Função Pública ganha 46% acima da média

Em abril de 2019, o ganho mensal médio dos trabalhadores da Função Pública era de 1.730,80, valor 45,68% acima da média da totalidade dos portugueses, cujo rendimento estava fixado nos 1.188,10 euros no mesmo mês. 

Os número são avançados esta segunda-feira pelo Jornal Económico, que cita os últimos dado divulgados pelo Ministério do Trabalho.

Em média, a profissão mais bem paga no setor público é a de jornalista, cujo ganho mensal está fixado nos 2.791,20 euros. Médicos, professores, juízes, militares e responsáveis de atividades financeiras são outros dos cargos mais bem pagos.

O jornal de Economia frisa que há muito mais trabalhadores com curso superior na Administração Pública do que no setor privado – são mais do dobro -, levando esta situação a inflacianar a remuneração média pública face à privada.

Os números são avançados numa altura em que os sindicatos da Função Pública se preparam para fazer uma greve contra os aumentos de 0,3% propostos pelo Governo.

Entretanto, o Executivo liderado por António Costa já fez saber que aumento para os funcionários públicos em 2020 será superior aos 0,3% previstos no Orçamento do Estado, que foi no início de janeiro aprovado na generalidade.

A percentagem do aumento não está ainda definida, mas, ainda que fique acima dos 0,3% previsto, o aumento dificilmente atingirá os 1% de inflação prevista no OE2020. Segundo o Público, não atingirá também os 3% que os sindicatos começaram por exigir.

ZAP //

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55 COMENTÁRIOS

    • Está a esquecer-se da estatística do frango: se você não come frango nenhum, mas o seu vizinho come um frango inteiro… a média é que comeu meio frango cada um! A média é verdadeira, mas o seu vizinho está gordo e você ficou com fome!

      • Claro que sim. Esta divisão de Portugueses de primeira e segunda, gera conflitos sociais. Traz até consequências de produtividade, assiduidade e de prepotência. Estes vícios que um emprego na função pública provoca, toda a gente o sabe. Aliás só consegue, na maioria dos casos, um emprego “taxo” na função pública quem tem familiares já lá está instalado. Não há melhor definição para o Nepotismo que o de funcionário público.

      • E, pela capacidade demonstrada no comentário, provavelmente, nem isso mereces!…
        O que te anda a “enganar” é a tua ignorância!… é tanta que nem sequer sabes o que é a média!!
        Bastava pensar no Mexia da EDP, que ganha mais de 7000mil euros por dia!…

    • Devias tentar completar o ensino básico antes de comentar!…
      Começa por tentar saber o que é a média e podes evitar fazer essas figuras…

  1. Assumindo que estes números são de facto verdadeiros, sente-se a falta dum estudo sobre a produtividade. Não me faz nenhuma confusão que a função pública ganhe até o dobro do que o privado, se esse valor representasse a mesma percentagem em produtividade e insuficiência. A percepção do comum dos mortais é que é exactamente o contrário! É um dos grandes mistérios da função pública, como é que a soma de vários indivíduos muito válidos tem como resultado uma organização inoperante!

  2. Publicação encomendada pelo Ministério do Trabalho agora que se avizinha uma greve. Velha tática maquiavélica de virar o povo contra o povo, dividir para reinar. Podiam antes comparar trabalhadores dos dois setores com níveis de escolaridade semelhantes. Talvez aí o resultado não agrade tanto ao diligente Ministério…

    • Muito obrigado pela sua sábia resposta. Fico feliz por descobrir que não sou o único a ver que isto foi encomendado não só pela greve que se avizinha como também pelo retomar das negociações para aumentos. Enfim…

  3. Palhaçada, sou motorista de autocarros no público e no sector privado ganham cerca de 500 euros á mais, este estudo foi feito por um burro, ou então foi só o sobre os técnicos superiores, já os v assistentes b operacionais ganham muito menos no público que no processo.

