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Casos disparam: 1350 novas infeções e seis óbitos

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Mário Cruz / Lusa

Nas últimas 24 horas, houve 1.350 novos casos positivos de covid-19 e morreram seis pessoas, segundo os dados do boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Portugal registou 1.350 novos casos e seis óbitos por covid-19 esta quarta-feira. Segundo o último boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, todas mortes foram registadas na região de Lisboa e Vale do Tejo.

É também esta região que contabiliza 928 do total de novos casos. Segue-se o Norte com 199 novas infeções, o Algarve com 90, o Centro com 85 e o Alentejo com 30 novas infeções. Nas regiões autónomas dos Açores há mais 16 casos e na Madeira dois.

Há agora 351 pessoas internadas no país (mais cinco do que na terça-feira). Destas, 83 estão em Unidades de Cuidados Intensivos (mais quatro do que ontem).

Esta quarta-feira, registam-se mais 589 recuperados da doença, num total de 817.092 desde o início da pandemia. O número de casos ativos subiu para 26.248, mais 750 do que no dia anterior.

A nível nacional, Portugal está com uma incidência a 14 dias de 91 casos por 100 mil habitantes e um índice de transmissibilidade R(t) de 1,12. Na última atualização, referente a segunda-feira, a nível nacional o índice de transmissibilidade estava em 1,09 e a incidência em 84,5.

No continente, a incidência está agora nos 90,5 casos de infeção e o índice de transmissibilidade R(t) é de 1,13.

Esta quarta-feira, António Sales, secretário de Estado da Saúde, afirmou que a DGS e a comissão técnica de vacinação estão a ponderar diminuir o tempo entre as doses da vacina AstraZeneca contra a covid-19.

“As dúvidas continuam do ponto de vista técnico. Ainda há pouco tempo se falava na possibilidade de alargar o tempo das doses em função daquilo que era a questão da imunidade, portanto, promovia maior imunidade se fossem mais afastadas as doses”, disse aos jornalistas, citado pelo Observador.

“Hoje diz-se o contrário, nomeadamente em relação a uma variante, a variante Delta [associada à Índia], e, por isso, essa é também uma questão técnica que a DGS e a comissão técnica de vacinação estão a ponderar”, acrescentou.

  Liliana Malainho, ZAP //

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