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Novos radares de controlo de velocidade vão gerar receitas de cerca de 13 milhões

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O Governo estima que a aquisição de novos radares de controlo de velocidade, prevista para o próximo ano, tenha um impacto nas receitas de cerca de 13 milhões de euros, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2022.

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“O investimento em sistemas de tecnologia de informação e comunicação previsto para o ano de 2022 levará a um aumento de receita bastante significativo, essencialmente por via da expansão da Rede Nacional de Fiscalização Automática de Velocidade (SINCRO), através da aquisição de novos radares, que terá um impacto na receita que rondará os 13 milhões de euros”, refere o documento entregue na segunda-feira à noite na Assembleia da República.

A proposta do executivo socialista sublinha que o investimento em sistemas de tecnologia de informação e comunicação passará também pelo desenvolvimento do Sistema de Contra-ordenações de Trânsito (SCOT+), que irá gerar uma poupança na ordem dos 2,4 milhões de euros, por via da desmaterialização do processo contra-ordenacional.

Na área dedicada à segurança rodoviária, o Governo refere que pretende reforçar a “fiscalização das condições de segurança das infra-estruturas e das infrações por velocidade, através da expansão da Rede Nacional de Fiscalização Automática de Velocidade”, sendo desenvolvidas iniciativas para “aumentar a eficiência do sector, nomeadamente no levantamento das ocorrências dos acidentes rodoviários, no processo contra-ordenacional”.

Em 2022, o executivo vai dar continuidade à execução da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária 2021-2030 –​ Visão Zero 2030, que se baseia “no sistema de transporte seguro e na visão zero como eixos fundamentais estruturantes dos objetivos e medidas de prevenção e combate à sinistralidade na rede rodoviária a estabelecer e implementar”.

  // Lusa

6 Comments

  1. … se as viaturas oficiais forem também alvo de contra-ordenações é bem capaz de duplicar a receita prevista.

    • Seria de rir alto e forte ver o Estado (ou seja, os Pulhiticos), a serem sujeitos a contraordenação!….logo que as multas fossem pagas do proprio bolso !….claro!

  2. Acho que os senhores polícias estão pobres. Então, terão que ir buscar o dinheiro a algum lado. Se cobrarem sessenta euros a alguém que esteja a circular no Campo Grande a cerca de 52 quilómetros por hora, poderão usar o dinheiro para ir comer bifes de vitela e batatas fritas num restaurante em que a comida fica no centro de um prato com setenta centímetros (adoro hipérboles, ah, ah, ah).
    Beijinhos. 😉 🙂

    • Bifes de vitela e batatas fritas?! Nada disso é saudável! Nem amigo do ambiente. Prefira carnes de aves e de preferência reduza o consumo de carne. Não é por motivos ambientais ou por alguma tara vegana. É apenas por uma questão de saúde. Em Portugal come-se demasiada carne.
      Quanto ao método de financiamento, obviamente que os polícias ficarão na mesma. Afinal, até a farda pagam.

    • Devias pelo menos saber que não é a polícia quem cobra nem quem fica com a receitas das multas…

      Relativamente à notícia, acho bem e, pela minha parte, vou tentar não contribuir para essa receita!

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