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Abono extra e complemento de estabilização. Governo cria dois novos apoios cumulativos para quem perdeu rendimentos

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José Sena Goulão / Lusa

O Programa de Estabilização Económica e Social (PEES) do Governo vai incluir dois novos apoios para trabalhadores e famílias que perderam parte dos seus salários nos últimos três meses devido à pandemia de covid-19.

A notícia é avançada esta quinta-feira pelo jornal Público, que dá conta que os novos apoios serão aprovados esta quinta-feira em reunião de Conselho de Ministros.

Em causa está um Complemento de Estabilização e um abono extra, visando ambos ajudar famílias e trabalhadores que perderam rendimentos.

Citando um membro do Governo, o Público detalha que o Complemento de Estabilização será pago em agosto e destina-se a todos os trabalhadores com um ordenado até 1270 euros mensais e que perderam um terço do seu rendimento por estarem em regime layoff.

O valor do Complemento será de um terço de um salário, o valor perdido durante um mês em layoff, até um teto limite de 351 euros.

Quanto ao abono extra, que deverá ser acionado em setembro (mês em que arranca o próximo ano letivo), o Estado prepara-se para pagar um subsídio extra as famílias cujos filhos recebem atualmente abonos de família do 1.º, 2.º e 3.º escalões.

As duas medidas são gémeas”, explicou ao Público fonte do Governo.

Ambas serão pagas pelo Estado de uma só vez, uma em agosto e outra em setembro, sendo estas também cumulativas, isto é, podem ser pagas em simultâneo às famílias que cumpram os requisitos de ambos os novos apoios sociais.

Portugal contabiliza pelo menos 1.436 mortos associados à covid-19 em 32.895 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde.

  ZAP //

 

7 Comments

  1. Este ministro socialista “mima” a plebe com meia dúzia de tostões para votarem nele nas próximas eleições ; esta mentalidade do povo subsídio dependente é errada !… Deviam trabalhar mais melhor é com mais rendimento , poupar e investir e não estar á espera de subsídios de um estado também ele dependente de subsídios oferecidos pelos outros … até dia !…
    Deviam era trabalhar , por exemplo a limpar as florestas !

    • A plebe é o conjunto dos trabalhadores que foram afetados pelo fato das empresas em que trabalham terem entrado em lay-off?!…
      O Sr. “O JUSTO” foi afetado nas suas capacidades mentais pelo Covid19?!…
      Já agora, quando é que se incorpora numa brigada para limpeza das florestas?
      A plebe agradece.

        • Este é o clone do “O JUSTO”?!…
          Com estes “argumentos”, só pode…
          Acho piada é aos pseudônimos que usa… Muita imaginação… Mas, vive feliz… E sempre vai ocupando o muito tempo livre que tem…

  2. Pois e quem esteve a trabalhar durante o pico da pandemia a ganhar pouco mais que o salário mínimo leva um carvalho das caldas… sim sr. primeiro ministro isto é que é justiça. Não tem filhos, não tem despesas,…

  3. Boa tarde, não é meu habito fazer comentários, mas desta vez pareceu-me correto que o fizesse chamando a atenção que os portugueses não podem ser avaliados pela mesma bitola, há efetivamente quem seja subsidio dependente (conheço muitos) e há quem mesmo tendo trabalho, porque se sujeita a condições injusta de trabalho, que mesmo assim por muito vontade que tenha não tem capacidade para criar poupanças, na medida em que aquilo que ganha mal chega para o sustento da sua família (conheço também muitos casos nesta situação)…portanto impõem-se, na minha modesta opinião, algum respeito por quem trabalha e ainda assim se encontra numa situação difícil.

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