Avicii “sangrou até à morte” ao cometer suicídio

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Segundo o site de celebridades norte-americano TMZ, o DJ sueco Avicii suicidou-se “depois de se cortar e sangrar até à morte”.

Se inicialmente eram escassas as informações sobre a morte de Avicii, agora não param de chegar novos dados. Esta segunda-feira, o TMZ divulga detalhes sobre morte do Dj sueco, que, segundo tinha a semana passada adiantado a família, tirou a própria vida.

Segundo refere um relatório sobre a morte do DJ, a que o TMZ teve acesso, o músico, “morreu depois de se cortar e sangrar até à morte”. O documento, que cita “fontes privadas de informações específicas sobre a morte de Avicii, adianta que  o Dj “faleceu devido a uma enorme perda de sangue, resultante de uma ferida auto-infligida“.

Com apenas 28 anos, Tim Bergling, nome verdadeiro do DJ, foi encontrado com cortes nos pulsos e no pescoço. Terá partido uma garrafa e usado este objeto para realizar os cortes.  O autor de ‘Hey Brother’ foi encontrado sem vida na cidade de Muscat, Omã, a 20 de abril, tendo deixado uma carta de despedida.

Pouco tempo depois, a sua família deu a entender que o artista tinha cometido suicídio. As mesmas fontes disseram adiantaram o DJ, que tinha anunciado a reforma do mundo da música em 2016, não estava a conseguir lidar com a pressão e o ritmo da sua carreira e que precisava de “encontrar paz”.

“Ele debatia-se com pensamentos sobre significado, vida, felicidade. Não conseguia aguentar mais”, diz a família.

Considerado um pioneiro da chamada Electronic Dance Music, DJ Avicii colaborou com figuras como Madonna e David Guetta, e com a banda Coldplay. Foi por duas vezes nomeado para os Grammy e recebeu dois MTV Music Awards e um Billboard Music Award.

O maior sucesso da breve carreira de DJ Avicii é a música “Wake Me Up” que, em 2013, o catapultou para a fama.

2 Comments

  1. Os mass media, por norma, não noticiam suicídios, por razões óbvias. Sei que neste caso se trata de uma celebridade, mas a forma como o ZAP decidiu “titular” o assunto bate no fundo. Há um bom livro sobre isto, nem de propósito: “Espreme que sai sangue”, de Danilo A. Sobrinho.

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