ADN de cadáver decapitado revela a história de um assassino que fugiu da prisão há 100 anos

DNA Doe Project

O DNA Doe Project, organização norte-americana criada para identificar pessoas mortas desconhecidas com genealogia forense, encontrou um criminoso que matou a sua esposa com um machado e foi visto pela última vez depois de escapar da prisão há 100 anos.

Algumas partes do corpo sem cabeça de um desconhecido foram encontradas em cavernas remotas perto da cidade de Dubois, no estado de Idaho, Estados Unidos, em 1979 e em 1991. Agora, depois de examinar mais de 31.730 pessoas, o DNA Doe Project identificou o homem como sendo Joseph Henry Loveless – e até rastreou o seu neto de 87 anos.

A organização descobriu que Joseph Henry Loveless, nascido em 1870 na cidade de Payson, no Utah, teve vários problemas com a lei, mas conseguiu escapar várias vezes da prisão.

Em março e dezembro de 1914, Loveless foi preso por contrabandear bebidas alcoólicas, mas nunca cumpriu a cadeia, uma vez que escapou após serrar as grades da prisão. Da segunda vez, conseguiu parar o comboio que o escoltava para a prisão e fugiu.

Durante sua vida, Loveless foi casado duas vezes. O homem divorciou-se da sua primeira esposa, Harriett Jane ‘Hattie’ Savage, em 1904, cinco anos após o casamento por “não conseguir sustentá-la a a ela nem à sua filha”, de acordo com a NBC News. Um ano depois, casou-se com Agnes Octavia Caldwell, com quem teve quatro filhos.

Mas, em 5 de maio de 1916, Caldwell foi assassinada com um machado na presença de pelo menos dois dos seus filhos por um homem chamado “Charles Smith”, que é descrito em alguns relatos como o seu marido. Em 11 de maio, o assassino da mulher foi preso sob o nome de “Walter Currans”.

No funeral da mulher, um dos filhos terá dito: “O pai nunca ficou preso durante muito tempo e rapidamente sairá”. Vários dias depois, “Walter Cairns” escapou da prisão, depois de serrar as barras com uma serra que tinha escondido no sapato.

“Ao reconstruir estas histórias, os relatórios sugeriram claramente que Walter Currans, Charles Smith e Joseph Henry Loveless eram todos a mesma pessoa e que Agnes foi assassinada pelo seu marido. Isto foi confirmado mais tarde através dos registos policiais”, explicou a organização numa conferência de imprensa.

Acredita-se que Loveless tenha morrido aos 46 anos após ser assassinado e transportado para as cavernas perto de Dubois, pouco depois de ter escapado da prisão em maio de 1916. Os seus restos mortais “foram preservados durante 63 anos, excedendo significativamente o intervalo post mortem [o tempo entre a morte e a descoberta do corpo] estimado entre seis meses e cinco anos”, afirmou a organização.

Porém, não se sabe quem o desmembrou e decapitou por isso, o caso permanece aberto.

ZAP //

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