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Portugal tem o dobro dos casos de covid-19 que existiam há um ano

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Patrícia de Melo Moreira / AFP

O número de casos de covid-19 ativos em Portugal neste momento é mais do dobro do que há um ano atrás. A média diária de novos casos é quase o triplo.

Apesar de 42% da população portuguesa já estar vacinada com a primeira dose e 25% completamente inoculada contra a covid-19, o país está com muito mais infeções do que no ano passado, na mesma altura. A mortalidade está incomparavelmente mais baixa, relata a TSF.

Esta quarta-feira, Portugal tinha 26.248 infeções ativas, mais 108% que no mesmo dia do ano passado (12.602), segundo os relatórios da pandemia publicados diariamente pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início do mês registaram-se 11.302 casos positivos, de novo mais do dobro do período homólogo de 2020 (4.836), com especial força para aquilo que se passa em Lisboa e Vale do Tejo que reúne 59,8% dessas infeções, refere ainda a TSF.

Apesar do número de casos ser muito mais elevado, a vacinação da população mais velha tem travado a pressão sobre os hospitais e diminuído a taxa de mortalidade por covid-19, registando-se uma descida de 112 para 30 óbitos, ou seja, menos de um terço.

O Conselho de Ministros reúne esta quinta-feira para analisar a situação no país e definir o que acontece em cada concelho, com especial atenção para aquilo que se passa na região de Lisboa e Vale do Tejo.

  ZAP //

 

2 Comments

  1. Vacinação e menos mortos… É essa a razão para todos estarem-se nas tintas pelo número crescente de infetados. Mas, apesar da vacinação, os números continuam a aumentar… Mas está tudo bem… São jovens… Há poucos mortos. Siga! Mas pensar que no futuro haverá muitos que sofrerão das sequelas?… Nah! Pensar nos (poucos) mortos? Nah! São mortos! Mas a verdade que se está a deixar morrer “algumas” pessoas por causa da economia; o que quer dizer realmente, o lucro de meia dúzia de tubarões. É… E ainda dizem: “Isto (do confinamento) não pode durar sempre! É preciso desconfinar!” A que custo? Á custa de “poucos” mortos e uma geração que sofrerá, no futuro, as consequências da ganância. Mas… está tudo bem. Até o Presidente o “diz”!

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