Proteção Civil avalia segurança de edifício em Lisboa danificado pelo fogo

 

Os bombeiros e a Proteção Civil estão a fazer uma vistoria rigorosa para apurar a sustentabilidade e segurança do edifício danificado pelo incêndio no número 45 da rua Rodrigo da Fonseca, Lisboa.

“Estamos a fazer o rescaldo normal, a averiguar toda a situação do edifício e estamos a ver a correção dos andaimes. Às 10h faremos uma vistoria mais rigorosa com os técnicos da câmara, polícia e técnicos da EDP no sentido de garantir toda a segurança”, adiantou o chefe das operações dos Sapadores de Bombeiros de Lisboa, Fernando Curto, no início da manhã.

O incêndio deflagrou na madrugada de hoje no edifício em obras da rua Rodrigo da Fonseca e foi dado como controlado às 3h30, tendo entrado em seguida em fase de rescaldo, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

Fernando Curto salientou que o rescaldo vai ser demorado e a vistoria tem de ser “feita com calma”. O chefe de operações disse ainda que as causas do acidente estão por apurar.

Por causa do incêndio, o trânsito na rua Rodrigo da Fonseca, entre a Braamcamp e a Artilharia Um vai permanecer cortado por tempo indeterminado. O trânsito na rua Braamcamp, entre as ruas Castilho e a Alexandre Herculano, foi reaberto pelas 6h da manhã.

De acordo com fonte da divisão de trânsito da PSP de Lisboa, encontrava-se hoje de manhã no local do incêndio uma grua que operava no prédio de habitação, que se encontrava em obras de reabilitação, e que foi igualmente afetada pelo fogo.

Mais de 80 bombeiros combateram fogo junto ao Marquês de Pombal

Cerca das 4h30, o diretor municipal de Proteção Civil e comandante do regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, tenente-coronel Pedro Patrício, fez um balanço do incêndio numa altura em que este já estava em rescaldo há cerca de uma hora.

Pedro Patrício disse que o prédio, de habitação, que se encontrava em obras de reabilitação, era composto por um estrutura de madeira que estava a ser trabalhada e que o incêndio terá deflagrado do lado direito do terceiro piso, numa “zona técnica” onde existiam quadros elétricos, sem avançar, contudo, para já com causas do acidente.

O mesmo responsável disse que a primeira preocupação dos bombeiros foi garantir a segurança dos edifícios contíguos e dos seus moradores, o que levou à evacuação de um edifício e de um hotel situado em frente ao prédio em chamas, apesar de, pelas 4h10, os moradores terem sido autorizados a regressar.

/Lusa

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