  4. E sua Broche-Lencia o MF ainda tem 210 Milhoes para “dar” aos Funcios, roubando o “Pão” de muitas Bocas dos portugueses, incluindo Crinças e Idosos!
    Ras-parta a porcaria dos SOcialismos / Marxismops!!!!

  5. Este tipo de avaliações, não reflectem a realidade. Um resultado “médio” dos Assalariados da F.P, não traduzem a realidade da grande maioria dos Funcionários . Seria sim honesto de divulgar os Salários de Dirigentes de topo, das Chefias e dos restantes trabalhadores dos mais qualificados aos sem qualificação especifica, em todas as Administrações do Estado. Quantos de cada classe, e qual rendimento de cada uma. Talvez soubéssemos onde é que o erário Publico é efectivamente gasto de forma proporcional e desproporcional. Mas claro é muito mais fácil lançar “médias abstractas” para a C.Social, afim de melhor dividir para melhor reinar !….Nunca ganhei 1.730,80 mesmo no topo de carreira !

    • Isso é que era! Fazia-se o mesmo estudo para os privados, e incluia-se também a produtividade e as horas de trabalho!

      Depois com todos os elementos via-se quais eram os aumentos que a função pública deveria ter ou quanto deveriam devolver pelo que ganharam sem trabalhar…

  6. é exactamente popr isso que PT anda de Falencia em Falencia, de Divida Externa Brutal a Medonha!
    Gentinha que não PRODUZ Riqueza ganhar 50% mais dos que Priduzem riqueza, não é preciso fazer uma desenho, vai à BANCAROTA!

  7. E o Mario das Cebtenas de Milhoes ainda tem 210 Miulhoes para “DAR” à FP!
    É para istp que serve e é bom os SOcialismos / Marxismos, ROUBAR a todos, a quem PRODUZ RIQUZA para “dar” a quem Vive do Estado!
    Ora, ras-parta a trampa de Ladroes e Aldraboes!

  8. Estou careca de saber isto! Acho que muitos portugueses andam muito distraídos. 99,9% das empresas nacionais são PMEs. Estas são responsáveis por valores acima dos 75% do emprego nacional. Estas empresas vivem na sua grande maioria com a corda no pescoço. E o Estado explora como bem quer estas empresas para pagar as mordomias de uma classe pública ineficiente, esbanjadora e improdutiva.
    Estamos no bom caminho!

  9. Se compararem profissão a profissão (não o global) com habilitações/funções/tempo de serviço equivalentes vão chegar à conclusão que na Administração Pública, ganha-se abaixo do privado.
    Quanto ganha por exemplo um Informático (licenciado) com 30 anos de experiência no privado?
    No meu caso ganho aprox. 1700 Euros brutos, o que depois dos descontos (sim porque na F.P. não há nada por fora) dá aprox. 1200 de vencimento. Há por aí alguém especialista de informática no privado que ganhe isso? Tenho muitas dúvidas. Sem os informáticos da administração pública o pais parava, todos os serviços essenciais do estado desde a segurança à educação.
    Resumindo, as médias e estas noticias valem o que valem e servem apenas para denegrir a Administração Pública.

    • Falta fazer contas às horas de trabalho, competência, produtividade, benefícios, férias, pontes e pontinhas, etc… Despeça-se… no estado vai ser sempre explorado e infeliz.

        • Essa ideia que é regra geral “mamar por fora” no privado é de facto uma confusão que reina nos FPs. Na generalidade das empresas que conheço isso não existe (e conheço muitas; mesmo muitas a nível nacional dos mais diversos setores de atividade). Até porque não têm qualquer hipótese de ter um “saco azul”. Atualmente isso é muito difícil. Já lá vão os tempos.

        • É esse o vosso problema… falta de noção. Um estágiozinho de 6 meses no privado e nunca mais se queixavam.
          E estou a perder o meu tempo de trabalho para responder a uma FP (que presumo deveria estar a trabalhar)… às vezes desiludo-me… até sempre que tenho de trabalhar para lhe pagar o ordenado!

