Ministra da Saúde assume necessidade de reforçar os meios do INEM

Miguel A. Lopes / Lusa

Marta Temido afirmou esta segunda-feira que não basta dizer que o INEM vai ter mais meios, sendo também importante investir na formação dos técnicos.

A ministra da Saúde, Marta Temido, disse esta segunda-feira que o Governo tem noção de que é necessário reforçar os meios do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), estando a trabalhar nesse sentido.

Falando à margem do terceiro aniversário da primeira unidade de cuidados continuados para crianças com doenças crónicas na Península Ibérica – Kastelo, em Matosinhos, e depois de questionada pelos jornalistas sobre a falta de meios no INEM, Marta Temido assumiu essa carência, lembrando estar em curso um pedido de contratação de mais técnicos de emergência pré-hospitalar.

“Estamos empenhados em reforçar os meios, aliás temos nessa área uma nova carreira”, referiu a governante.

A titular da pasta da Saúde salientou, contudo, que não basta dizer que o INEM vai ter mais meios, sendo também importante investir na formação dos técnicos.

Não basta falar em redução das taxas moderadoras

A ministra disse não bastar dizer que há redução das taxas moderadoras, sendo preciso saber em que casos em que isso é feio e com que velocidade.

“Houve movimentos no sentido de desgarrar esse tema do contexto da Lei de Bases da Saúde, que é muito mais vasto do que apenas o das taxas moderadas e tratá-lo com alguma autonomia. Esse processo está a decorrer na Assembleia da República, temos acompanhado essa discussão e compreendemos a necessidade de ter uma discussão mais na especialidade, porque não basta dizer que há redução das taxas moderadoras, é preciso perceber em que casos é que isso é feito e com que velocidade”, afirmou.

Marta Temido reforçou estar a acompanhar a discussão, lembrando não ser um trabalho do Ministério da Saúde, mas uma proposta legislativa que corre na Assembleia da República.

No sábado passado, o Expresso noticiou que o fim das taxas moderadoras nos centros de saúde vai ser faseado, não entrando em vigor já em 2020 como previa um projeto de lei do Bloco de Esquerda, aprovado no dia 14 no Parlamento.

De acordo com o semanário, que cita fonte governamental, o Executivo deu indicações ao PS para alterar, na especialidade, o diploma do Bloco que previa a eliminação já em 2020 do pagamento das taxas moderadoras nos centros de saúde e em consultas no Serviço Nacional de Saúde.

Esta segunda-feira, segundo a TVI24, a coordenadora do Bloco, Catarina Martins, voltou a lamentar que o PS tenha “mudado de opinião” quanto às taxas moderadoras e manifestou-se disponível para “todas as convergências que puxem pelo futuro do país”.

ZAP // Lusa

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