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TAP “foi obrigada a fazer uma aterragem forçada”, diz Pedro Nuno Santos

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José Sena Goulão / Lusa

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos

Com a pandemia, a TAP, “como todas as companhias aéreas no mundo, foi obrigada a fazer uma aterragem forçada”, disse o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, num artigo de opinião.

No artigo publicado esta terça-feira no Jornal de Negócios, referiu que as consequências do impacto da pandemia serão sentidas “durante os próximos anos”, admitindo que o plano de reestruturação ainda não foi aprovado por parte da Comissão Europeia, mas salientando que, “com a devida articulação com as entidades europeias, já está a ser implementado”.

“A TAP não podia esperar”, frisou, sendo por isso necessário avançar com “reduções com os custos de frota, fornecedores e trabalhadores”.

“Deixar cair a TAP era abdicarmos de três mil milhões de euros de exportações anuais e de 1,3 mil milhões de compras a mais de 1.000 empresas nacionais”, sublinhou, apelando a que se dê “o tempo e a confiança” que a empresa “precisa para se poder reestruturar, ficar mais eficiente e mais competitiva”.

  ZAP //

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