Bolsa chinesa derrapou 30% e ninguém reparou

O Banco Popular da China (BPC, o banco central) anunciou esta terça-feira uma injeção de 50 mil milhões de yuans (7,4 mil milhões de euros) no mercado monetário, através de operações de mercado aberto.

É a quarta injeção consecutiva de dinheiro feita pelo BPC através da venda com acordo de recompra (repo, em inglês), desde do dia 25 de junho.

Os acordos de recompra constituem uma forma de financiamento em que a instituição financeira cede títulos da sua carteira como contrapartida de um empréstimo e, simultaneamente, se obriga a recomprá-los numa data preestabelecida.

A diferença entre os preços de venda e de recompra constitui o juro pago pelo devedor.

Na última terça-feira, o BPC emprestou à banca chinesa 50 mil milhões de yuans (7,3 mil milhões de euros), através de um repo com um rendimento de 2,5%, e prazo de sete dias, e que voltou hoje a ser também colocado.

Desde junho, o BPC recorreu a este tipo de operação e mecanismos de empréstimos a médio prazo para garantir a liquidez do mercado, e nas últimas duas semanas injetou um total de 420 mil milhões de yuans (62 mil milhões de euros) no sistema bancário do país.

A decisão coincide com o pior momento vivido pelo mercado acionista chinês desde a crise financeira de 2008, com o principal índice do país, o Xangai Composite, a registar uma desvalorização de 30% nas últimas três semanas, correspondentes a perdas superiores a dois biliões de euros.

/Lusa

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