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O voo mais longo do mundo está de volta (e agora é ainda mais longo)

O voo da Singapore Airlines que partia de Singapura com destino até Nova Iorque, foi uma das vítimas do covid-19 e ficou suspendo a 23 de março. Agora, é possível viajar nesta rota novamente, e desfrutar do voo mais longo do mundo.

São de 18 horas dentro do mesmo avião para percorrer os cerca de 15343.49 quilómetros que ligam Singapura à cidade americana de Nova Iorque. Este foi considerado o voo mais longo do mundo, e os que nele embarcavam chegaram até a ser considerados “corajosos”. Contudo, a pandemia suprimiu milhares de viagens em todo o mundo e este percurso não foi uma exceção.

Porém, cerca de sete meses depois, vai voltar a ser possível fazer este percurso de avião. Basta comprar a viagem, pois a companhia aérea de Singapura já programou voos que vão ter início já no próximo dia 9 de novembro.

No entanto, há uma pequena diferença: o aeroporto dos EUA que recebe o voo já não será o de Newark, e passará a ser o famoso JFK, o que aumenta a viagem em cerca de 3 quilómetros, sendo que passará a ter de cumprir uma distancia de cerca de 15346.7 quilómetros.

De acordo com um comunicado da transportadora aérea, esta mudança permitirá “acomodar melhor os passageiros e as cargas em transporte, devido ao ambiente atual”. Enquanto o número de passageiros continuar baixo devido à pandemia, a companhia aérea “antecipa uma procura significativa no transporte de cargas”, o que inclui empresas farmacêuticas, de comércio eletrónico e de tecnologia, diz o CNN.

Ainda é incerto quantos passageiros deverão fazer reservas já para novembro. Neste momento, os visitantes de Singapura não estão autorizados a ingressar em voos no país, exceto os residentes permanentes e que sejam portadores de visto, ou então viajantes que têm na sua posse um “Passe de Viagem Aérea”.

Para além dos habitantes de algumas cidades da China, também os da Malásia, Japão e República da Coreia podem viajar em trabalho para a Singapura se houver uma conexão com alguma empresa do país.

O voo será realizado três vezes por semana a bordo de um Airbus A350-900 com 187 assentos na classe económica, mais 24 na classe económica premium e 42 na classe executiva.

Durante a pandemia a Singapore Airlines manteve ativos os voos diretos do aeroporto de Changi com destino a Los Angeles. A companhia aérea prometeu “continuar a manter as suas rotas para os Estados Unidos, mas vai avaliar a crescente procura por viagens aéreas com o avanço da recuperação da pandemia covid-19, isto antes de decidir restabelecer serviços para outros pontos do país”.

Tendo em conta o contexto atual de pandemia, e para cumprir todas as normas de higienização, a tripulação deverá óculos de proteção, luvas e máscaras, e os passageiros também devem proceder ao uso de máscaras enquanto não estão a fazer refeições.

  ZAP //

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