Lewis Hamilton entra na corrida pelo Chelsea com Serena Williams (e um rival da F1 contesta o seu clubismo)

LAT Images para Mercedes-Benz Grand Prix Ltd

Lewis Hamilton celebra a vitória na penúltima corrida do campeonato, que lhe permite igualar Max Verstappen non campeonato de pilotos

O piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton e a ex-tenista Serena Williams juntaram-se ao consórcio liderado pelo empresário Martin Broughton para a compra do Chelsea. Uma situação que está a valer a Hamilton provocações na Fórmula 1 porque, afinal, ele é adepto do Arsenal.

Lewis Hamilton já confirmou que é um dos interessados na aquisição do Chelsea, clube posto à venda por Roman Abrahmovich devido às sanções impostas aos oligarcas russos pelo Reino Unido, no âmbito da guerra na Ucrânia.

Além do piloto da Fórmula 1, também a antiga tenista Serena Williams está com Martin Broughton, ex-presidente do Liverpool, num consórcio formado por vários investidores, incluindo também os donos dos Philadelphia 76ers da NBA, Josh Harris e David Blitzer.

Hamilton e Williams estarão a colocar no “bolo”, para a compra do clube de futebol inglês, 12 milhões de euros cada um.

Além do consórcio de Martin Broughton, também estão na corrida pelo Chelsea o co-proprietário da equipa de basebol norte-americana LA Dodgers, Todd Boehly, e o co-proprietário dos Boston Celtics da NBA, Steve Pagliuca.

Verstappen atira-se a Hamilton

Lewis Hamilton é um assumido adepto de futebol e até chegou a jogar em equipas amadoras até aos 17 anos de idade. Mas o piloto sempre se disse adepto do Arsenal, o que lhe está a valer algumas farpas face ao interesse na compra do Chelsea.

O seu adversário na Fórmula 1, Max Verstappen, aproveita este assunto para lançar mais “achas para a fogueira” da rivalidade entre ambos, notando que “se é adepto do Arsenal e vai comprar o Chelsea, isso é bastante interessante“.

“Toda a gente faz o que quiser com o seu dinheiro, por isso vamos ver o que vai sair disto. Sou adepto do PSV Eindhoven e nunca compraria o Ajax“, atira Verstappen.

Além disso, o piloto holandês critica o facto de Hamilton integrar um consórcio com outros investidores. “Se comprasse um clube de futebol, gostaria de ser o único dono para tomar as minhas próprias decisões”, salienta Verstappen.

Na conferência de imprensa à margem do Grande Prémio da Emilia-Romagna, Hamilton revela ter-se tornado adepto do Arsenal por volta dos cinco anos por pressão da irmã, mas diz também que assistiu a muitos jogos do Chelsea com o tio Terry que era adepto dos “blues”.

“No fim de contas, sou um adepto do futebol. É o maior desporto do mundo e o Chelsea é um dos maiores clubes do mundo e o mais bem-sucedido”, atira ainda o piloto sobre o interesse na compra.

“Quando ouvi falar desta oportunidade, fiquei tipo ‘uau, esta é uma das maiores oportunidades de fazer parte de algo tão grande‘”, vinca por fim.

  ZAP //

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