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Enfermeiros do SNS não chegam para todos os postos de vacinação em massa

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Carlos Ramirez / EPA

De modo a alcançar o objetivo proposto, a task force espera ter mais de 150 centros de vacinação em massa em todo o país já no próximo mês de abril, altura em que é expectável que comecem a chegar mais vacinas a Portugal.

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Com a garantia da chegada de novas vacinas em grande quantidade, a task force espera que sejam vacinadas mais de 60 mil pessoas por dia em abril e mais de 100 mil em maio e junho.

Contudo, as autarquias dos concelhos com mais população alertam que não existem enfermeiros suficientes no Serviço Nacional de Saúde (SNS) para dar resposta a estes objetivos, avança o jornal Público.

Ainda assim, as autarquias têm respondido ao apelo da task force e têm aberto mais postos de vacinação.

Lisboa, Cascais, Loures, Sintra, Porto e Gaia, os concelhos mais populosos do país, apesar de terem as condições logísticas para abrir os centos de vacinação, deparam-se com o problema da falta de profissionais de saúde suficientes para dar resposta à próxima fase do processo de vacinação.

Segundo o Público, Gaia e Loures já têm disponível um posto de vacinação e preparam-se para abrir outro no próximo mês.

Em Cascais, há dois postos de vacinação operacionais e serão abertos mais dois em abril, enquanto Sintra tem cinco postos de vacinação e prevê abrir mais um.

Já em Lisboa existem 11 postos extraordinários de vacinação a funcionar.

No Porto, além de estarem disponíveis duas escolas e uma tenda de recobro, a autarquia quer apostar num centro de vacinação em drive thru, isto é, sem que as pessoas necessitem de sair dos carros para receberam a vacina.

Sem recursos humanos, as autarquias tentam contornar o problema contratando enfermeiros a nível excecional, mas a task force está a estudar a possibilidade de integrar as farmácias e os farmacêuticos no processo.

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De acordo com a Ordem dos Enfermeiros, em Portugal, existem quatro mil farmacêuticos com competência para vacinar.

De recordar que as normas da Direção-Geral da Saúde obrigam a que, além dos enfermeiros que vacinam e dos administrativos que fazem as convocatórias e os agendamentos, esteja sempre presente um médico para atuar caso surjam reações adversas, nomeadamente choques anafiláticos.

  Ana Isabel Moura, ZAP //

10 Comments

    • O que a extrema esquerda permite ou não permite é irrelevante!
      O governo é quem toma decisões e, tal como está na notícia, “a task force está a estudar a possibilidade de integrar as farmácias e os farmacêuticos no processo.”

    • A triste conclusão, é que a comunicação social é muito melhor em ditadura, não são capazes de serem gente adulta, culta, e independente, ao menos a comunicação estatal atuava em função dos interesses do Povo, esta comunicação social atua em função de grupos de interesses.
      Os Portugueses querem é Vacinas, estão pouco interessados de quem as dá, enfermeiros aos molhos sem vacinas vale zero.
      A comunicação social tao atrapalhada com a enfermagem, o que pretende ? nada que preocupe os Portugueses.

  1. Não há enfermeiros e ainda hoje ouvi no telejornal que vão despedir 2.000

    Isto é mesmo um País da treta e sem qualquer governo

    • A triste conclusão, é que a comunicação social é muito melhor em ditadura, não são capazes de serem gente adulta, culta, e independente, ao menos a comunicação estatal atuava em função dos interesses do Povo, esta comunicação social atua em função de grupos de interesses.
      Os Portugueses querem é Vacinas, estão pouco interessados de quem as dá, enfermeiros aos molhos sem vacinas vale zero.
      A comunicação social tao atrapalhada com a enfermagem, o que pretende ? nada que preocupe os Portugueses.

  2. Há falta de profissionais mas o Almirante que gere a vacinação prefere perder tempo a ameaçar cidadãos que legitimamente recusam uma das vacinas, a conseguir as pessoas que fazem falta para o sucesso da operação. É típico do espírito militar mas não ajuda a levar a vacinação a bom termo.

    • A triste conclusão, é que a comunicação social é muito melhor em ditadura, não são capazes de serem gente adulta, culta, e independente, ao menos a comunicação estatal atuava em função dos interesses do Povo, esta comunicação social atua em função de grupos de interesses.
      Os Portugueses querem é Vacinas, estão pouco interessados de quem as dá, enfermeiros aos molhos sem vacinas vale zero.
      A comunicação social tao atrapalhada com a enfermagem, o que pretende ? nada que preocupe os Portugueses.

  3. A triste conclusão, é que a comunicação social é muito melhor em ditadura, não são capazes de serem gente adulta, culta, e independente, ao menos a comunicação estatal atuava em função dos interesses do Povo, esta comunicação social atua em função de grupos de interesses.
    Os Portugueses querem é Vacinas, estão pouco interessados de quem as dá, enfermeiros aos molhos sem vacinas vale zero.
    A comunicação social tao atrapalhada com a enfermagem, o que pretende ? nada que preocupe os Portugueses.

  4. Ainda há dias atiraram uma enorme quantidade de enfermeiros para a rua com a justificação de que já não são necessários devido ao abrandamento do Covid, os hospitais queixam-se constantemente com a falta de profissionais, agora com o anúncio do aumento de vacinas já dizem haver falta de enfermeiros; como profissional em tais condições pegaria na mala e iria até um país estrangeiro onde merecesse mais respeito e consideração!

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