucros daqui retirados irão engrossar os cofres de mais injustiça e corrupção em vez de reverterem para mais investimento ou bem social.

  10. Não é sr governador do BdP que ganha mais que o homólogo da Reserva Federal lá da América?!
    Dá para perceber?!
    Não são os bancos que esmifram os clientes com comissões em tudo?!
    Há que pagar os “popós” dos srs “girentes”!!!

    • Olha outro!…
      A Fed (Reserva Federal) não tem muito a ver com o BdP porque é um “banco PRIVADO!!!
      Agora pensa…
      .
      Além disso, eu tenho contas em bancos nacionais há mais de 20 anos e, até hoje, nunca paguei comissões!…

      • FED banco privado?! KKKKKKKKK
        Comissões tb eu não pago mas não valida ser permissivo com chularia. Não conheço V.Ex. de lado nenhum por isso é para além da sua petulância e burrice, aconselho-o a levar as suas moscas para longe

  11. Eu trabalhei na EFACEC e era uma tristeza os ingenheiros gozavam com tudo desde almoços individuais a 100 euros todos os dias na Robotica heehhehehe o meu chefe do Caçem o BELO era um espectaculo BURROS beim feito mandadados agora pelos Africanos haivam de tirar também os almoços e o cartão de crédito da EFACEC

  12. Sem muito comentário, e não concordando que uma empresa portuguesa fique nas mãos angolanas por razões que não me compete declarar, concordo com a retiradas dos referidos carros. Situação idêntica deveria ser seguida noutras empresas portuguesas, em especial aquelas dependentes do estado e nas viaturas topo de gama que o Estado português tem distribuído pelos representantes do Povo.

  13. Estávamos a precisar de uma Isabel dos Santos a controlar as despesas do Parlamento. Já imaginaram os deputados e secretários de estado todos a andar nos seus próprios carrinhos ?!
    Mas porque carga de água terá de haver uma fauna de privilegiados com direito a mordomias numa empresa ?
    Ou aceitam o vencimento que lhes dão ( que não deve ser nada pouco ), ou procuram outro concorrente que lhes pague melhor. É a economia de mercado a funcionar.
    A atribuição de carro, cartões, portagens e gasolina é até uma forma da empresa fazer os seus empregados fugir aos impostos, e a própria empresa declarar despesas de funcionamento fictícias.

    • Não… Não precisamos de ninguém da família mais corrupta da Terra. Corruptos já temos que cheguem por cá, aquilo já é um regabofe, com a família Santos ia ficar… Uma Angola! 😛

  14. Está ali um comentário que revela o português idiota que não faz nada na vida….chamar estúpido e ignorante a alguém revela a educação que lhe deram..culpa disto é dos pais que lhe deram esta educação. O vencimento não tem nada a haver com carros…plafonds etc…isso é que era bom…é por isto e por outras que o país está como está, na miséria…e enquanto existirem pessoas que estão mal habituadas à boa vida e outros a ganharem mal…enfim…pessoas medíocres e analfabetas que não têm outros argumentos a não ser insultar as pessoas com opiniões contrárias ás deles…dá nisto..

  15. É por estas, e muitas mais “outras”, que tudo o que tem a ver com “grupelho” sonae ou dos Santos “PECADORES”, …(PREDADORES?)…só vêm a cor do meu parco espólio muito depois de tentar o impossivel! NÃO aos grupos exploradores da economia baseada nos BAIXOS SALÁRIOS! Se os senhores azevedos não percebem os porquês; ….como diria um conhecido “economista do G&S e dos “leilões “coelhistas”, já falecido, da economia Portuguesa ; É PORQUE SÃO ESTÚPIDOS!!!! o que lhes dá muito jeito para otimizar a economia PESSOAL e FAMILIAR

  16. Vamos lá a ver se nos entendemos. Quando uma pessoa recebe parte do ordenado ganhe muito ou ganhe pouco em senhas de refeição, isso é uma forma de dar mais q coisa que não é vencimento e portanto um dia não conta para a reforma. Por outro lado sabe bem não gastar do ordenado e ir aosuper e comprar com essas senhas.
    Ter carro da em presa, gasolina outras regalias são acordos que se fazem extra ordenado. É a mm coisa se a empresa decidir dar 13 ou 14° mês ao funcionário. Se é empresa privada e pode fazê-lo ainda bem pros seus funcionários.
    O 13 e 14 mês conta pra reforma o carro e a gasolina não mas isso é um acordo entre funcionário e patrão mas só beneficia o patrão que não desconta pra SS e o empregado que não paga impostos
    Mas depois quando for receber a reforma não se queixe que só recebe 500€ p exemplo.
    Esta percebido?
    O resto é folclore

  17. Reduzir salários nunca é boa política e nunca funciona. O resultado é sempre este:

    1. Nas privadas:

    – Os melhores e ainda novos vão embora;

    – Os mais velhos ficam e começam a “cagar” praquilo tudo, não os conseguem mandar sem lhes pagar uma indemnização choruda e ainda por cima já estão perto da reforma, por isso só lá ficam a meter “areia na engrenagem” e a mandar bocas sabendo que nada podem fazer contra eles, os processos disciplinares e despedimentos por justa causa são difícies e, normalmente, resolvidos pelo TT a favor do trabalhador.

    – Os recém admitidos vão incorporar o espírito da empresa através da visão dos mais velhos… Estão a ver o que dá, não é?

    Veredicto: A empresa vai à falência em alguns anos… Isto depende também do tipo de empresa que é, por exemplo, uma empresa de ponta, que faça desenvolvimento e investigação, num para de anos estava arrumada e posta fora do mercado… Fiquemos a observar.

    2. Nas públicas:

    Os funcionários ficam todos (ou quase) excepto os muito perto da reforma, que aproveitam logo para sair enquanto ainda ganham um pouco mais, só que os que ficam (a maioria) dividem-se em dois grupos:

    – Os que já não faziam quase nada, continuam na mesma… Não fazem quase nada.

    – Os que eram dedicados e trabalhadores (os que ainda suportavam a máquina), passam a fazer tão pouco quanto puderem e a usarem o tempo extra para sabotar o trabalho deles e dos outros. Ora como, em regra, são mais inteligentes que os outros todos e que os chefes, continuam a transmitir a ideia que está tudo na mesma.

    Veredicto: O Estado não acaba… Não, muito antes pelo contrário, incha! Começa a ter necessidade de contratar mais gente, que vai rápidamente adoptar a postura dos colegas que lá estão, tendo depois que contratar mais gente, e mais gente….
    Numa conjuntura em que tal não é possível (contratação), como agora se vive, o Estado simplesmente começa a ficar imobilizado mas com o governo a dizer que está cada vez melhor…

    Há, todavia uma maneira de fazer isto e que funciona! mas que quase ninguém faz!!

    É preciso salvar uma empresa, reunem-se todos e baixam-se os salários a TODOS, incluindo administradores e patrões (lucros) e diz-se as condições e o tempo em que se prevê que isto se verifique e quando voltarão a ser repostos os salários.

    Mas estão a ver a filha do homem mais corrupto da Terra a fazer isso?
    Os americanos andam a dizer: “Clinton for Prison 2016”
    Os Angolanos deviam andar a dizer “Santos for Prison 2016″…

    Por cá era simples… nacionaliza-se tudo o que pertence a ela, afinal aquilo é tudo nosso, pago com dinheiro do BESA.

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