          • E o pior é quando se vai a um qualquer organismo do Estado e se é mal atendido. Eu nunca me fico. Já fiz cada peixeirada que até dá dó só de pensar. Era o que mais faltava!

    • Então, está à espera de quê?! Seja bem vindo! Tenho vários clientes que gostariam de contar consigo! Se for bom profissional, bom trabalhador fuja desse lodo e venha trabalhar!

  10. Minha nossa! Quanta ignorância aqui anda…

    Cá por mim digo que quem trabalha no privado é que é privilegiado!!
    – Ganham 1.188€ (é o que o diz o artigo e eu sou demasiado estúpido para pensar pela minha cabeça) e eu, como trabalhador do estado, ganho 780€.
    – Quem trabalha no privado vê o seu salário retificado de acordo com as funções que desempenha. Eu estou preso numa categoria sem nunca lhe poder escapar, por mais que faça ou competente que seja.
    – Sabiam que tenho colegas que ganham o mesmo há 20 anos???? Sem nunca terem visto o seu salário corrigido com base na sua experiência ou desempenho??

    Isto de trabalhar para o estado é que é….

    Comparar ‘médias’, é um exercício que serve um propósito e conta com a participação dos patetas alegres (andam por aqui vários) e idiotas úteis (numa TV próxima de si) para fazer o resto do trabalho sujo.

    A comparação real seria por habilitações literárias e funções desempenhadas. Ex. Quanto ganha um médico no setor público e quanto ganha um médico, desempenhando AS MESMAS FUNÇÕES, no sector privado? Troquem o ‘médico’ por aquilo que quiserem e temos uma comparação honesta, que pode ser debatida e sobre a qual poderemos ter opinião. Desta forma é apenas e só para destilar ódio pelos trabalhadores do estado, numa altura em que (imagine-se a coincidência) se debatem os ‘aumentos’ para a função pública.

    Apesar de mal intencionado ou no mínimo, dirigido, o artigo oferece aos atentos (e com dois dedos de testa) um dos fatores que explicam esta discrepância de valores: «…há muito mais trabalhadores com curso superior na Administração Pública do que no setor privado – são mais do dobro -, levando esta situação a inflacionar a remuneração média pública face à privada.»

    Mas o que interessam explicações, quando é muito mais divertido dizer que quem trabalha para o estado não faz nada e ganha 2.700€??

    Pena é (digo eu…) que na próxima vez que um de vocês precisarem, por exemplo, de cuidados médicos urgentes num hospital, os funcionários (administrativos, assistentes operacionais, médicos, enfermeiros, etc) não serem exatamente como vocês os descrevem e ficarem quietos, sem fazer nada e deixarem-vos agonizar lentamente até deixarem de desperdiçar oxigénio. Era ou não porreiro?? Hein? Era! Claro!!

    • Ora aqui está o típio FP. Ora vamos por partes:

      “Cá por mim digo que quem trabalha no privado é que é privilegiado!!
      – Ganham 1.188€ (é o que o diz o artigo e eu sou demasiado estúpido para pensar pela minha cabeça) e eu, como trabalhador do estado, ganho 780€.”
      Desconhece o conceito de média. Felizmente parece estar a auferir de acordo com as suas capacidades, isto é, abaixo da média.

      “– Quem trabalha no privado vê o seu salário retificado de acordo com as funções que desempenha. Eu estou preso numa categoria sem nunca lhe poder escapar, por mais que faça ou competente que seja.
      – Sabiam que tenho colegas que ganham o mesmo há 20 anos???? Sem nunca terem visto o seu salário corrigido com base na sua experiência ou desempenho??”

      No privado não se ganha mais só porque os anos passam!!! Deve andar enganado. Isso era o que acontecia há uns anos atrás no público. Só porque se ficou mais velho então aumenta-se-lhe a remuneração. Espetáculo!!!

