Cientistas alertam para epidemia incurável que pode alastrar na Terra em breve

Um fungo resistente aos medicamentos pode em breve vir a provocar uma epidemia devastadora para os humanos, animais e plantas.

A informação é de um estudo realizado pelos cientistas do Imperial College London e da Universidade de Exeter, no Reino Unido, e publicado na revista científica Science esta sexta-feira.

Segundo os cientistas, em breve os fungos podem se transformar em algo semelhante às “superbactérias” resistentes aos antibióticos e ganhar “imunidade” aos agentes antifúngicos que são usados de maneira intensa na medicina e agricultura, descreve o portal Science.

Os autores do estudo sublinham que o perigo é menosprezado, mas em breve a situação pode se agravar.

Os agentes antifúngicos matam apenas os fungos mais fracos, mas os mais fortes sobrevivem e evoluem, tornando-se resistentes aos agentes antifúngicos. Os cientistas apelam ao desenvolvimento de medicamentos que possam fazer frente a esta ameaça.

Além disso, os cientistas sublinham que as infeções fúngicas causam mais mortes do que o cancro da mama ou do que a malária. Segundo os investigadores, a mortalidade por doenças provocadas por fungos pode ser comparada com a tuberculose ou com a SIDA.

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17 COMENTÁRIOS

  1. Estes “cientistas” pensam que as pessoas que não possuem conhecimentos académicos superiores (em qualquer área da ciência), são uma cambada de estúpidos, analfabetos, fáceis de assimilarem as doutrinas que proclamam e manobrarem as inteligências de cada um a seu bel-prazer. Ora, não pertencendo à seita que em tudo vê desgraças, pergunto-me – na minha santa ignorância científica -, como é que eles sabem a devastação que esta epidemia pode provocar se não conhecem esses fungos, embora tenham bases científicas sobre os que actualmente existem?
    Bom… quem fabrica/produz qualquer coisa que pode provocar epidemias, sabe o nível de devastação resultante dessa aplicação! E existe quem saiba que laboratórios criam vírus que servem para MATAR, quando associados a certo tipo de armas…
    Não pensem é que as pessoas são estúpidas por natureza e vocês, “cientistas”, têm um cérebro extra-terrestre que funciona por energia atómica…
    E já fabricaram também o antídoto para esses super-fungos que criaram em laboratório? Porque senão, morrem como os que os forem atingidos pela epidemia e depois lá se vão os cabeças de abóbora para o galheiro e não podem produzir mais super-fungos…

    • O artigo científico em questão tem as respostas às suas questões. No entanto é mais fácil escrever parvoíces da teoria da conspiração do que ler um artigo científico. Além de dar algum trabalho, ler um artigo científico requer que uma pessoa não seja estúpida e analfabeta, como bem refere. Mais, ler um artigo científico requer por vezes alguns conhecimentos académicos superiores da área específica (pois ninguém é especialista em todas as áreas). Se calhar o seu problema é esse. Quando não sabemos o suficiente sobre um assunto, o melhor é não mandarmos bitaites.
      Cumprimentos.

    • Ó Xico… como é que te hei de explicar isto?… bem, já sei… não tens uma pilinha? Então brinca com ela e não te metas nisto que exige um pouco mais de elevação intelectual.

    • Ainda não li o artigo cientifico, mas….e não vou dizer que é fácil, mas é possível prever, com alguma analise estatística, a “capacidade” mortífera de um virus, uma bactéria, ou um fungo. Sr Francisco, já comeu míscaros? Ou seja já comeu fungos? E por acaso sabe, que até do conhecimento comum, que alguns são “venenosos”, não sabe? Então imagine, e aqui é apenas da imaginação, que um fungo mais pequeno “quase invisivel” pudesse circular nas plantas, ate comestiveis… O que seria né? Para mim o que escrevi é uma hipotese normal, coisas da natureza, mas para si, presumo que é gasolina para mais uma teoria…

  2. “mais fortes sobrevivem e ? evoluem, tornando-se resistentes aos agentes antifúngicos.”
    Quem assim escreve só demonstra ignorância em biologia.
    Quanto aos Fungos, a evolução indesejada pelos humanos apenas a Estes se deve. Agora aguentem as consequência, sem remédio.

  3. Trumpes pqeninos foi otma kkk #masfalãdosério meu, axo q to c ese supfungo aê. Qero largà td p ser cobaia. My vida n vale la esas coisa n, + prefiro prestà ao- p iso. Comé q faço p eses “caras” me dà atençao? #naguentomais

  4. Boa tarde.Eu não sou mais nem menos do que alguém,apenas vou partilhar algo que uma professora do meu curso,na cadeira de Microbiologia Alimentar,transmitiu numa aula. Foi algo como :”Muitos produtos de limpeza vêm com o rótulo “elimina até 80% das bactérias”.Não os utilizem.Seja para lavar a loiça,superfícies ou o chão,evitem utilizá-los.A Microbiologia leva muito tempo e muitos estudo até encontrar a microflora mais habitual na loiça,superfícies e chão dos locais mais comuns (como a nossa casa,cantinas,etc),e, até encontrarem um antibacteriano eficaz nesses 80%,ainda mais tempo.E então,o povo desata a utilizar.o que acontece?Estamos a desestabilizar um equilíbrio que existia, entre as próprias colónias e estirpes bacterianas previamente existentes,quer no equilíbrio bactéria/fungo que havia.Equilíbrio?Sim:alimento,lei do mais apto para as normais condições no meio ambiente e mais factores.Se eliminamos 80% do pé para a mão da população bacteriana desses locais,outros,outrora naturalmente controlados,irão multiplicar-se, e, não temos garantias que seremos naturalmente imunes aos mesmos (bactéria e fungos) ou se os novos serão mais ou menos patológicos do que os que acabámos de matar. Fiem-se no que é natural,para os quais temos as nossas naturais defesas,usem sabão normal, sem antibacteriano e sem “anti” seja o que for, por favor”.Mais:onde eu moro,quando compro ovos,é rara a caixa que não traz um ou outro sujo…..com fezes d galinha….e a casca não é estanque,e sei que é raro o ovo em Portugal que não contenha,ainda que ínfima,uma quantidade de “Salnonella”,só que a quantidade é tão pequena e é tal o nosso contacto com a mesma, que o nosso tracto intestinal defende o nosso corpo,pois já a conhece e na quantidade que é,dá cabo dela naturalemte.Daí,os belgas e outros estrangeiros,quando vêm de férias a Portugal,a primeira coisa que lhes é dito nas agências de viagem é “na~comam ovos em Portugal”, pois os produtos são quase esterilizados ou mesmo esterilizados,e,depois,é ver queijo com sabor a amora,morango,etc…..ao serem esterilizados,ficam com um horroroso e têm de lhes ser adicionados elementos por nós fabricados e não naturais para lhes dar sabor…..os “E”zinhos….e daí por fora, com os refrigerantes “zero açúcar” serem mais prejudiciais do que os normais e etc e tal…….obrigado….e, saúde para todos

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