O presidente da Câmara de Seul, Park Won-soon, de 64 anos, desapareceu durante a tarde desta quinta-feira e foi encontrado morto algumas horas depois.
Park Won-soon, presidente da Câmara Municipal de Seul, foi encontrado morto esta quinta-feira, algumas horas depois de ter sido dado como desaparecido pela filha, que revelou que o pai tinha deixado uma espécie de testamento. O anúncio foi feito hoje pela polícia sul-coreana.
Segundo o The New York Times, o autarca ligou para a Câmara Municipal a avisar que não ia trabalhar porque estava doente. A filha contou às autoridades que o pai saiu de casa, deixando uma mensagem críptica e que, estranhando a sua demora, ligou à polícia cinco horas depois.
Fonte ouvida pela CNN indicou que a busca terá envolvido uma megaoperação. Quase 600 agentes e bombeiros, juntamente com três cães de resgate, foram destacados para procurar o autarca.
O corpo de Won-soon foi encontrado numa encosta na zona norte de Seul, cerca de sete horas depois da megaoperação, segundo uma declaração da polícia sul-coreana enviada aos jornalistas.
Presidente da Câmara da capital da Coreia do Sul desde 2011, Park Won-soon, de 64 anos, era visto como um candidato provável às eleições presidenciais de 2022.
O desaparecimento e morte de Won-soon acontece um dia depois de uma funcionária do seu gabinete o ter acusado de a assediar sexualmente desde 2017. A notícia foi avançada por duas estações de televisão sul-coreanas, citando fontes policiais.