      “Comparar ‘médias’, é um exercício que serve um propósito e conta com a participação dos patetas alegres (andam por aqui vários) e idiotas úteis (numa TV próxima de si) para fazer o resto do trabalho sujo.”

      Quando se fala em grandes agregados tem de se falar em médias. Todos nós conheceremos imensas situações no público e no privado que estão nos extremos do universo.

      “A comparação real seria por habilitações literárias e funções desempenhadas. Ex. Quanto ganha um médico no setor público e quanto ganha um médico, desempenhando AS MESMAS FUNÇÕES, no sector privado? Troquem o ‘médico’ por aquilo que quiserem e temos uma comparação honesta, que pode ser debatida e sobre a qual poderemos ter opinião. Desta forma é apenas e só para destilar ódio pelos trabalhadores do estado, numa altura em que (imagine-se a coincidência) se debatem os ‘aumentos’ para a função pública.”

      Depende do médico e da quantidade de horas que trabalha, quer no público quer no privado. Conheço alguns que pouco trabalham no privado e desse modo andarão próximo do que estariam no público. E isso é válido para todos.

      Apesar de mal intencionado ou no mínimo, dirigido, o artigo oferece aos atentos (e com dois dedos de testa) um dos fatores que explicam esta discrepância de valores: «…há muito mais trabalhadores com curso superior na Administração Pública do que no setor privado – são mais do dobro -, levando esta situação a inflacionar a remuneração média pública face à privada.»
      Aí estará a partir de um pressuposto um pouco perigoso. Que necessariamente quem tem maiores níveis de qualificação ganha mais do que quem tem menos. Dou-lhe milhares de exemplos no sentido contrário: compare um bom soldador com um licenciado em história ou filosofia; compare um eletricista, um canalizador, um técnico AVAC em algumas regiões do país com a grande maioria dos advogados deste país. Compare ainda um técnico de CNC com um licenciado em biologia. Verá que todos estes exemplos mandam abaixo a sua teoria. Veja ainda a composição do desemprego em Portugal e veja a percentagem de licenciados, mestrados e doutorados no desemprego. Enfim… procure informar-se primeiro e verá que o que refere não é uma realidade. E isso resulta do facto de a grande maioria das empresas nacionais (99,9999999999999999%) serem PMEs. E estas são responsáveis por mais de 70% do emprego nacional. E uma micro ou pequena empresa não necessita geralmente de doutorados (há exceções consoante os setores de atividade, mas a grande maioria do tecido empresarial está em setores pouco tecnológicos).

      “Mas o que interessam explicações, quando é muito mais divertido dizer que quem trabalha para o estado não faz nada e ganha 2.700€?”

      E infelizmente são muitos os casos em que pouco ou nada fazem para merecer o respetivo salário que é pago pelos contribuintes do privado. Os do público verdadeiramente não suportam esse encargo (o dinheiro não lhes saiu do bolso; não tiveram de o ganhar; apenas deixaram de o receber o que é bem diferente). É que em muitos casos as empresas pagam impostos de dinheiro que não receberam e que em alguns casos nem nunca irão receber.

      “Pena é (digo eu…) que na próxima vez que um de vocês precisarem, por exemplo, de cuidados médicos urgentes num hospital, os funcionários (administrativos, assistentes operacionais, médicos, enfermeiros, etc) não serem exatamente como vocês os descrevem e ficarem quietos, sem fazer nada e deixarem-vos agonizar lentamente até deixarem de desperdiçar oxigénio. Era ou não porreiro?? Hein? Era! Claro!!”
      Por que razão acha que eu e muitos outros vamos ao privado?!!!! Já não entro num hospital público há décadas! E quanto ao ensino o mesmo!

