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Ex-agente confessa que morte de Kennedy foi um trabalho interno

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Walt Cisco, Dallas Morning News / Wikimedia

O presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, em Dallas, em 1963, na sua limousine ao lado da mulhere, Jackie, poucos minutos antes de ser assassinado

O assassinato de John F. Kennedy, em 1963, foi um trabalho interno, segundo confessou ao cineasta Oliver Stone um ex-membro da guarda presidencial que estava a morrer de cancro.

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O homem, cuja identidade foi ocultada sob o pseudónimo de “Ron”, diz ter pertencido à guarda do presidente norte-americano, e afirma que alguém da sua própria equipa tinha disparado contra Kennedy, relata o Daily Mail.

Nas palavras do próprio Ron, o tiro fatal terá sido “um trabalho interno” de um atirador do grupo de seguranças encarregados de proteger o perímetro.

Oliver Stone terá sido contactado por Ron através de cartas, em 1991, depois de o realizador ter dirigido o filme “JFK” – película na qual o consagrado cineasta defende que o assassinato de Kennedy tinha resultado de uma conspiração do governo.

Stone adiantou que inicialmente estava cético, devido às inúmeras teorias da conspiração que têm surgido desde que Kennedy foi morto com dois tiros enquanto viajava numa limusina aberta.

John F. Kennedy foi presidente dos EUA desde 1961 até à sua morte, em 1963, em Dallas.

O ex-fuzileiro naval Lee Harvey Oswald foi preso e acusado do assassinato do presidente, mas foi morto dois dias depois, em frente às câmaras de televisão, por Jack Ruby.

Na altura, os investigadores concluíram que Oswald agiu sozinho no atentado – mas ainda hoje, passados 50 anos, não há certezas acerca da real autoria do atentado.

A confissão de Ron vai ser revelada na íntegra por Matt Zoller Seitz, autor do livro “The Oliver Stone Experience”, que será publicado em Setembro.

BZR, ZAP

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