Portugal já tem 42% da população com a vacinação completa

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Mais de 4,3 milhões de pessoas já têm a vacinação completa contra a covid-19 em Portugal, o equivalente a 42% da população, revelou o relatório semanal divulgado, esta terça-feira, pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o relatório de vacinação, atualizado semanalmente às terças-feiras, até domingo 4.337.479 pessoas, o equivalente a 42% da população, tinham completado o esquema vacinal e 6.213.798 (60%) tinham a primeira dose. Os dados reportam-se a pessoas vacinadas a partir dos 16 anos.

Portugal começou a campanha de vacinação contra a covid-19 no dia 27 de dezembro de 2020. Ao todo, o país já recebeu 11.510.810 doses e distribuiu 10.694.447.

As regiões do Alentejo e Centro são as que têm o processo de vacinação mais avançado, respetivamente com 49% e 46% da população com a vacinação completa.

Em contrapartida, Algarve e Lisboa e Vale do Tejo continuam a ser as regiões mais atrasadas, com 40% da população em ambas com o ciclo de vacinação concluído.

Por faixas etárias, 95% (644.821) das pessoas com 80 ou mais anos têm a vacinação completa, seguindo-se 88% (1.427.955) entre os 65 e os 79 anos e 71% (1.538.586) dos 50 aos 64 anos.

No grupo etário dos 25 aos 49 anos, 20% das pessoas (681.588) concluíram o ciclo vacinal e 57% (1.899.241) tomaram pelo menos uma dose. Entre os jovens dos 18 aos 24 anos, 5% (42.491) têm a vacinação completa e 8% (62.589) iniciaram a vacinação.

Ainda segundo o relatório, 3090 jovens dos 16 aos 17 anos receberam pelo menos uma dose e 2037 a segunda. Estes jovens, nomeadamente com Trissomia 21, tiveram indicação para vacinação (com a vacina da Pfizer/BioNTech) ao abrigo de uma norma da DGS sobre grupos prioritários que foi atualizada em março de 2021.

Portugal continental com 476 surtos ativos

Segundo dados também avançados pela DGS à agência Lusa, Portugal registava, esta segunda-feira, 476 surtos ativos no continente, dos quais 18 em lares de idosos e dois em instituições de saúde.

De acordo com a DGS, “estes dados contrastam drasticamente com o máximo de surtos ativos registado em fevereiro de 2021, quando chegaram a existir em Portugal continental 921 surtos ativos”.

A maioria dos surtos ativos registou-se na região de Lisboa e Vele do Tejo, com 350, enquanto a região Norte tinha 46, o Algarve 31, o Alentejo 24 e a região Centro 25.

Segundo os mesmos dados, 84 surtos ativos diziam respeito a estabelecimentos de educação e ensino dos setores público e privado, que englobam escolas, ensino superior, creches e demais equipamentos sociais.

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Um surto ativo é constituído por dois ou mais casos confirmados com ligação epidemiológica entre si no tempo e no espaço, explica a DGS, adiantando que “só depois de terem decorrido 28 dias após a data do diagnóstico do último caso confirmado (dois períodos de incubação sem novos casos) é que o surto é dado como encerrado”.

  ZAP // Lusa

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