      • E cá temos o típico ‘hater’… o que não gosta de trabalhadores do estado, só porque sim. É fixe, vá! O último paragrafo era para ‘si’. Mas, seguindo a sua sugestão, vamos lá então por partes:

        “Desconhece o conceito de média. Felizmente parece estar a auferir de acordo com as suas capacidades, isto é, abaixo da média.”

        O amigo desconhece algo bem mais básico do que a simples média aritmética: o sarcasmo. Saiba que é uma das formas mais básicas de ironizar ou criticar situações ou pessoas. Provavelmente nunca foi apresentado. Mas nunca é tarde. Eu, enquanto amigo com muito boas relações com o Sarcasmo, faço as honras. Cá vai: Sarcasmo este é o hater. hater (mesmo assim sem maiúscula no inicio. Não merece!), este é o Sarcasmo.

        “No privado não se ganha mais só porque os anos passam!!! Deve andar enganado. Isso era o que acontecia há uns anos atrás no público. Só porque se ficou mais velho então aumenta-se-lhe a remuneração. Espetáculo!!!”

        Além de lhe escaparem, conceitos tão básicos como o sarcasmo, o amigo não consegue interpretar corretamente o que lê. O que eu escrevi foi exatamente o oposto. Leia lá outra vez: « Quem trabalha no privado vê o seu salário retificado de acordo com as funções que desempenha», «Eu estou preso numa categoria sem nunca lhe poder escapar, por mais que faça ou competente que seja». Onde está a minha vontade de ganhar mais só porque os anos passam?

        “Quando se fala em grandes agregados tem de se falar em médias. Todos nós conheceremos imensas situações no público e no privado que estão nos extremos do universo.”

        Não. Não tem que se utilizar médias quando se fala em «grandes agregados». Não tem, não deve e não pode!!! Falamos de médias (ferramenta ao nível do 3º ano de escolaridade) quando estas, que não explicam coisa nenhuma, servem um propósito. O colega Nuno.R (acima) explicou isto de forma que o amigo talvez entenda. Cá vai: «se você não come frango nenhum, mas o seu vizinho come um frango inteiro… a média é que comeu meio frango cada um! A média é verdadeira, mas o seu vizinho está gordo e você ficou com fome!»

        “Depende do médico e da quantidade de horas que trabalha, quer no público quer no privado. Conheço alguns que pouco trabalham no privado e desse modo andarão próximo do que estariam no público. E isso é válido para todos.”

        Hein?? Postas de pescada a esta hora? Não gosto de peixe, amigo. Conheço um, que vi, que sei, que estava….. só falta falar no amigo do primo que conhece um tipo que um dia falou com alguém que ‘sabe’. Seja sério!!

        “E infelizmente são muitos os casos em que pouco ou nada fazem para merecer o respetivo salário…»

        Muitos? Quantos? Quem? Onde?? O que é que o amigo sabe? Mais postas de pescada?? Se sabe, fale! Chame os bois pelos nomes. Seja sério!!

        “…respetivo salário que é pago pelos contribuintes do privado.”

        A sério?? O meu salário é pago pelos contribuintes do privado?? Essa é a média do frango ou a lógica da batata? Assumindo que os trabalhadores do estado gastam a esmagadora maioria do seu rendimento internamente, é justo então dizer que os funcionários do estado pagam o salário aos trabalhadores do privado. Não? Tenho que dizer isso à Paula (funcionária da padaria onde compro o pão todos os dias). Sou EU que lhe pago o ordenado. Só para ver a cara dela.

        “Os do público verdadeiramente não suportam esse encargo (o dinheiro não lhes saiu do bolso; não tiveram de o ganhar; apenas deixaram de o receber o que é bem diferente).”

        Hein?

        “É que em muitos casos as empresas pagam impostos de dinheiro que não receberam e que em alguns casos nem nunca irão receber.”

        Mais uma vez: HEIN??

        “Por que razão acha que eu e muitos outros vamos ao privado?!!!! Já não entro num hospital público há décadas! E quanto ao ensino o mesmo!”

        É pena. Sentimos a sua falta e gostávamos mesmo de o ter por cá…

        Uiii…. Já me esquecia de que só foi apresentado ao Sarcasmo recentemente. Peço desculpa: Não é pena e não sentimos a sua falta nem gostávamos mesmo nada de o ter por cá. Boa viagem!!

    • ….. «…há muito mais trabalhadores com curso superior na Administração Pública do que no setor privado – são mais do dobro -, levando esta situação a inflacionar a remuneração média pública face à privada.»
      Pois conheço vários, MAS VÁRIOS que foram tirar cursinhos em horário de trabalho (ESTÃO EM SERVIÇO EXTERNO) enquanto os do privado ou tiram à noite ou não conseguem e ainda têm de pagar os cursinhos dos FP.

        • Por acaso correu-lhe mal… Estou neste momento a tirar uma Pós-Graduação em pós-laboral das 18:30 às 23:30… por isso sei do que estou a falar.
          Tenho também na familia quem seja da função publica que vai tirar mais do que um curso para se entreter e subir na carreira, porque como não tem nada que fazer no “trabalho” passa tempo e fica a ganhar mais, o que ainda assim é mais esforço que a maioria da FP.

    • És mesmo uma vitima das tuas opções….. Mas olha que não te lastimes…. Viver com o “chapéu” do Estado não é para todos.
      Anda cá para fora!!!!!! Mas cuidado, pede uma licença sem vencimento para voltares atrás. Triste.

  11. É claro que as estatísticas do Ministério do Trabalho não reflectem a realidade da situação uma vez que estas deveriam ser feitas por classes, todos sabemos que existem muitos trabalhadores no sector público que não irão muito para além do salário mínimo nacional tal como no privado, a diferença está em que existem mais profissões no público mais bem remuneradas e estas pelo método usado vão fazer a diferença e isto interessa à propaganda do governo que no entanto está esquecido que pôr o sector público a 35 horas entre outras benesses está a criar injustamente um fosso e rivalidades entre portugueses. É um socialismo para compadres!

  12. eu mais ou menos 8 anos levava 515 euros limpos para casa, colegas do publico com a mesma profissão levava 855, com o mesmo ano de trabalho, eu tenho 22 dias de ferias, eles tinham e devem ter ainda 27 dias de ferias e se juntar todas as pontes somos capaz de passar os 30 dias, vou ao medico e se for ao privado pago uma consulta 60 e eles 15 ou 20 e para não falar de outras que nem 5 euros pagam, o privado se faltar muito ao trabalho pode ir passar mais dias em casa, publico vasta dar um entervalo de 30 dias que já podem ir de baixa, mais se podia dizer, o que tem falta o publico é que alguém chega e diz a partir de agora vão trabalhar como todos os outros portugueses de segunda, e já agora porque o publico só quer o bem bom e eu tenho que pagar pelo vosso patrão ter lixado o guito quando entrou a tal crise? afinal é vosso patrão e não meu, mas já agora como estão tão descontentes de trabalhar no publico porque não vão trabalhar para o privado? pois é que no privado não tendes tanta mama e la tendes que trabalhar e não ler jornal como muitos fazem ou na treta com os colegas ou nas supostas baixas por doenças, o governo se metesse todos os trabalhadores ao mesmo nivel e que acabasse a mama perdia as elecções é esse o problema para que em Portugal aja tanta desigualdade no trabalho

  13. mas privado já que chrem por ganhar menos que o privado e nós privado termos tentas regalias que o publico coitado não tem, toca a todos deixar de trabalhar no publico e vamos todos trabalhar no privado

  14. Eu conheço pessoas que saíram do privado para o público e que me diziam: “estou reformado”. Isto diz tudo.

      • Onde?! Qual?
        O privado anda a sustentar a chulice do público há demasiado tempo. E só trabalham 35 horas. Isto é tudo uma chulice pegada.

        • Solução dos “espertos”…
          Vamos tirar/reduzir os direitos, salários dos que os têm para ficarmos todos na mesma mer**… E os grandes a baterem palmas à mesquinhes, inveja e burrice dos mais pequenos…
          Muito inteligente… não hajam duvidas… realmente…
          Se se preocupassem também com as fugas de milhões aos impostos (dos quais os funcionários públicos são dos poucos que não conseguem fugir e no limite chegam a descontar para os seus próprios salários) e para o exterior dos “senhores” donos do setor privado apoiados por quem “governa”, é que brilhavam… isso sim…

  15. Embora não sejam propriamente funcionários públicos (!),nestas contas entraram os rendimentos dos deputados!!! Só assim conseguem chegar a este valor! Sou funcionária pública e faço parte dos restantes 54,32% deste estudo!

  16. Estou perto dos 60 anos de idade e muitos de trabalho. Aliás, comecei a trabalhar aos 10, após a conclusão da escola primária.
    Por duas vezes estive quase a entrar na função publica e nunca o fiz pois os ordenados eram baixos. O trabalho pelo contrário era pouco, e isso também deve ser dito.
    Mas como nunca me meteu medo trabalhar sempre preferi o emprego privado.
    Em todo o lado existem bons e maus profissionais, mas tenho que declarar uma coisa, que vai certamente chocar os FP’s.
    Nunca, até hoje, de todas as vezes em que me dirigi a uma repartição de Finanças, uma Conservatória, a uma Junta de Freguesia ou Câmara Municipal, posto médico ou Hospital, ou qualquer outro balcão fisico ou virtual de entidades Estatal, nunca tive um serviço satisfatório a 100%.
    Ou eram antipáticos ou incorrectos no trato, ou não me souberam informar correctamente, ou me deram inclusive informações erradas que me fizeram perder mais tempo do que deveria. E por vezes até tudo junto.
    Lamento que existam estas “guerrinhas” entre trabalhadores, mas trabalhar na função pública tem por trás uma imagem antiga, que ainda não se esbateu e que é: só vai para a função pública quem não quer esforçar-se e ter muitas regalias, ou quem não tem mais alternativas.

  17. Há médias e médias. Médias para todos os gostos e interesses. A que a notícia refere (que até parece encomendada pelo Governo para ganhar pontos ante as reacções dos trabalhadores da F. P.) deve ter resultado da inclusão, no respectivo estudo, de trabalhadores que não têm rendimentos (legais/oficiais); que não têm salário.
    Como a intenção dos resultados a obter é a de fazer crer que os trabalhadores da F. P. ganham mais do que os do sector privado e, como disse acima, há médias para todos s gostos, sugiro a quem trabalhou a agora apresentada que trabalhe outra, partindo das seguintes premissas: ao nº de trabalhadores da F. P. junte IGUAL nº de trabalhadores do sector privado, mas daqueles que auferem salários mais elevados. Tire a média e apresente-a. Há médias para todos s gostos e interesses.

  18. Média de vencimentos dos funcionários administração publica, não é a que estão a noticiar! Vencimentos muito baixos, bem como subsidio de alimentação. Informo ainda, que temos licenciados na administração publica, na carreira de assistentes técnicos com um vencimento de 837 €. Mais uma vergonha NACIONAL! Vamos todos ganhar o mesmo vencimento, sejamos licenciados, com formação, tempo de serviço! Temos coordenadores, chefes, etc sem habilitações literárias, mas que são colocados nos cargos por empatia… Não existe justiça, bom senso na administração publica. A avaliação e da boa, só para os meninos (as) que eles gostam… Que se faça justiça, que os sindicatos falem o que se passa realmente nos serviços!! Qual é o PAIS da Europa, que tem um funcionários licenciado, pos graduado, com formação, tempo de serviço numa carreira assistente tecnico a auferir 837 €? Uma vergonha! Mas nisto não falam…

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